Olá Ângelo!


Ângelo Acauã escreveu em 7/9/2006:

Â> Curioso isso, pq eu justamente estudava esse assunto com mais
Â> profundidade. Aqui na nossa empresa, a LA2, avaliamos o tempo todo
Â> o retorno co mpublicdade versus o custo que investimos.

Â> Pois bem, há uma tendência cada vez mais forte para as mídias
Â> alternativas (carro de som é uma delas). Se executado dentro de
Â> parâmetros profissionais, controlados, dá muuuuito retorno, lógico,
Â> dependendo do que se quer promover. Para políticos, não vejo opção.

Bem...  q  parametros profissionais sao estes? decibeis, frequencia de
giros nos locais, escolha destes locais?

eu só sei o seguinte: carro de som é desprezo por qualidade de vida. é
investir  na  poluiçao  sonora  cada  vez  mais  presente  na vida das
pessoas,  fazendo-as  a  "acostumarem-se"  com uma balburdia que deixa
todo mundo nervoso, sem nem saber por que.

Já  basta  entrar em lojas e ouvir aquele som sobre a minha cabeça, já
basta  certos  locais colocarem radios comunitarias nas ruas. Já basta
qualquer  restaurantezinho  ter TV (sempre ligada na BOBO, claro!) com
aquele  bla bla bla que ninguém discrimina e aquela luz azul que torna
todos  meio  gansos,  com seus pecoços esticados para olharem algo sem
ver  (reflexo  condicionado, só pode!). Se não tem tv tem radio. Saco!
Tem veiculos publicos com musica, tem onibus com tv!!!

Pausa para estorinha: certa feita eu voltava de Macaé para Nikiti city
e  tive que pegar, pelo horario, o onibus mais caro, porque tinha tv e
rodomoça.  Achei  a  viagem  sur-re-al.  Um tela de 14 pol passando um
filme  legendado  que  só  era lido em ateh duas fileiras de poltranas
atras.  Alem do que o filme era de monstro numa selva. Conlusao: horas
ouvindo  um rrroarrr, rrroaaarr, rrrroaaarr. Tentei um lobby junto aos
passageiros  proximos  mas  tudo  que  recebi  de  volta foram olhares
vazios.  Achei  que  quando  saisse  dali  iria  direto  para uma sala
acolchoada :) Eu posso rir agora, mas na hora foi muito desgastante!


Eu  juro  que acho certas situaçoes coisa de maaaaluco!. Mas o pior eh
que  cada  vez  mais  pareço ser a unica incomodada ou ao menos que se
manifesta  (o  que tem me gerado certas avaliçoes de personalidade não
muito  lisonjeiras:),  porque  se  tem  gente que não gosta tambem não
reclama:  leia:  "eu  heim?  para  que? não gosto mas tem gente que
gosta", ou "não gosto de criar confusao a toa", ou "não adianta mesmo"
ou  "voce  não  vai  mudar  o  mundo" ou etc etc etc (brasileiro é tao
bonzinho, tao cordato nao?)

Enfim,  vou me mudar para Finlandia, terra do nokia, mas ateh onde sei
tem uma cultura de respeito ao proximo, onde todos falam baixo, e onde
reina  um  pusta  silencio  nas  ruas  ou  locais  publicos, que deixa
espantados os brasileiros que la vao.

Helen

AP, jah escrevi ao prefeito da minha cidade sobre os carros de som.





 
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