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O GLOBO ONLINE - MUNDO
09/08/2004 - 19h13m
Artigo de Ali Kamel sobre o filme de 'Fahrenheit 11 de Setembro'
Quando o filme acabou, a plat�ia, jovem na maioria, levantou-se e aplaudiu. N�o pude
conter um certo constrangimento: como se pode enganar tanta gente assim, sem nenhum
pudor, e ainda ganhar o pr�mio principal de Cannes? Estou falando do Fahrenheit 9/11,
de Michael Moore, que todos chamam de document�rio, mas, a rigor, deveria receber
outra qualifica��o. � um amontoado de mentiras e distor��es, tudo a servi�o de uma
teoria que o pior dos roteiristas de espionagem rejeitaria: Bush, al�m de idiota, � de
uma fam�lia gananciosa, sustentada pelos sauditas (talvez at� diretamente por Bin
Laden), e, depois de tomar o poder com uma fraude, levou o pa�s � guerra com o Iraque,
uma na��o que at� ent�o vivia tranq�ila e pacificamente, apenas para que a ind�stria
b�lica � qual ele � ligado lucrasse mais.
Eu pensei: o terror isl�mico est� a um passo de ganhar a guerra. Mas logo me
tranq�ilizei com outros dois pensamentos. O primeiro: o filme � a prova da vitalidade
da democracia americana (em que outro pa�s um filme t�o mentiroso teria livre
tr�nsito?). O segundo foi a cena pat�tica em que John Kerry se apresentou para o
servi�o, batendo contin�ncia e declarando: "N�o hesitarei em usar a for�a e n�o
concederei a nenhuma na��o ou organiza��o internacional o poder de veto quando o
assunto for a seguran�a dos EUA". Exatamente o que Bush fez: tentou o apoio
internacional, n�o conseguiu, e foi � guerra, com o apoio do congresso americano. N�o
gosto de Bush nem de Kerry. Mas fiquei mais tranq�ilo de saber que, com um ou o outro,
continuar� a luta contra o terror isl�mico, a pior amea�a depois do nazi-fascismo.
Aqui vou mostrar as mentiras do filme. Na maior parte, elas s�o percept�veis na hora,
mas uma pesquisa em revistas e jornais americanos e em sites da internet ajudou muito.
Principalmente, as informa��es brilhantemente coletadas por Dave Kopel, um cidad�o
filiado ao partido democrata, mas eleitor do independente Ralph Nader, como Moore.
Kopel � colunista da conservadora National Review e diretor de pesquisas do
Indenpendence Institute, um think tank muito respeitado do Colorado. Conhece os
desvios de Moore desde "Tiros em Columbine", porque, infelizmente, tem o defeito de
defender o direito ao porte de armas. Cada informa��o a seguir, vinda de mim, de
revistas, jornais ou Kopel, foram checadas nas fontes originais.
*O filme mostra a CBS e a CNN noticiando a vit�ria de Gore na Fl�rida. E diz: "Depois,
alguma coisa chamada Fox Channel deu a vit�ria para o outro cara. De repente, as
outras redes disseram:'Hei, se a Fox disse isso, tem de ser verdade'". Em seguida,
Moore diz que o chefe da Fox era primo de Bush, insinuando que tudo foi uma
conspira��o. Tolice. A NBC, e n�o a CBS, foi a primeira a anunciar a vit�ria de Gore
�s 7:49 da noite. At� 8:02, todas as redes fizeram o mesmo, inclusive a Fox! �s dez da
noite, a CBS e a CNN se retrataram, pondo a Fl�rida como "sem resultado". Todas as
redes fizeram o mesmo, menos a Fox, que manteve o resultado pr�- Gore at� as duas da
manh�. Apenas �s 2:16, a Fox projetou a vit�ria de Bush, no que foi seguida por todas
as outras redes. �s 3:59, a CBS se retratou novamente, dando novamente a Fl�rida como
"sem resultado". Em oito minutos, todas as redes, inclusive a Fox, fizeram o mesmo. Ou
seja, Moore pega a CBS �s 7:52 dando o resultado para Gore, sonega do espectador a
informa��o de que a Fox fez o mesmo, e cola a imagem da Fox, seis horas depois, dando
a vit�ria a Bush, sonegando de novo a informa��o de que a pr�pria Fox, duas horas
depois, voltou a se retratar.
