Paulo, Simone, Obrigado pela sua mensagem.
Recebi algumas mensagens muito interessantes. Acho que minha pergunta não ficou clara. Vou escrever novamente sobre o assunto. Mais uma vez, obrigado! Carlos Rabassa Voluntária Ceibal Rede de Apoio On Feb 24, 2011, at 3:09 AM, Paulo RB wrote: > Na minha cidade (Porto Alegre/Brasil) temos a Bienal do Mercosul, neste > evento internacional são apresentas as mais diferentes formas de arte. Vi > criações belíssimas e outras não tão belas, mas, criativas. No entanto, duas > não esqueço, uma delas mostrava um vídeo com uma mulher se masturbando, em > outra ocasião uma obra apresentava também um vídeo com lixeiros trabalhando > em diferentes lugares do mundo. Em ambos os casos os vídeos se repetiam o > dia inteiro. Confesso que não consegui vencer minhas “barreiras culturais” > para abrir “novas possibilidades, até de apreciar o sublime que não > conseguimos perceber de imediato”. > > > > Talvez o primeiro vídeo retratasse a arte da pornografia e no segundo uma > referência a obra de Pieter Brueghel e eu não tenha percebido. > > > > Abraços, > > > > Paulo RB > > > Mestre em Educação (PUCRS) > Especialista em Informática na Educação (PUCRS) e em Ciências do Esporte > (UFCSPA) > Graduado em Educação Física e Ciências (UFRGS - Não cotista) > > Áreas de Interesse > Informática na Educação > Educação Física > Educação Especial (Surdos) > > COISAS NUNCA MAIS QUERO > > PRODUTOS OKIDATA/OKIPAGE - Motivo, comprei uma impressora laser e logo após a > garantia estragou, como não tinha como mandar arrumar esperei. Mas, quando > mandei para a assistência técnica autorizada para um orçamento o resultado > foi R$980,00 (Placa lógica) e R$140,00 (mão de obra), total R$1.120,00 e 90 > dias de garantia. Uma nova hoje (11/12/09) custa R$899,00, com um ano de > garantia e cartucho novos. Ou seja, é melhor botar fora a OKI e comprar da > concorrência, vi uma laser color pelo mesmo valor e melhor que a tal OKI. > > > > > > > > De: Simone Vacaro Fogazzi <[email protected]> > Para: Carlos Rabassa <[email protected]> > Cc: administradores OLPC para usuarios docentes <[email protected]>; > [email protected]; [email protected]; olpc bolivia > <[email protected]>; IAEP SugarLabs <[email protected]>; > OLPC Puno <[email protected]> > Enviadas: Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011 22:16:50 > Assunto: Re: [etoys-america-latina] Arte Moderno: Alguien lo entiende? Favor > explicármelo > > Olá Carlos! > Senti-me verdadeiramente sensibilizada com sua confissão. Acredito que a > maioria realmente não consegue apreciar uma obra de arte contemporânea ou, > até mesmo, moderna. > Aprendemos a apreciar as coisas pelas sensações que nos provocam, mas até > para percebemos que sensações são estas temos de investir tempo e esforço. As > obras de arte são feitas por pessoas - e pessoas são diferentes - todas são. > Artistas, que dedicam-se a aprender a fazer arte, são pessoas ligadas a um > tempo e lugar, que desejam expressar o que é mais humano e eterno, ligado ao > tempo e lugar em que vivem. > Para apreciar uma obra moderna devemos aprender o que motivou o artista a > fazê-la - nem sempre a imagem que retrata o mundo visível com maestria revela > o que não tem uma imagem própria, como por exemplo o horror da guerra ou o > mundo espiritual. Em alguns momentos a destruição, ou a destituição da imagem > revela o que está é invisível aos olhos. > Hoje o que consideramos uma bela imagem "como uma fotografia" também tem > segredos que a maioria de nós desconhece por não sermos contemporâneos do > artista que a fez. Não compreendemos totalmente e apreciamos apenas a > mensagem mais direta - a beleza da maestria do artista, a semelhança com o > mundo visível. O que é válido , certamente, mas não é só. A Arte também tem a > função social de fazer-nos pensar sobre o mundo que vivemos e construímos (ou > destruímos...) a fim de nos propor a alternativa de pensarmos por nós mesmos, > sem propor uma solução "pronta". A Arte pergunta, não responde. Achar as > respostas possíveis é exercício individual. > Apreciar a beleza das coisas exige um exercício do olhar, não é tarefa fácil > e rápida. E em nenhum momento o foi. O que me parece é que estamos tão > acostumados a pegar "pronto" nas prateleiras o que desejamos, por facilidade > e agilidade, que desejamos que tudo nos seja dado da mesma forma. É a > felicidade instantânea. Mas será duradoura? Damos valor ao que conquistamos > com esforço próprio, incluindo a boa vontade de apreciar o que não > compreendemos de imediato. Vencer as próprias barreiras culturais abre novas > possibilidades, até de apreciar o sublime que não conseguimos perceber de > imediato. > abraços, > Simone > > > > > > > > Citando Carlos Rabassa <[email protected]>: > > > Hola a todos! > > > > Hace unos días a un guía turístico muy bueno se le escapó un comentario > > mientras elogiaba un grandioso retrato al óleo: > > > > "Parece una fotografía" > > > > Muchas veces pensamos lo mismo, sobre todo al tener oportunidad de ver uno > > de estos cuadros clásicos poco tiempo después de haber visto otros de > > artistas modernos. > > > > Desde muy jóvenes, nos enseñaron que tal comentario sería tomado por la > > mayoría de las personas como una muestra de nuestra ignorancia y de nuestra > > "falta de cultura". > > > > > > > > Algunos cuadros modernos nos gustan mucho. > > > > Otros nos parecen, a los ignorantes como