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Lista: ibap (Fique atento: dicas no rodape!)
Mensagem enviada por: "adami" <[EMAIL PROTECTED]>
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Prezado Pinheiro Pedro
Voce tem toda raz�o. Vale a pena sim, e muito.
A an�lise do Vilmar esta lastreada na experi�ncia acumulada ao longo de
anos.
Acima de tudo, vejo-a tranquila e sincera.
Na �poca em que presidi Comiss�o de Direito Ambiental da OAB/RJ(91/93),
participamos da campanha de reativa��o do CONEMA - Conselho Estadual de Meio
Ambiente, o qual o Governo do Estado paralisara h� dois anos. Durante um
tempo funcionou, e hoje pouco se houve falar, embora o dispositivo
constitucional que preve suas atribui��es  permane�a intacto.
E com certeza, esta an�lise de atua��o de  organiza��es n�o governamentais
extrapola o campo ambiental, e avan�a para todas as �reas de movimentos
sociais e luta contra a discrimina��o.
Deve ser ponto de reflex�o, inclusive, para o MP.
Achei particularmente interessante a abordagem da luta pelos financiamentos.
Estou repassando-a, tamb�m, para a Listas de Discuss�o do IBAP e ambiente-rs
humberto adami
[EMAIL PROTECTED]
-----Mensagem original-----
De: Antonio Fernando Pinheiro Pedro <[EMAIL PROTECTED]>
Para: direito ambiental <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
Cc: Direito da Cidade <[EMAIL PROTECTED]>
Data: S�bado, 31 de Julho de 1999 01:00
Assunto: [DTOAMBIENTAL] En: considera��es sobre ONG's


>-----------------------------------------------
>Lista: dtoambiental (Fique atento: dicas no rodape!)
>Mensagem enviada por: "Antonio Fernando Pinheiro Pedro"
<[EMAIL PROTECTED]>
>----------------------------------------------
>
>
>Amigos listeiros,
>
>Vale a pena conferir esta troca de pontos de vista de nossos ambientalistas
>cariocas.
>[]s.
>AFPP
>
>-----Mensagem original-----
>De: Antonio Fernando Pinheiro Pedro <[EMAIL PROTECTED]>
>Para: Vilmar Berna <[EMAIL PROTECTED]>
>Data: Sexta-feira, 30 de Julho de 1999 23:22
>Assunto: Re: considera��es sobre ONG's
>
>
>>Caro Vilmar Berna,
>>
>>Li com aten��o sua manifesta��o e fiquei bastante impressionado com a
>>precis�o e abrang�ncia de sua an�lise.
>>Discordo, apenas, dos elogios que fez ao PROAONG, cujo teor clientelista
>era
>>evidente, embora nunca confessado...
>>No mais, parab�ns pelo posicionamento.
>>Vou divulgar seu posicionamento para nossas listas de Direito Ambiental e
>>Direito da Cidade, visto a import�ncia do tema.
>>Um abra�o.
>>
>>Antonio Fernando Pinheiro Pedro
>>Advogado
>>
>>
>>-----Mensagem original-----
>>De: Vilmar Berna <[EMAIL PROTECTED]>
>>Para: Dora Hees de Negreiros <[EMAIL PROTECTED]>
>>>Data: Quinta-feira, 29 de Julho de 1999 11:28
>>Assunto: Re: considera��es sobre ONG's
>>
>>
>>>Interessante, Dora, e obrigado pela troca de experi�ncia e pela
>>oportunidade
>>>de me permitir refletir melhor sobre o assunto.
>>>
>>>Penso que a atua��o em defesa do meio ambiente admite diversas formas
>>>diferentes de organiza��es e n�o acho que exista competitividade entre
>ONGs
>>>de Combate e Profissionais, ou melhor, desejaria que n�o existisse, pois
>>>considero que s�o trabalhos complementares. As ONGs de combate, mais que
>as
>>>profissionais, abrem espa�o atrav�s de suas t�ticas eco-chatas para
>>>pol�ticas p�blicas e gest�o compartilhada da quest�o ambiental, espa�o
>>>ocupado invariavelmente pelas ONGs profissionais, que possuem os quadros
>>>t�cnicos e a compet�ncia para a execu��o.
