Pessoal,

Acho que nem todos estão na lista Alumni do Nic.br. Segue, portanto, os
emeios abaixo, encabeçados pelo do Moreiras, que aborda uma postura de
participação no debate e faz referência à proximidade do LACNOG e PTT Fórum.

[]s, Julião

-------- Mensagem original --------
Assunto: [ceptro-alumni] categorias e preços dos blocos IPv6
Data: Sat, 02 Oct 2010 17:03:36 -0300
De: Antonio M. Moreiras <[email protected]>
Responder a: ex-alunos do CEPTRO.br <[email protected]>
Para: [email protected]

 Mudei o título da thread... Já que o assunto mudou.

Para quem não viu, a tabela atual está aqui e hoje coincide com a do
LACNIC (isso não é obrigatório, o NIC.br pode ter uma política
diferente, se houver a conclusão de que a política do LANIC não é
razoável para o Brasil):

http://registro.br/provedor/numeracao/custos.html

Pessoalmente não concordo com ela, e estou trabalhando internamente no
NIC.br para que algo diferente seja definido. Mas isso ainda é uma
posição minha, não do NIC.br.

O feedback de vocês nesse sentido é, então, essencial. Se vocês acham
que o /32 que hoje é a alocação mínima está na categoria errada,
manifestem-se, e digam o que achariam razoável. Se acharem que está OK,
manifestem-se também. Tenho minhas idéias a respeito, mas não estou no
negócio dos provedores. Podem enviar o feedback a esse respeito para
essa lista mesmo, que faço chegar às pessoas certas do NIC.br e LACNIC.

Uma oportunidade melhor, contudo, para tratarem desse assunto
diretamente, é o LACNIC / LACNOG / PTT Fórum daqui a alguns dias.
Levantem o tema, falem uns com os outros e com o staff do NIC e LACNIC.

Moreiras.

Em 01/10/10 18:20, Ozelo escreveu:
> Em 1 de outubro de 2010 17:21, Welisson <[email protected]> escreveu:
>>> Só não pedimos IPv6 nativo por aqui ainda porque não teríamos como fazer
>>> uso efetivo do mesmo (equipamentos core IPv4-only), e devido à
>>> indefinição de como será a cobrança pelo uso dos recursos IPv6 após
>>> 2012.  Preciso inclusive ver se o LACNIC já publicou alguma resolução a
>>> respeito, pode ser que consiga convencer a meus superiores a pedir os
>>> recursos de numeração IPv6 se já houver alguma definição.
>>>
>> Moreiras,
>>
>> Saberia nos dizer algo sobre isso, com relação a cobrança do IPv6?
>
> Isso também gostaríamos de entender. No curso nos disseram que isso
> talvez seria redefinido.
>
> Penso que a "categoria" para IPv6 e IPv4 deveriam ser identificadas (e
> cobradas) separadamente, visto que a alocação mínima de ambos estão em
> categorias diferentes.
>
> Creio que não podemos esperar que as alocações mínimas de cada
> protocolo sejam alteradas, então, resta a redefinição dessas
> categorias de modo que a alocação mínima IPv6 fique dentro da
> categoria onde está a alocação mínima IPv4.
>
> Isto sugere que levar em consideração o espaço de endereçamento de
> cada protocolo para essa definição é desproporcional e inconveniente.
> Afinal, podemos considerar que no mínimo 64k redes /64 IPv6 equivalem
> a um único endereço IPv4 em uma distribuição geral qualquer baseada na
> RFC 3177. Ainda assim fica imensamente difícil comparar comercialmente
> o recurso, visto que cada rede /64 custaria R$ 0,14 em relação aos R$
> 0,43 de cada endereço IPv4.
>
>
> Ats,
> Ozelo
> P&D
> GB Informática
> (19) 3565-4500
> INOC 53131*100

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