Desde os primórdios do capitalismo o homem usa sua capacidade inventiva para se diferenciar e conquistar seu lugar no mercado. É uma guerra onde a inteligência e a experimentação são as armas fundamentais para se atingir o sucesso, mediante a definição da estratégia da empresa e sua capacidade de encontrar os melhores meios de atingir seus objetivos.
Sem dúvida nenhuma essa guerra tem se intensificado nas últimas décadas. É notável o crescimento econômico mundial e o aumento do comércio internacional. Muito mais do que simples dados macroecônomicos, temos os agentes responsáveis por esse processo. Grandes e modernas empresas transnacionais, muitas com faturamento superior ao PIB de vários países, e que vêm rugindo como leão, devorando tudo e todos que a contrapoem. Mais que um discurso anti-neoliberalista quero sim ressaltar o papel da tecnologia da informação nesse movimento. A oferta de ferramentas tecnológicas é abundante, para todos os bolsos, inclusive gratuitas. As grandes empresas as usam num contexto global, e notamos uma correlação positiva entre o grau de integração que as ferramentas proporcionam com o volume de negócios. São casos onde há o alinhamento entre o investimento em ferramentas tecnológicas e o posicionamento estratégico da empresa. As empresas estão em constante mudanças e os processos de hoje podem não ser os de amanhã. Todavia a tecnologia deve estar inserida nesse contexto, respondendo a pergunta crucial que é: como a ferramenta X ou Y impactará na melhoria de determinado processo e consequentemente na rentabilidade do negócio? Pense nisso! -- Mensagem verificada pelo sistema de antiv�rus da Aser Security.
