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Democracia corre risco. Lula comete
sequencia de atos onde deixa clara sua predisposi��o ao
autoritarismo.
Cassiano
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Lula j�!!!
31/03/2005 - 18h06m
Cesar Maia compara interven��o federal a autoritarismo nazista Lydia Medeiros - O Globo BRAS�LIA - O prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, acusou nesta quinta-feira o governo federal de agir com autoritarismo compar�vel ao do governo nazista alem�o ao intervir nos hospitais municipais. O PFL, partido de Cesar, questiona no Supremo Tribunal Federal a constitucionalidade da interven��o. Para o prefeito, se o STF referendar o decreto presidencial, dar� ao governo um instrumento perigoso. - Se o Supremo cristaliza isso, estamos dando um passo grave em dire��o ao regime autorit�rio. Isso � o que mais nos preocupa - disse Cesar, depois de reuni�o do PFL que discutiu o novo programa econ�mico do partido, a ser lan�ado em maio. Para o prefeito, o governo fraudou a Constitui��o e atropelou o Poder Legislativo, que teria a atribui��o de autorizar a interven��o. Cesar afirmou que o governo incorre em medidas autorit�rias desde a posse, como a tentativa de criar um conselho para regulamentar o jornalismo e uma ag�ncia para a �rea de �udio-visual. O prefeito tamb�m chamou aten��o para a centraliza��o tribut�ria e a presen�a maci�a do PT nos cargos federais. - Isso, quando era estudante, chamava-se Estado total. Quando o partido se confunde com o Estado, � Estado total. Foi o que foi feito na Alemanha nazista, agora com outro tipo de roupagem e de explica��o - afirmou. Cesar tentou mostrar-se despreocupado com os efeitos da interven��o na sa�de em sua imagem e na candidatura � Presid�ncia da Rep�blica. Ele elogiou as medidas do governo federal. Nesta quinta, contudo, o programa do PFL vai ao ar em rede nacional, com severas cr�ticas � pol�tica de sa�de do governo. Cesar afirmar� na TV que houve uso pol�tico da a��o federal para prejudic�-lo. - O PFL n�o est� tratando essa quest�o de ordem pol�tica internamente como uma quest�o grave. � normal, � conjuntural. Hoje h� um desgaste de imagem, amanh� se recupera. Conhecemos tantas situa��es assim. N�o estamos tratando da quest�o da sa�de p�blica, porque aplaudimos. Estamos tratando desse terceiro vetor, a forma da medida, que � extremamente grave. Hoje, na nossa casa. Amanh�, na casa do vizinho. |
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