Recebi de um amigo da época do Cefet (tome lá 22 anos passados). O mais legal é o raciocínio dos franceses (e de todo mundo) no "descansa ombros" do empreguismo. Todo acha que o governo tem que dar emprego e garantir que ninguém será demitido, mesmo que seja um mané. Trabalho no meio de 400 funcionários públicos, talvez uns 40 deles, no máximo, mereçam o salário que recebem, os demais, só atrasam o barco, podendo até afundá-lo. E não são mais idôneos que o pessoal do mensalão, só não tiveram as oportunidades.
 
Bom, isso é outro assunto, é questão de guilhotina generalizada, exige muito chope e constrangimento. Vai, abaixo, o comentário sobre os franceses:
 
Abraço,
AA
 
(...)
 
Sou um francófilo. A covardia, a preguiça e o culto aos prazeres da mesa são características do país que me atraem. Mas essas manifestações recentes dão nos nervos. Eles não entendem que só podem ser demitidos se, primeiro, tiverem um emprego. E só terão emprego se puderem, caso necessário, ser demitidos.
(Leo - De Gustibus)


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