>>>
>>>Penso ainda que estamos no in�cio da constru��o do movimento pela
>cidadania
>>>ambiental em nosso pa�s, que este ainda � um movimento muito recente, e
>por
>>>isso temos todos de aprender ainda muito uns com os outros. Tanto
>>>'ambientalistas-de-combate' quanto 'ambientalistas-profissionais', pois
>>>longe de sermos advers�rios, somos aliados de uma luta comum, que � a
>>>preserva��o do meio ambiente. Por isso preferi concentrar meus esfor�os
na
>>>acelera��o deste amadurecimento e hoje sou mais um jornalista ambiental
>que
>>>dirigente de ONG de Combate, al�as, deixei de ser presidente dos
>Defensores
>>>da Terra em mar�o deste ano e, al�m de ser editor do Jornal do Meio
>>>Ambiente, ajudei a fundar uma ONG profissional, a Coopernatureza,
>portanto,
>>>nestes 15 anos, estive dos v�rios lados do 'balc�o', levando em conta que
>>>tamb�m j� fui administrador p�blico (diretor de meio ambiente na
>Prefeitura
>>>de S�o Gon�alo e Coordenador de Projetos Comunit�rios e Educa��o
Ambiental
>>>na Companhia de Limpeza de Niter�i).
>>>
>>>Neste per�odo, pude ver e participar de muita coisa e, sem formar ju�zo
de
>>>valor, mas apenas refletindo sobre o que vi na realidade, concordo que as
>>>ONGs sejam todas de a��o, afinal procuram agir para mudar as coisas, mas
>h�
>>>uma diferen�a fundamental entre elas, diferente da realidade americana,
>>onde
>>>os cidad�os-ambientais se contentam em serem colaboradores financeiros de
>>>ONGs profissionais de combate, como o Greenpeace, que voc� citou. No
>Brasil
>>>n�o temos esta cultura, at� por que os brasileiros desconfiam muito da
>>>seriedade na aplica��o de seu dinheiro doado. Aqui, estes
>>>cidad�os-ambientais preferem doar seu tempo livre, n�o seu dinheiro.
>Assim,
>>>temos gar�ons, donas-de-casa, profissionais liberais, aposentados, etc.,
>>que
>>>em seu tempo de folga se dedicam a denunciar problemas ambientais e v�o
>aos
>>>poucos tomando gosto pela coisa e podem at� se profissionalizar na �rea.
>>>(Aqui, para que cidad�os-doadores d�m certo eles precisam de uma vantagem
>>>imediata, camiseta, livro, cart�o de afinidade, etc. S� por amor, neca.)
>>>    S�o os cidad�os-ambientais que integram a maiora das ONGs que chamo
de
>>>combate, muitas vezes lideradas por INGs (Indiv�duos N�o-Governamentais),
>>>que t�m uma vis�o mais cidad�, mas combativa das quest�es - e �s vezes
s�o
>>>movidos pela vaidade, ou vontade de aparecer, mas que acabam sendo um
>>>instrumento para o avan�o das lutas ambientais. � aquela hist�ria de
>>>escrever certo pelas linhas tortas. Essas pessoas, que formam as ONGs de
>>>combate, s�o movidas a romantismo, amor pela natureza, t�m muito pouco a
>>>perder, fazem um trabalho volunt�rio, dessa sua luta volunt�ria e cidad�
>>n�o
>>>dependem nem seu emprego nem neg�cio algum, n�o precisam contemporizar
>seus
>>>pensamentos nem a��es, medir suas palavras, e invariamente dividem o
mundo
>>>equivocada e simplesmente em bons e maus para o meio ambiente: bons est�o
>>do
>>>lado dos ambientalistas e maus do lado das empresas e governos. Formar
uma
>>>lideran�a ambientalista nestas condi��es leva tempo, uns cinco anos, e