*Moore diz que uma recontagem independente feita por jornais dava a vit�ria a Gore,
"em todos os cen�rios, se a Suprema Corte n�o tivesse interrompido a recontagem ap�s o
prazo legal". Se a recontagem fosse feita apenas onde Gore a solicitou, a vit�ria
seria de Bush. Se a recontagem fosse geral e irrestrita _ o que Gore jamais solicitou
_ a vit�ria iria para Gore, se alguns crit�rios fossem seguidos, e para Bush, se os
crit�rios fossem outros. A afirma��o "em qualquer cen�rio" �, portanto, mentirosa. No
site de Moore, � curiosa a prova que ele d� de que falou a verdade. O jornal citado �
o Washington Times, do reverendo Moom, que diz que Gore ganharia por uma margem entre
42 e 171 votos. Mas sabe qual a manchete da reportagem? "Recontagem n�o d� respostas
seguras"! No filme, para ilustrar o que diz, Moore mostra, em letras garrafais, uma
manchete de um pequeno jornal de Illinois, The Pantagraph: "�ltima recontagem mostra
que Gore venceu as elei��es". Mas era uma trucagem: aquilo n�o era a manchete do
jornal, mas apenas o t�tulo de um editorial, que tomava apenas uma pequena parte da
p�gina. Uma trapa�a. N�o h� d�vida de que Bush chegou � Casa Branca ap�s uma elei��o
conturbada. Mas o mesmo teria ocorrido se Gore tivesse vencido com a mesma margem.
*O filme diz que nenhum presidente, no dia de sua posse, enfrentou protestos
semelhantes aos da posse de Bush, que o obrigaram a cancelar o passeio a p� at� a Casa
Branca. Mas Nixon, em 1969 e 1973, enfrentou protestos com um n�mero tr�s maior de
participantes. E Bush, na �ltima parte do percurso, saiu do carro e, ao lado da
mulher, andou at� a Casa Branca.
*Bush aparece num jantar de gala, dizendo aos participantes, que trajam smoking:
"Alguns os chamam de 'a elite". Eu os chamo de 'a minha base'. Faltou dizer que aquele
era o jantar anual da Al Smith Foundantion, que recolhe fundos para hospitais de
caridade. E que a brincadeira era o convidado de honra debochar de si mesmo. Gore,
tamb�m convidado, fez o mesmo, mas Moore omite.
* O filme diz que Bush passou 42% dos seus primeiros oito meses em f�rias, segundo um
levantamento do Washington Post. O levantamento inclu�a os fins de semana de trabalho
em Camp David, e o tempo gasto nas idas e vindas. Ningu�m nota, mas numa das cenas, ao
lado de Bush, est� Tony Blair. Tirando os fins de semana, o tempo cai para 13%.
*Na cena em que Bush passa sete minutos sem nada fazer, ap�s tomar conhecimento do
ataque do segundo avi�o, o filme diz que ele continuou lendo um livro chamado "Meu
bode de estima��o", o que tem um efeito c�mico invulgar. Mas o livro na verdade se
chama "Dom�nio da leitura 2" ("meu bode" � apenas um exerc�cio do livro, mas nada
indica que Bush o estava lendo).
*O filme diz que em seis de agosto de 2001, Bush recebeu um informe do FBI dizendo que
"Osama bin Laden estava planejando atacar os Estados Unidos com avi�es seq�estrados".
E, para brincar, diz que Bush pode ter achado o t�tulo vago. A cena corta para
Condoleezza Rice, diante da Comiss�o do 11 de setembro, dizendo o t�tulo do informe:
"Bin Laden decidido a atacar dentro dos EUA". Todo mundo ri, mas Moore n�o contou a
ningu�m que Condoleezza revelara tamb�m o conte�do do informe: uma colagem de
informa��es relativas aos anos de 1997 e 1998. E mais: a parte sobre avi�es
seq�estrados � o oposto do que o filme sugere. Diz o documento: "N�o fomos capazes de
corroborar algumas das mais sensacionais amea�as como uma que nos chegou de um servi�o
estrangeiro em 1998 dizendo que bin Laden queria seq�estrar um avi�o para obter a
liberta��o do sheik cego Umar Abd al Rahman e outros extremistas presos nos EUA". O
que o leitor, em 2001, faria com um informe desses? Semana passada, o governo
americano elevou o n�vel de alerta contra atentados terroristas. Os jornais
imediatamente denunciaram que tudo era baseado em informa��es de tr�s anos antes. O
governo se defendeu dizendo que os informes tinham sido atualizados em janeiro. Isso
n�o importa. O que cabe destacar � que Bush, no filme, � brutalmente condenado por n�o
ter feito nada ao ler um relat�rio com informa��es de...tr�s anos antes (e sem
atualiza��es). Agora, na vida real, � cobrado justamente por ter dado bola a um
relat�rio semelhante. � dura a vida de um presidente.
