Forwarded from colleagues at Food and Water Watch: > From: Diana Aguiar Orrico <[email protected]> > Subject: [tnc-etns-global] Sign on against Vale espionage / Firmar contra > espionaje de Vale - Nota de repúdio à espionagem da Vale S/A ao MST e a > Justiça nos Trilhos > Date: May 6, 2013 11:14:42 AM EDT > To: <[email protected]> > Reply-To: Diana Aguiar Orrico <[email protected]> > > Dear friends, Queridxs amigxs, > > I am forwarding bellow information of an investigation opened against Vale in > Brazilian Public Prosecutor for illegal espionage of social movements. More > details bellow in English and Portuguese. The NGO Global Justice (Justiça > Global) is collecting sign ons for a statement pressing for urgency in this > investigation. Sign on deadline is short (2 pm Rio time today). If your > organization wants to sign on, please send an e-mail to [email protected] > Once the statement is finalized with sign ons, it will be resent here for > wide dissemination. > > Reenvio abajo información sobre una investigación abierto el Promotoría > Pública en Brasil contra Vale por espionaje ilegal de movimientos sociales. > Más detalles abajo en Inglés y portugués. La ONG Justicia Global (Justiça > Global) está colectando firmas para una declaración presionando la Promotoría > a poner urgencia en esta investigación. El plazo para firmar es corto (14h > hora de Río hoy). Si su organización quiere firmar, por favor enviar un > e-mail a [email protected] > Cuando la declaración esté finalizada con las firmas, será reenviada a la > lista de la Campaña para diseminación amplia. > > Gracias, > Diana > > > [Portugués abajo] > > BRAZIL: Investigation opened over suspicions of illegal intelligence > activities by > mining company against social movements and human rights defenders > Last Update 2 May 2013 > http://www.fidh.org/brazil-investigation-opened-over-suspicions-of-illegal-intelligence- > 13227 > > Geneva-Paris, May 2, 2013. The International Federation for Human Rights > (FIDH) and the World Organisation Against Torture (OMCT), in the framework of > the Observatory for the Protection of Human Rights Defenders, were informed > of the recent opening of an investigation against Vale, the second largest > global mining company, for suspected illegal intelligence activities > targeting social movements and human rights defenders through phone tapping > and infiltration. > > According to the information received, the Public Prosecutor (Brazil) > recently opened an investigation on the basis of a complaint brought on March > 18, 2013 by the former Intelligence Director of Vale. The latter reported the > phone tapping in November 2010 of a private conversation between Mr. Fernando > Thompson, an officer from Vale, and Ms. Vera Durão, a journalist working for > Valor Econômico, in charge of the daily coverage of the activities of the > mining company. Illegal spying practices were also allegedly directed against > some Vale employees, targeting not only phone calls, but also emails and > computer files. > > It is also alleged that the company paid a number of individuals to > infiltrate the Landless Workers' Movement (Movimiento dos Trabalhadores > Rurais Sem Terra - MST) as well as the Rede Justiça nos Trilhos (JnT - a > coalition of organisations defending the rights of the communities), and to > monitor some trade unionists, environmentalists and journalists. > According to the information received, such infiltrations have been taking > place since 2008 and are reportedly still ongoing. > > According to the same allegations, two agents of the Brazilian Intelligence > Agency > (Agência Brasileira de Inteligência - ABIN), a State body formerly known as > the National Intelligence Service, developed under the dictatorship and > essentially composed of ex-military personnel, would have been hired by the > Vale mining company to conduct these activities. > > Through the publication of a written announcement published on April 22, > 2013[1], Vale officially admitted having monitored both the MST and JnT > movements, claiming that they were harming the interests of the company, but > denied the accusations of infiltration[2]. > > The Observatory expresses its deep concern about these acts of monitoring and > allegations of infiltration, and urges the Brazilian authorities to carry out > a prompt, > impartial and transparent investigation into all the above-mentioned elements. > > The Observatory more generally urges the authorities of Brazil to guarantee > in all > circumstances that human rights defenders and NGOs can carry out their > activities free of any hindrances, and to comply with international human > rights standards and instruments ratified by Brazil. > > For more