On Wed, Aug 10, 2016 at 03:16:28PM -0300, Adonay Felipe Nogueira wrote: Adonay, obrigado pela revisão.
> Poderíamos colocar uma explicação menos dependente da linguagem de > programação. Não sou proponente do código-fonte aberto, mas acho que > devemos deixar detalhes técnicos de fora da explicação, ainda assim > tomando cuidado para não pular partes importantes. > > Poderíamos usar uma "pseudolinguagem" (seria este o nome?) de > programação similar ao português brasileiro, como: > > NUMERO_ESCOLHIDO=aleatório > exiba "Adivinhe o número que escolhi." > leia RESPOSTA > se RESPOSTA = NUMERO_ESCOLHIDO > então > exiba "Acertou!" > senão > exiba "Errou!" > > Ou poderíamos simplesmente remover estes exemplos de código e mencionar > que "caso a sociedade encontre alguma falha, ou queira fazer algum > aprimoramento, no programa, ela pode tanto estudar o programa e fazer > isso por conta própria, ou contratar uma pessoa que já saiba como fazer > isso", colocando uma ponte na liberdade 2 que menciona a possibilidade > de geração de emprego através da possibilidade de contratar pessoas para > fazer estas modificações (caso não tenhas entendido, leia o próximo > parágrafo). A proposta desta palestra é mostrar de forma intercalada a filosofia e a escrita com execução ao vivo de um programa de computador. Não sei se é uma boa forma de apresentação, vou testá-la no SFD. Grande parte do público será de estudantes de cursos de computação que contemplam programação de computadores. No ano passado já fiz [1]outra tentativa, mas sem código. Talvez eu possa atualizar esta apresentação com as tuas sugestões abaixo. [1]http://www.arg.eti.br/blog/pages/palestras.html#introducao_a_filosofia_do_movimento_software_livre Como quero executar, é importante que o código seja numa linguagem de programação real. Gostei da tua sugestão de pseudocódigo, talvez eu adicione pseudocódigo ao lado do código em python, para atender quem não conhece python e leia o texto em outro momento. > Também é importante tentar encaixar um exemplo ou explicação na qual uma > certa pessoa tenta usar a versão adaptada do programa mas é impedida por > alguma algema digital (imposta pelo próprio desenvolvedor, ou por algum > outro projeto que usa daquele programa, mas que colocou a algema sobre > tal programa). Isso serve para ilustrar uma das diferenças (das várias > que existem) entre proponentes e/ou projetos de "software livre" vs. de > "código-fonte aberto", visto que estes nossos rivais pela consciência > pública não combatem algemas digitais impostas em seus projetos. > Por último, é importante notar que, apesar do movimento ter este nome > associado à "software", ele atualmente preocupa-se com todos os dados > *funcionais/práticos* (até mesmo fontes de texto, e designs de hardware, > e *provavelmente* perfis de cores para impressoras), e além disso, > entende que a os dados não-[funcionais/práticos] devem entregar pelo > menos a metade essencial da liberdade 2 (neste caso seria: compartilhar > cópias não modificadas), salvo nos casos de inclusão em distribuições de > sistemas livres, onde ao menos a liberdade 2 como um todo deve ser > garantida. Esta é a diferença entre "software livre" e "cultura livre", > onde o último adéqua as liberdades essenciais para dados > não-[funcionais/práticos], incluindo a exigência dos arquivos-fonte. Acho que eu poderia comentar sobre esses 2 pontos na parte final da apresentação. Só tenho que me manter dentro do tempo disponível de 45 minutos. Muito obrigado pelas contribuições.
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