Meus amigos Durval Menezes (Rio/BR) e Leila Carioca (NY/EUA) apontaram um 
probleminha na tradução do texto. (Obrigado!)

No original do NYT:

   http://www.nytimes.com/reuters/news/news-health-hiv.html

"The case was found in an unidentified man in his 40s who had multiple male 
partners and unprotected anal sex, often while using the illegal drug crystal 
methamphetamine."

Na tradução:

   http://oglobo.globo.com/online/ciencia/166713850.asp

"O vírus foi detectado em um nova-iorquino de aproximadamente 40 anos que 
mantinha relações sexuais com outro homem sem o uso de preservativos enquanto 
era medicado com metanfetamina."

---

É um pequeno erro, mas altamente relevante. O paciente não estava sendo 
medicado com metanfetamina cristalina. Isto é uma droga ilegal. Ele estava é se 
drogando mesmo.

Detalhes:

   http://www.aidsportugal.com/article.php?sid=3529
   http://www.aidsportugal.com/article.php?sid=4235
   http://www.tnclearinghouse.com/factsheets/methFacts.htm

- c.a.t.
  http://catalisando.com.br


----- Original Message ----- 
From: "Carlos Alberto Teixeira" <[EMAIL PROTECTED]>
To: <Undisclosed-Recipient:;>
Sent: Sunday, February 13, 2005 1:13 AM
Subject: [gl] << AIDS barra pesada >>



Especialistas de Nova York alertam para vírus HIV resistente a drogas

Globo Online
The New York Times

NOVA YORK - Autoridades de saúde de Nova York entraram em alerta depois que um 
velho temor voltou a assombrar aqueles que lutam contra a propagação do vírus 
da Aids entre homossexuais: a falta de receios. Pesquisadores revelaram que 
exames realizados em um portador do vírus, residente em Nova York, contraiu - e 
provavelmente espalhou - uma rara versão de HIV que se reproduz com muita 
velocidade e é resistente às drogas mais comuns, informou reportagem publicada 
neste sábado no New York Times. 

É a primeira vez que uma versão do vírus reúne as duas características em um 
organismo acostumado com os mais comuns medicamentos para o tratamento da 
doença. A descoberta levou o Departamento de Saúde e Higiene Mental de Nova 
York a emitir um alerta para todos os hospitais e médicos da cidade para que 
sejam realizados testes em portadores de HIV que apresentem evidências de 
infecção pelo supervírus. 

- Consideramos esta novidade alarmante - afirmou Dr. Thomas R. Frieden, 
representante do instituto. 

O vírus foi detectado em um nova-iorquino de aproximadamente 40 anos que 
mantinha relações sexuais com outro homem sem o uso de preservativos enquanto 
era medicado com metanfetamina. Os especialistas, que iniciaram o ciclo de 
alertas no último dia 22 de janeiro, acreditam que os efeitos estimulantes das 
drogas e a ausência de receios com a infecção têm contribuído para a crescente 
propagação do vírus da Aids. O homem, cuja identidade é mantida em sigilo, 
teria mantido relações sexuais sem proteção com dezenas de homens, informou ao 
jornal uma fonte próxima ao caso. 

- Já há uma crescente percepção de que o vírus HIV gera uma doença crônica sob 
controle, o que gera menos receio sobre ela - afirmou Jay Laudato, 
diretor-executivo do Centro de Sáude de Callen-Lorde, em Manhattan. - Este novo 
caso nos lembra quão temerosos deveríamos estar. 

Os esforços para a identificação dos parceiros que supostamente foram 
infectados pelo novo portador do vírus já estão sendo analisados, mas antes os 
cientistas devem, antes, superar certas barreiras legais para realizar análises 
que descartem a possibilidade de esta ser uma nova versão do HIV-2, uma 
variação de vírus encontrada na parte ocidental da África. 

Na última década, estudiosos e ativistas tem combatido o crescente descaso de 
homens que insistem em manter relações sexuais sem preservativos e usam a 
internet em prol de relacionamentos casuais, atitudes até então compensadas por 
drogas que reduzem o índice de mortes entre infectados com o HIV. Mas o novo 
caso muda mais uma vez as perspectivas sobre a doença, anunciaram especialistas 
ao New York Times. 

- Nos últimos dez anos, tem sido um desafio criar formas relevantes e atrativas 
de conversar com gays e bissexuais sobre os valores da vida, a prevenção da 
Aids, mas os diálogos, mesmo atuais, estão mais complicados - afirmou Ana 
Oliveira, diretora executiva do departamento Gay Men's Health Crisis. 

Alguns ativistas acreditam que infecções com o supervírus impõem novos desafios 
aos analistas, mas outros enfatizaram que estão aguardando por mais informações 
sobre a rara versão do vírus antes de analisar o impacto deste anúncio. Mas 
Walter Armstrong, editor-chefe da Poz, revista especializada em portadores de 
vírus que convivem com a Aids, não está totalmente convencido do perigo do 
anúncio da infecção pelo vírus. 

- Um punhado de casos não gera uma epidemia - analisou. 

---

Fonte: http://oglobo.globo.com/online/ciencia/166713850.asp

Mais: http://www.nyc.gov/html/doh/html/public/press05/pr016-05.html

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