*O filme diz que 142 sauditas, incluindo 26 membros da fam�lia Bin Laden, foram
autorizados a deixar o pa�s, depois de 13 de setembro, quando o espa�o a�reo estava
fechado, gra�as � autoriza��o especial de Bush. "Nem mesmo Rick Martin conseguiu
voar". O filme diz que ningu�m foi interrogado. A verdade: Richard Clarke, ent�o
diretor de contra-terrorismo e endeusado por Moore por ter se tornado um cr�tico de
Bush, assumiu inteira responsabilidade pelo ato e garantiu que n�o pediu a autoriza��o
do presidente, mas Moore esconde isso. A comiss�o do 11 de setembro confirmou tudo e
acrescentou que todos os procedimentos legais foram observados, com o FBI interrogando
todos os que interessavam. Basta ler o relat�rio final �s p�ginas 329 e 330. N�o �
preciso ser nenhum g�nio para saber que se havia um grupo ultramonitorado nos EUA era
a fam�lia de Bin Laden, um inimigo declarado do pa�s desde 1993. A quantidade de
informa��es sobre cada passo daquela fam�lia era imensa. N�o eram necess�rias muitas
perguntas na hora do embarque para saber que eles estavam rompidos com Osama havia
muitos anos. E sem nenhum contato com eles. Al�m do mais, a comitiva viajou dia 20 de
setembro, quando o espa�o a�reo j� estava aberto permitindo que todos voassem,
inclusive o Rick Martin.
*O filme diz que os Bush teriam se beneficiado de US$ 1,4 bi que os sauditas
investiram na empresa Carlyle, de onde o ex-presidente Bush � consultor. E afirma que
os Bin Laden tamb�m seriam investidores da empresa. A verdade: Bush s� se tornou
consultor da Carlyle anos depois do fabuloso investimento saudita. Os Bin Laden
investiram apenas US$ 2 milh�es na Carlyle, um nada perto da fortuna deles. Fora isso,
o super anti-Bush, George Soros, tamb�m � um investidor da Carlyle, assim como muitos
ex-assessores de ex-presidentes democratas s�o ligados a ela. O filme diz que a
Carlyle ganhou milh�es com a guerra do Iraque, mas ela teve preju�zo: a �nica arma
desenhada para o Ex�rcito, mas n�o comprada pelo governo Bush foi o Cruzado, um
sistema de m�sseis que custou � empresa US$ 11 bi. O ex-presidente Bush deixou h�
tempos de ser consultor da empresa.
*O filme "denuncia" que a embaixada da Ar�bia Saudita em Washington recebe prote��o da
divis�o uniformizada do servi�o secreto americano. No website do servi�o secreto, no
entanto, est� dito que a divis�o tem por miss�o proteger a Casa Branca, a casa do
Vice-presidente e as embaixadas e miss�es diplom�ticas de Washington.
*O filme d� a entender que Bush paparicou delegados do Talib�, quando era governador
do Texas. Mas � mentira, Bush nunca os recebeu. Eles visitaram uma empresa chamada
Unocal para conhecer um projeto de gasoduto no Afeganist�o, que foi deixado de lado em
1998, e jamais retomado (ao contr�rio do que o filme diz). O projeto era defendido
pelo Governo Clinton. Em 2001, j� no governo Bush, quem recebeu nova delega��o do
Afeganist�o foi o Departamento de Estado e, mesmo assim, para dizer que os EUA jamais
reconheceriam o Governo Talib�. A cena da assinatura de um acordo para a constru��o de
um gasoduto, que o filme mostra, refere-se a outro gasoduto, que nada tem a ver com o
projeto da Unocal, que n�o est� no projeto. E tamb�m a constru��o desse gasoduto
jamais saiu do papel. Da mesma forma, a afirma��o de que Hamid Karzai, presidente do
Afeganist�o, foi consultor da Unocal � mentirosa. Moore baseou-se numa �nica
reportagem do Le Monde, mas a Unocal sempre desmentiu a informa��o oficialmente.
*Ashcroft, secret�rio de Justi�a, � mostrado como um imbecil, que perdeu a vota��o
para o senado para um cad�ver. Seu competidor morreu tr�s semanas antes do pleito, e
Moore insinua que os eleitores preferiram votar no morto. Moore s� esquece de dizer
que o partido indicou a vi�va como nova candidata e que a Justi�a aceitou que os votos
dados ao morto seriam computados para ela: os eleitores n�o votaram num cad�ver,
desperdi�ando o voto, mas na vi�va. As c�dulas, apenas por quest�o de tempo, n�o foram
trocadas.
*O filme diz que Bush deu um m�s de vantagem a Osama Bin Laden, pois os EUA n�o
atacaram o Afeganist�o imediatamente. Moore sonega dos espectadores a informa��o de
que Bush passou um m�s tentando obter sem sucesso o aval da ONU para a invas�o.
