Mais macho que muito homenzarrão presente no recinto...

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From: Alberto Lyra 
To: Alberto Lyra 
Sent: Tuesday, February 06, 2007 7:03 PM
Subject: CLODÔ NO PLENÁRIO DA CÂMARA




 

 

Brasília, terça-feira, 06 de fevereiro de 2007 


                  Clodovil silencia plenário ao reclamar do barulho 



                  Da FolhaNews

                  06/02/2007


                  17h17-Brasília, DF - No primeiro discurso no plenário da 
Câmara dos Deputados depois de tomar posse, o deputado Clodovil Hernandez 
(PTC-SP) conseguiu calar os parlamentares presentes à sessão na tarde desta 
terça-feira após ironizar o barulho provocado pelos colegas. 

                  Visivelmente irritado com as conversas paralelas no plenário, 
Clodovil comparou a Câmara a um "mercado" popular. "Eu não sei o que é decoro 
[parlamentar] com um barulho desses enquanto a gente fala. Parece um mercado e 
isso aqui é a Casa do povo. Não entendo tanto barulho. Nem na TV, que é 
popular, as pessoas fazem isso", criticou. 

                  A "bronca" nos deputados ocorreu depois de discursar por 
cerca de dez minutos no plenário. Sem conseguir a atenção dos colegas, o 
deputado reagiu atingindo o seu objetivo: os mais de 350 deputados presentes na 
sessão fizeram silêncio para acompanhar as palavras de Clodovil. 

                  No discurso, o deputado pregou o amor e a bondade como 
ferramentas capazes de melhorar a atuação da Câmara. "Se eu amo a Deus, não 
tenho medo. O que quero é amar vocês. (...) Defendo a bondade em cada ato desta 
Casa, porque sei, por experiência própria, que a bondade cura mais do que 
qualquer remédio", afirmou. 

                  Segundo Clodovil, a bondade é um sentimento capaz de "dar uma 
nova chance" a qualquer pessoa --inclusive a quem cometeu "os sete pecados 
capitais". O deputado conclamou os colegas a superarem a avareza, a soberba, a 
preguiça e a inveja para que consigam efetivamente trabalhar pelo país. "É 
disso que o Congresso brasileiro precisa, de uma nova chance, de um novo 
olhar", afirmou. 

                  Bordão 
                  Clodovil admitiu, ao discursar para os deputados, que "em 
nenhum momento" desejou se tornar deputado federal. "Após ter construído uma 
carreira sólida e de sucesso como estilista e comunicador, chego aos 70 anos 
dando uma dessas guinadas inesperadas", disse. 

                  Os deputados Luiza Erundina (PSB-SP) e Paulo Maluf (PP-SP) 
interromperam o discurso de Clodovil para elogiar a expressiva votação do 
deputado --que chegou à Câmara com mais de um milhão de votos. 

                  "Não posso deixar de me congratular com Vossa Excelência, que 
diz por fora o que está pensando por dentro. Vossa Excelência vai ser um dos 
mais ativos, polêmicos e respeitados deputados desta Casa", disse Maluf. 

                  A deputada Gorete Pereira (PR-CE) também interrompeu o 
discurso de Clodovil para elogiar o colega e, ao final de sua intervenção, o 
deputado afirmou: "Me desculpe, mas eu não sei o nome da senhora". 

                  Já o líder do PTC na Câmara, Carlos William (MG), disse que 
Clodovil tem o dever de expressar os seus sentimentos no plenário, sem 
censuras. "O que assistimos até agora não atingiu nem a honra nem a imagem 
deste Parlamento", disse William. 

                  O deputado finalizou o discurso com o bordão que marcou sua 
campanha à Câmara Federal. "Tenho certeza de que ao praticarmos a política com 
bondade, Brasília nunca mais será a mesma, nem o Brasil." 
                 

           

      
     

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