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O que deu no Globo:

Política econômica traz resultados positivos, diz Sardenberg
A economia está gerando empregos, os salários reais estão em alta, a
inflação está no chão e o crédito concedido às pessoas físicas
aumentou espetacularmente nos últimos três anos. A avaliação é do
jornalista Carlos Alberto Sardenberg, em artigo publicado no jornal O
Globo de ontem.

Segundo Sardenberg, a inflação medida pelo Índice de Preço ao
Consumidor Amplo (IPCA), que determina o custo de vida para famílias
com renda de até 40 salários mínimos, foi de 3,8% nos 12 meses
fechados em agosto, classificada por ele como "muito baixa". O
jornalista lembrou que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preço
ao Consumidor (INPC) foi ainda menor, de apenas 2,8%. "Quando caem os
preços de alimentos, todos se beneficiam, mas a percepção positiva é
maior entre os mais pobres, em cuja renda da alimentação tem um peso
maior. Igualmente, o crédito pessoal expandiu-se para as classes C e
D", disse.

Para o deputado Carlito Merss (PT-SC), os analistas econômicos estão
sendo honestos em suas análises, despindo-se de qualquer viés
ideológico. "Eles estão começando a constatar os resultados de uma
política austera, séria e responsável adotada pelo governo Lula", afirmou.

Segundo o deputado Jorge Bittar (PT-RJ), os analistas estão
constatando o que a maioria da população brasileira já constatou no
cotidiano, que a economia em um todo está mais estável e não vive as
oscilações que viveu no passado. Para ele, isso revela o acerto da
política econômica do governo Lula e mostra que, ao contrário do
alguns afirmavam no começo deste governo, não tem nada a ver com a
adotada pelo governo anterior. "O governo Lula está mostrando que é
possível impulsionar o crescimento e, ao mesmo tempo, fazer a
distribuição de renda. Esta é a razão pela qual o presidente Lula está
caminhando para vencer as eleições no primeiro turno", disse.

A última edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad)
mostrou que todas as faixas de renda tiveram aumento real em 2005
sobre 2004, com a média de 4,6%. O grupo das pessoas colocadas entre
os 20% e 30% mais pobres, com renda média de R$ 299, teve ganho
superior a 10% efeito do reajuste do salário mínimo.

Pelos números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), 20,5 milhões de pessoas estavam trabalhando em agosto, nas
seis principais regiões metropolitanas, contra 19,9 milhões um ano
atrás. Portanto, uma geração de 600 mil vagas. "A recuperação da
economia de 2004 para cá traz um alívio imediato especialmente para os
mais pobres", disse Sardemberg.



http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=24523

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=24603

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=24617

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=24659

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=24609

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=24551

http://www.adital.com.br/site/tema.asp?lang=PT&cod=22

Para refletir :)
evaldo





 
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