"Oxente" Thiago, voc� j� explanou por demais. Longe de mim provar algo, sou apenas um curioso ignorante querendo questionar.
Acho que saquei o lance: As senhas s�o geradas atrav�s de algoritmos que resultar�o em seq��ncias "arbitr�rias", portanto indefinido ser� o resultado "sentido �nico", quase por a� n�o �? Sds, Leonardo Pinto. > -----BEGIN PGP SIGNED MESSAGE----- > Hash: SHA1 > > Leonardo Pinto wrote: > >Tudo bem Thiago. Entendi suas coloca��es, mas � uma pergunta que n�o > >quer calar: Todo processo de fazer existe o desfazer. > > Prove :-) > > >Se eu sei como > >fiz uma coisa tenho/posso como saber desfazer correto?! > > N�o. > > Se eu tenho o n�mero 1331 e fa�o m�dulo 16, o resultado � 3. Da mesma > maneira, o n�mero 19 m�dulo 16 tamb�m � 3. Dado que voc� tem > 3, voc� sabe > qual foi o n�mero de origem? Outro exemplo: > > # cat /etc/shadow | md5sum > 47112240a9e94c1ea46c569749877faa - > > Voc� consegue reconstruir o meu arquivo, dado o MD5? > > Mais um exemplo: dada a assinatura GPG desta mensagem, voc� consegue > reconstruir a pr�pria mensagem? > > No caso de uma senha, sabemos que duas senhas distintas n�o gerar�o a > mesma criptografia. � claro que o universo de auto-criptografia � > restrito. Isso permite um ataque de for�a bruta. Mas n�o > significa que > voc� pode desfazer o processo. > > Repito: a criptografia DES, e as senhas MD5 s�o de sentido �nico. Se > quiser saber mais, vai ter que ler os papers sobre o assunto > que garantem > isso. Eu n�o sei explicar. > > - -- > Thiago Macieira - Registered Linux user #65028 > thiago (AT) macieira (DOT) info --------------------------------------------------------------------------- Esta lista � patrocinada pela Conectiva S.A. Visite http://www.conectiva.com.br Arquivo: http://bazar2.conectiva.com.br/mailman/listinfo/linux-br Regras de utiliza��o da lista: http://linux-br.conectiva.com.br FAQ: http://www.zago.eti.br/menu.html
