Bom dia senhores,

Começo pedindo desculpas pelo longo texto mas preciso contextualizar bem a
situação.

Já há algum tempo atuo com processos ITIL e por muitas vezes fui feliz
provando que a teoria na prática funciona.

Mas no meu projeto atual me deparo com uma situação que requer
aprofundamento teórico para o qual solicito o auxílio dos senhores.

O ITIL diz que o SD deve ser o único ponto de contato com o usuário (SPOC)
visando centralizar todos os Incidentes atuando em FCR (de acordo com o
catalogo de serviços definido) ou escalando os Incidentes aos grupos
solucionadores mas, no processo fim a fim, o usuário precisa ser contatado
de alguma forma visando obter feedback da resolução do incidente. Em alguns
ambientes isso pode sr feito por e-mail, telefonema ou através da propria
ferramenta de controle (na minha opinião é o melhor dos mundos pois o
usuário tem o controle para fechar ou reabrir o incidente de acordo com a
satisfação). Neste caso o retorno ao usuário fica restrito a casos mais
críticos ou de complexidade elevada.

Estou absorvendo um grupo de SD que tinha um analista responsável só por
fazer feedback aos usuários e cobrar os grupos de solução para terminar os
incidentes escalados. Função que o mercado chama de Ticket Manager. O fluxo
é o seguinte: O incidente é aberto em 1º nível e é escalado para o grupo de
solução X. Este por sua vez atua sobre o incidente, resolve e, redireciona o
incidente novamente para o 1º nível informando a solução no histórico. O TM
liga para os usuários cujo os incidentes foram 'resolvidos' visando obter
feedback positivo ou negativo voltando a cobrar o grupo de solução caso o
usuário não esteja satisfeito.

Meu problema é que, por imposição do cliente, o recurso do TM não foi
contemplado na absorção.

Minhas dúvidas:

1. É ir contra as melhores práticas fazer com que os grupos solucionadores
interajam com o usuário ao receber um escalonamento do SPOC para finalizar o
incidente já obtendo a resposta positiva do usuário? Há alguma referência na
literatura (ITIL) para embasamento?

2. O papel do TM, muito utilizado no mercado, está fora realmente das
melhores práticas (ITIL)? Há alguma referência na literatura (ITIL) para
embasamento?

3. Se essa demanda tiver realmente que ficar a cargo do SPOC, qual as
melhores práticas para diluir esta responsabilidade entre os analistas sem o
papel do TM? Há alguma referência na literatura (ITIL) para embasamento?


Desde já agradeço a atenção.


Att.:



Carlos Roberto Santos Almeida
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