A Vingança dos derrotados

Em 12 de janeiro
 1964

Este é o ano que divide as águas brasileiras. Não apenas as do Amazonas e Rio 
Negro, mas as almas de todos nós. O certo e o errado, a verdade e a mentira. 
Depois de termos vivido os tempos de paz e prosperidade que o movimento 
democrático militar nos proporcionou, assistimos, todos os dias, impotentes, a 
mentira ser jogada, empurrada, cuspida contra o povo que eles dizem adorar. 

"Ontem à tarde à porta da estalagem 
falava o homem das cidades.
Falava comigo também.
Falava da justiça e da luta para haver justiça
e dos operários que sofrem 
e dos pobres que têm fome
e dos ricos que só têm costas para isto.
E olhando para mim, viu-me lágrimas aos olhos 
e sorria com agrado julgando 
que eu sentia o ódio que ele sentia 
e a compaixão que ele dizia que sentia."    (Fernando Pessoa)

Velhos e moços, crianças na sétima série, todos são massacrados com a idéia de 
que nossos soldados foram uns brutamontes cruéis e carniceiros, babando sangue, 
atacando coitadinhos inocentes só porque não pensavam como eles. 

Eis a razão deste engodo: A VINGANÇA DOS DERROTADOS.

Em que consiste esta vingança, e em que consiste esta derrota? Eu não teria 
meios para descrever com toda a precisão histórica aquilo que eu sei e que 
muitos ainda sabem e são obrigados a guardar no coração, no silêncio, na 
perplexidade. Tirando um artigo ou outro, que logo é esquecido, tirando alguns 
poucos livros editados pela Bibliex e que só são lidos por militares, ainda não 
tínhamos visto um trabalho de peso que nos contasse a Verdade com tantas provas 
e documentos, diante dos quais até os maiores inimigos do nosso Exército se 
calam. E boicotam o livro, é claro.

Coube ao Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra realizar um trabalho magistral.

 A VERDADE SUFOCADA – A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça 
(Compre aqui)

 
São 540 páginas de um texto leve, bem escrito, ponderado e sobretudo preciso e 
verdadeiro. Um livro escrito com amor. Descobre-se ali a alma boa deste homem 
que hoje é acusado em juízo porque o rancor e o ressentimento dos inimigos do 
Brasil não suportavam ver nossos soldados não serem perseguidos e vingados. Só 
as indenizações milionárias para terroristas e assassinos não era suficiente. 
Escolheram a ele, mas escolheram mal. Não podiam imaginar que a verdade seria 
contada, que as mentiras dos guerrilheiros e terroristas que disseminaram o 
ódio e o sangue seriam reveladas com tanta documentação, com a tranquila paz 
daqueles que combatem por Deus e pela Verdade.

Quantas e quantas vezes ouvi de pessoas sérias que minha posição em favor dos 
militares precisava ser revista, que as torturas e mortes eram comprovadas.... 
e eu não tinha documentos para provar nada. Agora tenho, pois está tudo ali. 
Agora podemos voltar a dizer bem alto: o movimento militar de 1964 foi uma 
exigência do povo brasileiro, um chamado do Congresso Nacional que exigiu dos 
militares que salvassem o Brasil. As medidas de exceção só existiram porque os 
militares foram sendo acuados por uma guerrilha cubana, alimentada por Moscou, 
anterior a 1964, e que afirmava, em palavras e em ações terroristas, seus 
desígnios: implantar no Brasil a luta armada, a ditadura do proletariado, essa 
mesma que está por aí na sarjeta da história exalando ainda um resto do fedor 
do seu apodrecimento e de sua derrota. 

O Cel. Ustra mostra muito bem que nunca houve uma ditadura militar no Brasil. 
Houve, sim, uma Contra-Revolução derrubando a ditadura comunista, assassina, 
totalitária e vergonhosa. E repito: as medidas de exceção só existiram para os 
guerrilheiros e seus fomentadores; no meio desta guerra, o povo vivia feliz e 
livre, e esta foi a maior vitória dos nossos militares.

 E como este livro é um “cala-boca” magistral, só podia ser boicotado. Pelo seu 
teor, faria a festa de qualquer grande editora. Mas elas fazem parte da gangue, 
e não quiseram editá-lo. Pela farta documentação e precisão histórica, este 
livro merece largamente os Prêmios das Academias, mas hoje só se premia os 
autores politicamente corretos, ou seja, de esquerda. Sabem quantas livrarias o 
vendem, em todo o Brasil? Quatro! Porque? Se a esquerda fosse tão confiante em 
si mesma, não se importaria e teria argumentos para combatê-lo. Mas não tem, e 
boicota.

Por isso, abrimos as portas da nossa Permanência, porque somos brasileiros, 
patriotas, e queremos ver nossos jovens conhecendo a verdade e não a mentira.

Dom Lourenço Fleichman OSB

Ordem de São Bento

www.permanencia.org.br/




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