Boa essa!

- c.a.t.

---------- Forwarded message ----------
From: Henrique Brodbeck
Date: 2008/7/14
Subject: Quando o luxo vem sem etiqueta...
To: [EMAIL PROTECTED]

O cara desce na estação do metrô vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se
próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo
para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos
passantes, ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores
violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento
raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de
dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os
melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares. A experiência, gravada
em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão,
celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do
violino.

A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um
debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num
contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem
etiqueta de grife.

O vídeo da apresentação no metrô está no You Tube:
http://www.youtube.com/watch?v=hnOPu0_YWhw


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Em tempo: o artigo original está em:

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/04/04/AR2007040401721.html

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