Prezado Fernando, Fechou com chave de ouro quando refere que a Agricultura � cada vez mais Ecletica. N�o ser� de estranhar que na minha mensagem anteveja tamb�m essa necessidade e que portanto reconhe�a as insufici�ncias de hoje, muito embora outras pessoas n�o entendam assim. Parab�ns pelo seu desafio. Obrigado pelo attachmen. Fazia tempo que n�o via um di�logo t�o acalorado. Quanto ao Sr Eng.o Guilherme Giorgi Lacerda, entre concord�ncias e discord�ncias, tenho a agradecer o empenho com que confrontou os meus coment�rios. Obrigado por concordar com alguns coment�rios.O Sal Cisne � �timo! Soltinho , com qualidade. Parab�ns. N�o julguei merecer tal audi�ncia e n�o procurei notoriedade. Mas se os temas foram t�o bem respondidos, ainda que n�o possa aceitar todas as considera��es das respostas, estas valeram pelo que cont�m.O di�logo parece salutar. Na continua��o do di�logo certamente conseguiremos aproveitar os melhores conceitos sobre a profiss�o, sobre a distribui��o de receitas, sobre a fome, e sobre o ecletismo que cada um tem de abra�ar para entender mais das outras profiss�es e poder orientar a a��o da Agronomia e da Irriga��o, num contexto de interesses Universais e Humanit�rios.
Coment�rio Avulso sobre �reas Irrigadas Versos �reas de Sequeiro. Um pouco para responder ao Sr. Engo Lacerda sobre as �reas de sequeiro no �mbito do seu coment�rio. Existe um certo Pa�s em �frica que n�o tendo hoje Agricultura de Express�o,ou seja , compra quase tudo o que consome, necessita de cerca de 80.000 hectares de �reas irrigadas para produzir todos os alimentos frescos , frutas e verduras para seus 12.000.000 de habitantes. Se n�o fizer essa obra pelos per�metros irrigados, planejados, ecologicamente orientados, vai faz�-lo pela via do empirismo, como se vem fazendo desde h� mil�nios mas na �rea de pelo menos 2.000.000 de hectares. Por l� tamb�m chove nas �reas de sequeiro, mas o risco de uma colheita tipo loteria � muito grande. Significa que, o que hoje se trabalha em termos destas culturas referidas em rela��o � �rea ocupada de uma forma tradicional, pode a mesma ser altamente tecnificada e reduzida para um percentual de 4%. Os outros 96% estariam � espera de repormos as florestas devastadas. N�o � t�o simples assim, dir� o Sr. Eng. Lacerda, mas a diferen�a � abissal. Haver� em cada momento um jeito de fazer melhor, aproximando a a��o das potencialidades gen�ticas com um melhor desempenho ecletico profissional. Existem outras formas de resolver os problemas para al�m dos que hoje se convencionaram como corretos e cient�ficos. Aguardo mais comentarios de outros colegas Atenciosamente, Jorge de Sousa [EMAIL PROTECTED] ----- Original Message ----- From: Fernando Braz Tangerino Hernandez <[EMAIL PROTECTED]> To: IRRIGA - Lista <[EMAIL PROTECTED]> Sent: Saturday, January 19, 2002 9:32 AM Subject: [irriga-l] Importancia da agricultura > Amigos, desculpem-me! Esqueci de attachar o arquivo sobre a > import�ncia da agricultura. Agora vai... > Abracos > > -- > Fernando Braz Tangerino Hernandez > Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira - UNESP > Chefe do DEFERS - Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e > Solos > Area de Hidraulica e Irriga��o (Hydraulics and Irrigation Division) > Caixa Postal 34 (P.O. Box 34) > 15.385-000 - ILHA SOLTEIRA - SP - BRASIL > Phone / Fax: (0##18) 3742-3294 / 3743-1180 > http://www.agr.feis.unesp.br/defers.html > http://www.agr.feis.unesp.br/irrigacao.html > http://www.agr.feis.unesp.br/fbth.htm > > ====================================================================================== Saiba o que j� foi discutido na IRRIGA-L em: http://www.agr.feis.unesp.br/irriga-l.htm Para sair da lista IRRIGA-L, envie um e-mail para: [EMAIL PROTECTED] e no corpo da mensagem digite: unsubscribe irriga-l (seu endereco eletronico) Nao envie mensagens com este conteudo diretamente para a lista. ======================================================================================