>>>durante este per�odo � um milagre que as pessoas permane�am na luta pois
o
>>>que mais contabilizam s�o derrotas ambientais que vit�rias, al�m de
>>roubarem
>>>seu tempo livre dos estudos, da fam�lia, do trabalho. �s vezes, s� mesmo
o
>>>prazer de ver o nome divulgado no jornal, ser procurado pela m�dia, ser
>>>reconhecido socialmente mant�m essas pessoas atuantes. Muitas abandonam a
>>>luta antes disso,acumulando ressentimentos e amarguras. Por isso nosso
>>>chamado movimento ambientalista t�m tantos INGs e tantos egologistas (que
>>>cultivam o ego), temos tantas pessoas mal-humoradas e ranzinzas, temos
>>>tantos ecologistas comprometidos com partidos pol�ticos de esquerda, pois
>>>estes partidos s�o formadores de lideran�as pol�ticas que s�o sens�veis
�s
>>>quest�es da cidadania, embora n�o tenham - como no passado, quando os
>>>partidos estiveram na clandestinidade - a orienta��o de aparelharem o
>>>movimento . Por isso costumo dizer que os eco-chatos s�o preciosidades
que
>>>ainda foram muito pouco estudados e menos valorizados ainda pelos
>>cientistas
>>>sociais. E sempre que encontro um eco-chato, procuro dar aten��o e
>>>estimul�-lo para permanecer na luta, e sempre que posso contribuo de
>alguma
>>>forma para ajudar no seu amadurecimento, na amplia��o de sua capacidade
de
>>>di�logo. � uma pena que n�o tenhamos cursos - com bolsas - para esses
>>>esp�cimes raros (devem ser no m�ximo uns 50 em todo do Estado do Rio de
>>>Janeiro), que atuam como fermento na massa e poderiam ser muito mais
>>>eficazes se aprendessem um m�nimo de t�cnicas. Tentei trazer para o Rio a
>>>experi�ncia que considerei maravilhosa que o F�bio Feldmann implantou em
>>S�o
>>>Paulo, o Projeto PROAONG, para instrumentalizar, capacitar, melhorar a
>>>atua��o das ONGs de combate, mas n�o consegui. Lembro de ter falado com o
>>>Maur�cio Lobo, com o Perri, e com tantos outros. Apresentei uma
iniciativa
>>>legislativa atrav�s do Minc, mas tamb�m n�o deu em nada. Paci�ncia.
Talvez
>>>um dia...
>>>
>>>J� as ONGs que chamo de profissionais at� t�m vis�o cr�tica a cerca dos
>>>problemas ambientais, mas n�o se exp�em para n�o se inviabilizarem mais
>>>tarde nas parcerias com governos e empresas para a execu��o de projetos e
>>>obten��o de fundos. At� por que s�o em sua maioria formados n�o por
>>>eco-chatos volunt�rios, mas por profissionais iriundos da academia ou da
>>>pr�pria administra��o p�blica. Essas ONGs n�o disp�em de energia e
quadros
>>>para as desgastantes reuni�es de constru��o de coletivos como APEDEMAs,
ou
>>>participa��es gratuitas em Conselhos, ou reuni�es sempre desgastantes com
>>>autoridades para discutir decis�es muitas vezes equivocadas dessas
>>>autoridades, como liberar empreendimentos sem EIA/RIMA e nunca - nunca -
>>>entram com a��o na Justi�a ou den�ncia em Minist�rio P�blico contra
>>empresas
>>>e autoridades, principal atividade das ONGs de combate. At� podem
>organizar
>>>manifesta��es e atos p�blicos, mas raramente se reveste de car�ter
>>>reivindicat�rio ou de den�ncia, ficando mais no campo da educa��o
>ambiental
>>>em parceria com os governos.