information, please contact: > · FIDH: Arthur Manet / Audrey Couprie: + 33 1 43 55 25 18 > · OMCT: Delphine Reculeau: + 41 22 809 49 39 > -- > > [1] See http://s.conjur.com.br/dl/nota-vale.pdf. > > [2] Some of those facts had already been covered in an FIDH report published > in May > 2011 and titled "How Much Are Human Rights Worth In The Brazilian Mining And > Steel Industry". The report outlined a number of recommendations to the > Brazilian > authorities and to the company. > > ---------- Mensagem encaminhada ---------- > De: Contato Justiça Global <[email protected]> > > > Companheir@s, > > Pedimos adesão das organizações e dos movimentos sociais ao documento abaixo, > que exige a apuração das denuncias de espionagem praticadas pela Vale contra > a Justiça nos Trilhos e o MST. > > As adesões das organizações deverão ser enviadas para o email > [email protected] até a próxima segunda feira, dia 06 de maio, até às 14h. > > Saudações, > > Equipe Justiça Global > > > Organizações e movimentos sociais exigem a apuração das denúncias de > espionagem praticadas pela Vale > > Nós, entidades e movimentos sociais, repudiamos a ação de espionagem aos > movimentos sociais e exigimos do MPF a apuração urgente do caso. Ao mesmo > tempo manifestamos nossa solidariedade à Justiça nos Trilhos e ao MST, > citados nominalmente na denúncia. > > O ex-gerente de Inteligência corporativa da Vale, André Almeida, apresentou > ao MPF 1.300 páginas de documentos a respeito das atividades da chamada > Diretoria de Segurança, fundada em 2007 para investigar os movimentos > sociais. Foram adotadas práticas como infiltração de agentes nos movimentos, > grampos telefônicos e quebras de sigilos bancários de qualquer pessoa ou > organização que pudesse afetar a mineradora, como a Justiça nos Trilhos e o > MST, assim como de jornalistas e de seus próprios funcionários. > > Desde março, o caso está nas mãos do Ministério Público Federal do Rio de > Janeiro (MPF-RJ), que precisa tratá-lo como prioridade, uma vez que esta > última acusão contra a empresa se acumula a outras que já se tornaram > públicas sem nada ser feito. > > Com o surgimento constante de denúncias, a própria Vale foi obrigada a > admitir que tinha ex-funcionários da Abin em seu quadro de empregados, assim > como o monitoramento dos movimentos sociais por meio da Diretoria de > Segurança. Em meio a tantas evidências e indícios, não há como negar a > necessidade urgente de uma investigação completa das atividades da > mineradora, que ameaçam a segurança daqueles que buscam lutar contra suas > atividades danosas ao meio ambiente e à população. > > Já em 2011 o relatório "Brasil - Quanto valem os Direitos Humanos" , da > Federação Internacional dos Direitos Humanos (FIDH), da Justiça Global e da > Justiça nos Trilhos denunciava que a Vale, com a colaboração de órgãos > públicos de segurança e de justiça, e também de meios de comunicação e de > outros atores privados, realiza ações que podem ser qualificadas como de > perseguição judicial, de intimidação e de criminalização daqueles e daquelas > que trabalham na defesa dos direitos das pessoas que sofrem impactos pelas > operações desta empresa. > > Este episódio reforça o quadro de criminalização e estigmatização a que estão > submetidos os movimentos sociais e organizações da sociedade civil. A própria > Justiça nos Trilhos foi vítima de uma invasão do seu escritório, em janeiro > de 2012, e teve seu site hackeado, ficando fora do ar, de novembro de 2012 a > fevereiro de 2013. Em 24 de fevereiro deste ano, outro caso de espionagem > veio à tona quando um espião contratado pelo Consórcio Construtor Belo Monte > (CCBM) foi flagrado na reunião de planejamento do Movimento Xingu Vivo para > Sempre em Altamira, Pará. O agente infiltrado relatou que a Agência > Brasileira de Inteligência (Abin) também faria parte do esquema de > espionagem. Em 2011, um relatório da agência que se tornou público mostrava > uma lista de ONG's divergentes ao projeto da hidroelétrica. > > A prática da espionagem é inadmissível na democracia. Na qualidade de > organizações e movimentos de promoção e defesa dos direitos humanos, > condenamos profundamente essas iniciativas que remontam os tempos sombrios da > ditadura. > > Exigimos que o MPF investigue com urgência o caso de espionagem. > Abaixo a criminalização e espionagem aos movimentos sociais! > Lutar não é crime! > > Assinam: > Justiça Global > Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs) > Plataforma DHESCA
Alan Snitow & Deborah Kaufman Snitow-Kaufman Productions 2600 Tenth Street #603 Berkeley, CA 94710 510 841-1068 [email protected] www.snitow-kaufman.org Facebook: Snitow-Kaufman Productions
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