Caros colegas
Os associados do IBAP já conhecem o Curso
das Promotoras Legais Populares que consiste num projeto de
formação e capacitação de lideranças
comunitárias feministas. Um projeto de educação, no seu
melhor sentido, onde educador e educando interagem, num processo de aprendizado
mútuo. Nesse sentido, os profissionais do Direito (advogados
públicos e liberais, promotores, delegados e juízes) ministram
aulas aos sábados (voluntariamente) possibilitando às alunas o
conhecimento de seus direitos enquanto cidadãs, o reconhecimento de casos
de violação e também desvendando o mundo da máquina
administrativa e judiciária. Por sua vez, esses profissionais ficam mais
sensibilizados e preocupados com os direitos humanos , levando para dentro de
suas instituições a discussão acerca da
questão de gênero. Enfim, o que ocorreu no próprio IBAP.
Aproveito para comunicar aos colegas que na data de ontem (08 de março),
estive representando a entidade (IBAP) num debate sobre a Violência contra
a Mulher, organizado por uma comissão da área da saúde
pública (DST/AIDS/SP) e pude constatar que era a primeira vez
que uma advogada pública participava de um evento nessa
área.
E mais. Dentro dos associados ibapianos, posso
apontar vários colegas que passaram a tratar do assunto motivados pelo
curso PLP.
O IBAP é a entidade pioneira da área
jurídica que trouxe ao mundo os operadores do Direito, a questão
da discriminação e desigualdade com que são tratadas as
mulheres (e, igualmente, a pessoa portadora de
deficiência).
Nos próximos dias, colocaremos na home-page a
programação do 5º Curso das Pormotoras Legais Populares e as
sugestões serão bem vindas.
Saudações a todos.
Ana Lúcia Câmara (Procuradora do
Estado/SP e Diretora do IBAP)