>>>
>>>O problema � quando autoridades sem escr�pulos, movidas pela l�gica
>>>pol�tica, tendem a evitar e se proteger das ONGs de combate, que acusam
>>>pejorativamente de pol�ticas, e buscam apoio nas ONGs profissionais, que
>>>justificam como t�cnicas. Fazem conv�nios, liberam recursos, executam
>>>projetos conjuntos e anunciam para a sociedade com pompa e circunst�ncia
>>que
>>>sua administra��o trabalha com as ONGs. Acabam gerando uma esp�cie de
>>>ressentimento das ONGs de combate contra as profissionais, quando
deveriam
>>>se verem com aliadas. E as ONGs profissionais n�o t�m uma estrat�gia de
se
>>>aproximarem das ONGs de combate, at� por que aiinda h� muito preconceito
>>>entre elas e baixa compreens�o do exato papel de cada uma neste processo
>de
>>>contru��o da cidadania ambiental no Brasil. Dividem-se equivocadamente em
>>>pol�ticas e t�cnicas, amadoras e profissionais, o que impede que atuem
>como
>>>aliadas.
>>>    As autoridades s� n�o explicam com que tipo de ONGs est�o fazeno
>>>parceria, e como este � um assunto muito interno do movimento, para a
>>>sociedade fica parecendo que h� de verdade uma sincera abertura da
>>>autoridade com as ONGs. A autoridade se aproveita da situa��o - e de uma
>>>certa cumplicidade, ou ingenuidade das ONGs profissionais - para se
>>>justificar diante dessa opini�o p�blica que sua administra��o sofre uma
>>>injusta persegui��o de algumas  ONGs, mas que s�o um grupo isolado com
>>>objetivos pol�ticos aparelhados por partidos e futuros candidatos, sem
>>>siceridade, portanto, que suas reivindica��es n�o s�o justas.
>>>    As ONGs profissionais, por serem poucos os recursos e poucos os
>quadros
>>>t�cnicos dispon�veis, precisam concentrar o foco nos projetos em que
>>>obtiveram os recursos. Usam a t�cnica do farol. Concentram-se na execu��o
>>do
>>>projeto-alvo e lan�am sombra sobre os demais assuntos. J� as ONGs de
>>combate
>>>mant�m a luz sobre tudo, s�o mais generalistas. Seu foco � mais sobre uma
>>>regi�o e n�o sobre um projeto. Assim, opinam sobre quase tudo, enquanto
as
>>>ONGs profissionais procuram opinar - e a� opinam bem - sobre o objeto de
>>seu
>>>foco. S� que n�o h� um interc�mbio entre elas, o que gera mais e mais
>>>ressentimentos. As ONGs profissionais tendem a se especializar cada vez
>>mais
>>>num determinado assunto e, de uma certa forma, precisam ser vistas pelas
>>>ag�ncias financiadoras como uma not�ria especialista no tema, da� a
>>parceria
>>>com outras ONGs podem se tornar na verdade uma perda de energia e de
>imagem
>>>na hora de obten��o de fundos. Assim, tem ONGs que se tornam 'donas' da
>>mata
>>>atl�ntica, da tartaruga, do mico-le�o, da amaz�nia, do nuclear, da
>>>biodiversidade, dos oceanos, dos manguezais, e por a� vai, numa disputa
>>>fren�tica por espa�o na retina dos financiadores.
>>>    Acho que por hoje j� basta, mas nem consegui entrar na internaliza��o
>>da
>>>quest�o ambiental por outros segmentos, como o das empresas de
consultoria
>>e
>>>das v�rias empresas privadas que come�aram a atuam principalmente no meio
>>>ambinete industrial. Disputam espa�o com as ONGs profissionais junto aos
>>>financiadores brasileiros. Mas a� j� � outra hist�ria.
>>>    Tem ainda o fato de at� agora n�o se ter criado no Brasil um curso
>>>regular para a forma��o de agentes de capta��o de recursos para projetos
>>>ambientais, uma atividade para poucos iniciados, disputados a tapa, num
>>pa�s
>>>com milhares de bi�logos, engenheiros florestais, agr�nomos desempregados
>e
>>>que poderiam se tornarem executivos de obten��o de fundos. No Brasil est�
>�
>>>uma atividade ainda meio marginal, como se fosse pouco nobre, quando nos
>>EUA
>>>j� existe at� uma Associa��o Nacional dos Executivos de Obten��o de
>Fundos.
