Prezados (as),


Alguns leitores do livro Governança de TI: Metodologias, Frameworks e Melhores 
Práticas me perguntaram pq eu aderi a uma corrente de autores que passaram a 
incluir os custos da produtividade na estrutura de custos de TIC e onde 
conseguir dados detalhados do mercado nacional sobre produtividade derivada de 
TIC.



Para os que não perguntaram ainda o trabalho do IPEA me ajudou muito a explicar 
a questão do custo da indisponibilidade. O estudo mostrou que nas empresas com 
TI a produtividade do trabalhador era cerca de R$ 31 mil superior a 
produtividade do trabalahdor sem TIC. Quando o serviço de TIC está indisponível 
acontece a mesma coisa ou seja a produtividade por trabalhador cai de R$ 58.900 
para R$ 28.000 e esta diferença de produtividade deve ser levada na conta da 
indisponibilidade.



O trabalho do  Marco Aurélio Alves que será publicado nos próximos meses é 
muito importante pq mostra a importância da governança de TIC no resultado 
operacional da empresa e mostra a nossa distância em relação aos mercados 
americanos, britânicos, chinês e etc. Ou seja quanto temos que amadurecer em 
conceitos e em práticas. No entanto também mostra uma excepcional oportunidade 
para abordagens como a do ITIL v3 que trata do ciclo de vida e para 
profissionais qualificados no tratamento técnico e financeiro da governança.



É sempre no retorno de investimento que estão as oportunidades e riscos e é 
nesta dimensão que as boas avalições conseguem geram alta alvancagem para TI e 
negócio.



Cordialmente 



Ricardo Mansur





Trechos da matéria "Investir em TI eleva produção, diz Ipea" - A matéria 
completa não foi copiada para respeitar a lei de direitos autorais. No link 
abaixo está a matéria publicada no jornal



http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2003200801.htm





Um estudo inédito do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que 
as empresas que investem em tecnologia da informação (TI) são 13,24% mais 
produtivas.


 

De acordo com José Ricardo Roriz, diretor do Departamento de Computação e 
Tecnologia da Fiesp, as indústrias que destinaram recursos para TI estão 
faturando, em média, 20% mais do que aquelas que não aplicam no setor.

 

De acordo com o estudo, nas empresas com TI, cada trabalhador gerou, em média, 
R$ 58.900 por ano, no período considerado. Nas firmas sem TI, essa média foi de 
R$ 28.000.


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