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Repassando bom texto do amigo Henrique. - c.a.t. www.iis.com.br/~cat --- Prezados, Publiquei uma mat�ria hoje no jornal Valor Economico sobre o tema do spam e as responsabilidades do Comite Gestor da Internet Brasileira, para o qual fui eleito representante do segmento de bens de informatica e software em elei��o no dia 5/7. Abra�os Henrique Faulhaber http://hfaulhaber.ism.com.br Vejam a materia abaixo: --- O combate � praga do spam Pesquisas realizadas pela empresa Message Labs indicaram que hoje cerca de 80% dos e-mails circulados na internet s�o spam, e que isto j� causa um preju�zo de US$ 25 bilh�es anuais globalmente. Esse mal assumiu propor��es de crescimento t�o alarmantes, que pode efetivamente desacreditar o valor da comunica��o eletr�nica. Com a finalidade de coordenar os esfor�os internacionais anti-spam, a ITU (International Telecommunication Union) promoveu na semana passada em Genebra uma confer�ncia em que representantes dos governos e especialistas discutiram as medidas a serem tomadas. As conclus�es dessa reuni�o apontam a necessidade de aprovar leis anti-spam nacionais, implementar solu��es tecnol�gicas para atacar o problema e promover a coopera��o internacional nessa luta. Alguns pa�ses (Argentina, Austr�lia, Cor�ia e outros) j� t�m leis contra isso, mas a maioria das na��es (inclusive o Brasil) ainda n�o tem legisla��o espec�fica para coibir essas pr�ticas. Essas regulamenta��es s�o necess�rias, pois o spam � atividade lucrativa para quem a pratica e � preciso estabelecer puni��es para aqueles que obt�m vantagens financeiras com propaganda massiva quase de gra�a e promovem fraudes atrav�s de correio eletr�nico. Entretanto, as regulamenta��es n�o s�o suficientes para erradic�-los. S�o tamb�m necess�rias melhores solu��es tecnol�gicas para enfrentar esses desafios. Embora os procedimentos t�cnicos de barrar as mensagens indesej�veis n�o tenham sido suficientes at� hoje para interromper o crescimento do problema, j� existem novas solu��es, que aplicadas internacionalmente, ser�o capazes de combat�-lo com mais efic�cia. Os criadores de "spam" se utilizam, principalmente, do anonimato na internet. Hoje � poss�vel fraudar facilmente a identidade do emitente de um correio eletr�nico, pois n�o existe nenhum mecanismo autom�tico de verificar se o remetente � realmente quem alega ser. Para resolver esta inseguran�a intr�nseca da internet atual foram propostos v�rios esquemas, e finalmente est� emergindo como o padr�o, o protocolo SPF (Sender Policy Framework) desenvolvido por Meng Wong, fundador da Pobox. Tecnicamente falando, a solu��o SPF estabelece mecanismos de verificar se o servidor de correio SMTP (Simple Mail Transport Protocol) que est� enviando o correio eletr�nico realmente � quem alega ser. Isto � feito comparando se o endere�o internet IP publicado do servidor coincide com o endere�o de onde efetivamente vem a mensagem. Este m�todo � efetivo e j� est� reduzindo expressivamente a quantidade de spam nos provedores e empresas que o adotaram, pois a maioria dos "spammers" frauda suas identidades. A pr�tica traz preju�zos globais de US$ 25 bi A maior dificuldade de aumentar a efici�ncia da solu��o SPF � que ela precisa ser adotada pelo maior n�mero poss�vel de empresas e prestadores de servi�o de correio eletr�nico para que cres�a o n�mero de servidores "confi�veis" na rede. Os esfor�os internacionais de padronizar essas solu��es e educar administradores de rede devem melhorar significativamente o problema da fraude de identidade no correio eletr�nico, reduzindo expressivamente o spam. As solu��es tecnol�gicas precisam ser combinadas �s legisla��es locais, pois ao se identificar tecnicamente um e-mail com identidade fraudada � necess�rio identificar o remetente e puni-lo. Isto � caro e complicado, mas j� est� causando resultado nos pa�ses que adotaram leis nesse sentido. Pela natureza, sem fronteiras geogr�ficas, da internet � poss�vel e prov�vel que o infrator esteja em um outro pa�s e por isso � importante a coopera��o entre os pa�ses para punir os culpados. Nas estat�sticas divulgadas pela Spamhaus.org, o Brasil aparece como quinto maior pa�s produtor de spams do mundo, sendo respons�vel por mais de 3% do e-mail indesej�vel global. Em primeiro lugar dessa lista est�o os Estados Unidos, onde se iniciou a internet, sendo o pa�s respons�vel por mais de 50% do volume total. Examinando-se essa pesquisa, que � baseada em den�ncias de mensagens indesejadas recebidas, verifica-se que no Brasil as companhias de telecomunica��o e alguns grandes provedores s�o os maiores ve�culos de spam, demonstrando que � necess�rio que as empresas no pa�s ampliem o investimento no combate ao abuso no uso de e-mails por seus usu�rios. O Comit� Gestor da Internet Brasileira (CGIBr) est� estudando o problema do spam de maneira geral e segundo o representante da Anatel, Antonio Bicalho, presente na reuni�o anti-spam em Genebra, revelou em entrevista ao Valor, no prazo de tr�s meses ser�o encaminhadas pelo CGIBr �s recomenda��es para o seu combate no Brasil. A amplia��o do escopo de atua��o de nosso comit� de internet, que j� cuida bem dos registros de dom�nios e endere�amento IP no Brasil, deve realmente come�ar por a�. Combater de forma articulada a praga do spam � urgente. --- Henrique Faulhaber � diretor da ISM e representante do segmento de Inform�tica e software no Comit� Gestor da Internet Brasileira (CGIBr) --- - c.a.t. www.iis.com.br/~cat �timo dia pra voc�. <*> Para comentar esta mensagem: [EMAIL PROTECTED] <*> Para assinar a lista onde se comenta: http://groups.yahoo.com/group/goldenlist-L/join Yahoo! Groups Links <*> To visit your group on the web, go to: http://groups.yahoo.com/group/goldenlist/ <*> To unsubscribe from this group, send an email to: [EMAIL PROTECTED] <*> Your use of Yahoo! Groups is subject to: http://docs.yahoo.com/info/terms/