Cobravam-lhe a "prova cabal" do envolvimento de Bin Laden, que, numa entrevista,
dissera que n�o era o autor dos ataques, embora os aplaudisse. Moore, na ocasi�o,
disse que Bin Laden era inocente at� prova em contr�rio, assim como muitos outros
intelectuais, como Noam Chomsky. A invas�o seria uma atrocidade, disseram. O curioso �
que Moore manteve a opini�o at� o fim de 2002, quando fitas de v�deo achadas em Cabul
j� n�o deixavam d�vidas sobre o envolvimento de Bin Laden. Pouca gente se lembra, mas
os EUA invadiram o Afeganist�o sem autoriza��o da Onu. S� foi "perdoado", porque as
fitas se tornaram a tal prova cabal. Fez o mesmo com o Iraque, e � odiado por isso,
pelas mesmas pessoas, porque as armas de destrui��o em massa n�o foram encontradas.
Tivessem sido, e talvez Bush hoje fosse um her�i.
*O filme diz textualmente que o Iraque jamais amea�ou os EUA ou assassinou americanos.
Para qualquer um que acompanhe a pol�tica do Oriente M�dio, isso chega a ser piada. O
Iraque sempre acolheu terroristas como Abu Nidal, que matou americanos, sempre premiou
as fam�lias dos homens-bombas palestinos com US$ 15 mil e, sempre, em discursos e
entrevistas, fez amea�as espalhafatosas aos EUA. Imediatamente ap�s o 11 de setembro,
Saddam declarou que o ataque era o come�o da grande revanche.
*O filme mostra cenas de civis iraquianos mortos ou feridos, mostrando chagas e
ferimentos dantescos. A justificativa � mostrar os horrores da guerra e embute uma
acusa��o �s TVs americanas que n�o teriam exibido cenas semelhantes. Mas Moore esquece
de dizer que as TVs americanas tamb�m n�o mostraram as cenas dantescas, de corpos
mutilados, no atentado do WTC e do Pent�gono. Imaginem o �dio a todos que se
assemelhassem a �rabes se as imagens tivessem sido reveladas. Numa e noutra ocasi�o,
as TVs americanas tiveram uma mesma postura. Mas Moore esconde isso.
*O filme mostra uma cena em que Condoleezza Rice diz o seguinte: "Oh, de fato, h� um
la�o entre o Iraque e o que aconteceu em 11 de setembro". Moore mostra essa �nica
frase. Se mostrasse a declara��o inteira teria deixado os espectadores saberem que
Condoleezza na verdade quis dizer outra coisa. Leiam: "Oh, de fato, h� um la�o entre o
Iraque e o que aconteceu em 11 de setembro. N�o que Saddam Hussein ou seu regime de
alguma maneira estejam envolvidos no 11 de setembro, mas se voc� pensa sobre o que
provocou o 11 de setembro, � o surgimento de ideologias do �dio que faz as pessoas
jogar avi�es contra pr�dios em Nova York. � uma grande rede internacional de
terroristas que est� determinada a derrotar a liberdade. Isso perverteu o Isl�. Uma
religi�o pac�fica numa que chama as pessoas para atos de viol�ncia. E est�o todos
ligados. O Iraque � um front central, porque , se e quando, n�s mudarmos a natureza do
Iraque para um lugar pac�fico e democr�tico e pr�spero no cora��o do Oriente M�dio,
voc� vai come�ar a mudar todo o Oriente M�dio".
*Tamb�m mentirosas as cenas em que Moore sai correndo atr�s de congressistas para que
alistem seus filhos na guerra. Alguns s�o mostrados correndo, quando, na verdade,
deram longas entrevistas, como � o caso de Mark Kennedy. Fora isso, o levantamento
est� errado. Moore diz que apenas um congressista tem filho no Ex�rcito, quando na
verdade s�o sete, dois no Iraque. Um n�mero baixo, mas para que mentir? Moore tamb�m
omite que o seu alvo predileto (depois de Bush), Jonh Ashcroft, tem um filho no
ex�rcito.
O filme � esse lixo. Nossa imprensa, sem revelar as mentiras, foi mais ou menos
un�nime: "brilhante, mas faccioso", "hist�rico, mas tendencioso", "bem pesquisado, mas
panflet�rio". Para mim, a adversativa n�o � um pequeno problema. Porque n�o se pode
compactuar com a mentira e a empulha��o. Sobretudo quando n�o � necess�rio mentir para
ser anti-Bush ou anti-guerra. O filme desmerece os pacifistas que o aplaudem. E que
continuar�o a aplaudi-lo, a despeito de tudo. Porque vivemos tempos em que muita gente
est� cega e surda. N�o quer ouvir nem ver a amea�a que nos cerca.
**Ali Kamel � jornalista
---
Fonte: http://oglobo.globo.com/online/mundo/145372160.asp
- c.a.t.
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Obrigado � minha querida Luiza Pinheiro.
- c.a.t.