yo, hechos por niños o por > > artistas a quienes les gustaría hacer cuadros que parezcan fotografías pero > > que no saben hacerlos. > > > > Pienso que para aprender y ganar experiencia en hacer cuadros como los que > > gustan a la mayoría de la gente común como yo, se necesita, además de > > muchas otras cosas, trabajar mucho, durante mucho tiempo y tener mucha > > paciencia. > > > > > > Nuestra paciencia, en general depende de > > > > > > - Tentaciones. > > > > Es decir las otras actividades que podríamos desarrollar mientras no > > estamos aprendiendo a pintar y practicando. > > > > Ocurren muchísimas cosas a nuestro alrededor. > > > > Es muy fácil encontrar algo para ocupar nuestro tiempo, más entretenido > > que emprender una larga e incierta carrera para aprender a crear buenos > > cuadros. > > > > No faltarán los que nos digan que no servimos, que para pintar cuadros hay > > que tener un talento que no tenemos. > > > > - Tener casa y comida. > > > > Si tenemos que dedicar nuestro tiempo a trabajar para lograr satisfacer > > nuestras necesidades básicas, o si la preocupación sobre qué comer o dónde > > dormir mañana, nos distrae con frecuencia, nos va a costar mucho > > concentrarnos en llegar a nuestra meta de aprender a pintar. > > > > > > Tratemos de imaginar ahora cómo nos afectan hoy estos dos importantes > > factores, en comparación a cómo afectaban a los que llegaron a ser grandes > > pintores clásicos. > > > > ¿A cuántas personas se les presenta hoy un rico mecenas que les proponga > > vivir en su palacio, sin preocupaciones ni prisa, para ver qué obras de > > arte logran ejecutar en ese tiempo? > > > > Si eso nos sucediera, > > > > ¿Cuántos de nosotros estamos dispuestos a abandonar nuestro esquema de vida > > actual para dedicarnos a la pintura? > > > > La mayoría tratamos de vivir según un esquema que incluya una familia más o > > menos ordenada y un trabajo para el que sabemos que hay buena demanda que > > esperamos continúe por mucho tiempo. > > > > ¿Cómo conseguían a sus mecenas muchos artistas de hace algunos siglos? > > > > Hay ciertos sentimientos que acompañan a la humanidad desde que la > > conocemos, son los sentimientos básicos a que se refieren las tragedias > > griegas, las obras de escritores clásicos, las óperas. > > > > Sin pensar mucho podemos recordar la soberbia, la envidia, el orgullo. > > > > Una manifestación muy común de estos sentimientos era el deseo de los > > grandes señores de preservar su imagen y sus logros para el conocimiento de > > los que viniésemos al mundo después de ellos. > > > > Una forma muy común de lograr esto entre los que podían hacerlo, era > > contratar un buen retratista o pintor de hechos históricos o de grandes > > construcciones, para que los inmortalizara en un buen fresco o una buena > > tela. > > > > Obviamente las obras de arte tenían que mostrar a las personas, hechos > > históricos y obras arquitectónicas, muy parecidas a la realidad de lo > > contrario no se cumpliría el objetivo principal de inmortalizarlos. > > > > No hace mucho apareció la fotografía, progresó mucho y continúa progresando > > a pasos agigantados. > > > > ¿Cómo puedo satisfacer más mi ego, con una buena foto impresa en infinitos > > libros y revistas y publicada en infinitos sitios en internet y programas > > de televisión o con un cuadro o escultura que la mayoría de las personas > > nunca llegarán a ver? > > > > > > > > > > Pienso que estamos muy acostumbrados a estudiar arte nada más que en clases > > de arte o durante visitas a museos. > > > > Pienso que muchos nos guiamos por antiguos prejuicios como el temor de que > > los demás nos consideren incultos. > > > > Nos olvidamos de que el arte es simplemente una manifestación más de > > nuestras vidas. > > > > Todos tenemos aunque sea un poquito de arte como componente de nuestra vida. > > > > Los que llamamos artistas, logran a través de ese arte expresar y > > comunicar muy bien ideas y sentimientos. > > > > Un buen artista es el que logra comunicarse así con muchas personas. > > > > > > ¿No habrá llegado la hora de replantearnos la apreciación y la enseñanza > > del arte? > > > > Pienso que tal vez aunque sea algunos artistas deberían ofrecernos obras > > que la mayoría sepamos apreciar. > > > > Me dejó pensando el protagonista de una reciente película uruguaya que, al > > salir del cine le pregunta a su amiga si le gustó la película y ella le > > contesta, con mucha seguridad, que no le gustó. > > > > El, con expresión de desilusión le contesta "con el tiempo ya te gustará". > > > > Es cierto, algunas películas son así, nos dejan pensando y las vamos > > apreciando de a poco, cada vez que las volvemos a recordar. > > > > Pero si todas fueran así de difíciles de apreciar, la mayoría dejaríamos > > de ir al cine antes de adquirir ese gusto. > > > > Hice una confesión honesta. > > > > Pido seguidores que me apoyen o gente que me diga que estoy equivocado y me > > ayude a encontrar el camino correcto. > > > > Gracias desde ya a todos. > > > > > > > > > > > > Profª Espª Simone Vacaro Fogazzi > Área de Artes Visuais > Departamento de Expressão e Movimento > Colégio de Aplicação > Universidade Federal do Rio Grande do Sul > > > > _______________________________________________ > america-latina mailing list > [email protected] > http://lists.squeakland.org/mailman/listinfo/america-latina > >
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