>>>Quem sabe alguma universidade de Interessa. J� encaminhei proposta para a
>>>UERJ/Nuseg, Faculdade da Cidade e Faculdade Carioca, mas quanto maior a
>>>institui��o, maior a burocracia, maior a lentid�o. � nisso que d�
estarmos
>>>sempre nadando contra a corrente, defendendo paradigmas novos diante de
>>>culturas antigas. Paci�ncia...
>>>Um abra�o e obrigado, mais uma vez, por me ter permitido dividir com voc�
>>>estas reflex�es.
>>>Vilmar
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>-----Mensagem original-----
>>>De: Dora Hees de Negreiros <[EMAIL PROTECTED]>
>>>Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
>>>Data: Quinta-feira, 29 de Julho de 1999 08:35
>>>Assunto: considera��es sobre ONG's
>>>
>>>
>>>Prezado Vilmar:
>>>Recebi a sua mensagem e gostaria de participar da reflex�o nela proposta.
>>>Nos Estados Unidos classificam as ONG's em "pro-active" e "re-active" .
>>>Todas s�o de a��o, mas algumas dedicam-se �  rea��o,  den�ncia,
>>>fiscaliza��o,
>>>o que � uma especialidade e precisa ser bem feita.
>>>
>>>Todas s�o de combate: combatem a destrui��o ambiental, as diferen�as
>>sociais
>>>e procuram interferir nos processos de gest�o ambiental, umas
participando
>>>diretamente e as outras fiscalizando e denunciando irregularidades.
>>>
>>>E profissionais, se n�o forem todas, n�o sobreviver�o nestes tempos
>>>modernos.
>>>
>>>A GREENPEACE, talvez o maior exemplo de ONG  re-ativa � certamente muito
>>>profissional em tudo o que faz.  Atua no mundo todo e movimenta milh�es
de
>>>d�lares. Imagino que tenha um processo gerencial altamente sofisticado.
>>>
>>>O importante � que as ONG's s�o espa�os em que todos podem participar,
>cada
>>>um com as suas especialidades e dentro de suas possibilidades e
>limita��es,
>>>para melhorar o mundo em que vivemos.
>>>Em Washington D.C. visitei uma ONG que atua fazendo lobby no Congresso-
>s�o
>>>jornalistas que transformam as mensagens contidas em relat�rios t�cnicos
>>>indigestos em  mensagens de f�cil compreens�o para os congressistas, e
>>fazem
>>>press�o.
>>>
>>>O IBG seria uma ONG pro-ativa pois dedica-se preferencialmente �
>realiza��o
>>>de projetos. Temos investido no aprimoramento do nosso processo de gest�o
>>>interna, e procuramos dividir o que aprendemos com as outras ONG's. A
>>>professora Susana Feichas, da EBAP da Funda��o Getulio Vargas nos deu um
>>>curso de Gest�o de ONG's para o qual convidamos todas as ONG's.
>>>Aprendemos que espa�o dos amadores esta diminuindo. Assim como as
>empresas,
>>>as ONG's , tanto as pr�-ativas como as re-ativas, e cada qual com a sua
>>>miss�o,  precisam se organizar e se capacitar para atuar nestes novos
>>>tempos.
>>>
>>>                                        Um abra�o
>>>                                                Dora
>>>
>>>Dora Hees de Negreiros
>>>Superintendente
>>>Instituto Ba�a de Guanabara
>>>Rua Maestro Fel�cio Toledo 495 sla 1108
>>>Centro  Niter�i RJ  CEP: 24030-102
>>>[EMAIL PROTECTED]
>>>http://www.ability.com.br/ibg
>>>
>>>
>>>
>>
>
>-----------------------------------
>Dicas:
>1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em:
>http://www.pegasus.com.br
>2- Pegasus Virtual Office
>http://www.pvo.pegasus.com.br
>

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Dicas:
1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em:
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2- Pegasus Virtual Office
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