Claro que as moçoilas estão livres para fazerem sua
lista com machos fatais - mas atenção AKA, não vai fazer
sua relação de BOFES FATAIS citando gordões que podem
matar por esmagamento.
Muito antes do cinema eu era apaixonado por quadrinhos e
as primeiras gatas apareceram neles, coisa de garoto,
nada de Zéfiro, uma das minhas primeiras musas era uma
simples moça com rosto humano que apareceu numa história
do Mickey, em uma série em que ele era agende da
Interpol.
Diana Palmer, Jane (a do Tarzan) e a Narda também
fizeram parte deste universo ainda infantil e romântico,
mas a que marcou mais esta infância inocente foi
certamente uma pouco conhecida heróina que na verdade
era mais coadjuvante dos personagens principais, Jar-El
e Natongo, conhecidos como "Irmãos de Lança" (epa!) e
que apareciam em revistas do Tarzan publicadas pela
Ebal.
Jar-El era um príncipe, provavelmente de algum país
indiano e que era irmão de lança de Natongo, um indígena
negro, chefe de alguma tribo desconhecida, certamente da
Äfrica.
Apesar da conotação gay que nos dias de hoje tal
parceria poderia trazer eram histórias de aventuras e
ambos eram casados, sendo que Jar-El era casado com a
princesa Tavane e Natongo com sua princesa que não
lembro mais o nome.
Gostava tanto da princesa Tavane que em algum momento da
minha infância prometi a mim mesmo que daria este nome a
minha filha e é assim que efetivamente a mocinha se
chama.
Pouco depois conheci o tal Zéfiro mas ele não tinha uma
personagem e sim rostos que mudavam e não tinham nome,
não dava pra lembrar deles, só que acabei criando minha
própria personagem inspirada em Zéfiro e em outra obra
um pouco mais conhecida, "Os perigos de Pauline" que
conheci também em uma HQ.
Nem lembro o nome de minha personagem, só sei que
cheguei a imprimir um série de 3 ou 4 livros no melhor
estilo Zëfiro, feitos em mimeógrafo a alcool e que
fizeram muito sucesso, tanto que não me sobrou sequer um
original.
Mas bem antes de eu começar a imitar os autores de HQ e
também começar a conhecer os grandes feras veio o
cinema, com suas musas e é delas que pretendia falar.
Acredito que a primeirona de todas foi a atriz de King
Kong, é um dos filmes mais antigos que me lembro, a
mocinha era tão fatal que matou o gorilão de puro amor.
A Jane do Tarzan se materializava nas telas, acho que
nunca era a mesma, mas a personagem era sempre uma só.
Em seguida veio a Dale Arden, de Flash... protótipo de
loira burra que ficava o tempo todo gritando e só era
fatal porque se o Flash tava sempre entrando em apuros
para salvá-la.
Teve outras ... claro, mas seria expremer demais a
cabeça para lembrar.
Então veio a Sonia Braga, mulher que povoou meus sonhos
de juventude e não é por acaso que minha primeiria
mulher tinha muito da Sonia, talvez mais das personagens
que da própria atriz, pois adorava a tal da Moreninha de
Paquetá, assim como a Dona Flor me fez ... como direi:
fazer muitos exercícios manuais ;8))
Raquel Welch saindo do mar em "O Satânico Dr No" ou a
garota pintada de dourado em "Golfinger" foram só o
começo das fantásticas mulheres que apareciam nos filmes
do James Bond ... sempre recheados de femeas fatais.
Naturalmente Sharon Stone marcou época ... não só pela
fantástica cruzada de pernas, mas por todo o conjunto e
interpretação magnífica que acabou misturando atriz e
personagem num arquétipo que ainda funciona.
E quem não lembra das cenas finais de Alien, com a
Sigourney (maravilha) Weaver vestindo aquelas roupas
minúsculas...
E por falar em maravilha... não podemos esquecer de "As
Panteras" e da própria mulher Maravilha que povoaram as
mentes da garotada e ainda deixam saudades pois essas
panteras modernas não tem bunda, não tem peito, não tem
cérebro ... só sabem pular e fazer careta.
Onde estava mesmo?
Ah, ia me lembrar da belíssima Linda Hamilton quando fez
a inocente loirinha do primeiro "Exterminador do
Futuro", fatalíssima a moça.
Mesmo antes de fazer a mais sensual de todas as
mulher-gato a bela Michelle Pfeiffer já tinha me
seduzido em montes de filmes... pra falar a verdade
qualquer um do qual participasse, bota fatalidade
naquela loirinha com cara de anjo.
Em que ano estou?
Ah, deixa eu voltar um pouco ao passado e lembrar da
Gigliola Cinqueti em seu adocicado "Dio come ti amo"...
putz, tempo bom aquele em que um olhar ou um tom de voz
fazia toda a diferença.
Mas nada contra o corpão voluptuoso e foi isso que me
conquistou na bela andróide de Blade Runner, uma das
femeas mais fatais (literalmente) no cinema.
Uma Thurman demorou pra me conquistar, mas quando o fez
foi pra sempre ... eita mulher porreta de sensual sô e
fatalíssima, ainda mais manipulando uma katana no
recente Kill Bill.
Aquela ex do Stallone... como é mesmo o nome? Aquela que
tem pernas mais altas que a imaginação, péssima atriz,
mas que fêmea.
Ah ... não podia deixar de lado a Katlen Turner, que com
seu jeito desengonçado e cara de brava acaba
conquistando a gente mais por mérito do que por
atributos físicos.
Cameron Diaz já foi motivo de excitação, principalmente
em seu papel em "O Máskara", mas ficou tão sem graça que
perdeu o posto de femea fatal, está mais pra chatinha
metidinha, a quem sempre parece faltar alguma coisa.
O contrário dela, sobrando em sensualidade e
principalmente em estilo é aquela maravilhosa negra que
sempre interpreta a si mesma ... como é mesmo o nome?
Pó, vou ter que apelar para o IMDB ... não, não vou,
vocês que lembrem aí, é QQ-coisa Jones, eu acho,
trabalhou num Conan, trabalhou num 007 ... sempre linda
e sempre fatal.
E para encerrar (ou não deixo femeas pra vocês) a que
mais polêmica causa quando digo que é mulheraço ...
Barbra Straisand, que tem a coragem de assumir um
narigão feioso e mesmo assim continuar linda,
inteligente e com uma voz capaz de derrubar o mais
machão dos machões.
Certamente esqueci algumas, mas num universo deste e com
tantas lembranças boas ... quem está se preocupando ;8))
Ah ... claro que não podia esquecer a principal de
todas, ZDLIA, minha Femea Fatal que não faz parte de
filme nem de HQ, mas da vida real, desde que me derrubou
quando a vi pessoalmente a primeira vez e nunca mais
consegui sair de perto ... teve outras, claro, mas estas
foram fatais a sí mesmas ;8))
Grande abraço,
Divino Leitão
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Pra rir e pensar (não necessariamente nesta ordem)
Mulher reclama da dor de parto porque nunca levou um chute no saco.
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