Obrigado a todos pela ajuda. Os links que mandaram foram muito úteis, em especial sobre o autopackage, que chamou bastante minha atenção, especialmente pelos textos que evidenciam bastante a realidade e os problemas de distribuição de softwares em sistemas GNU/Linux.
Entretanto, me parece que existe uma falta de suporte no momento para aplicativos KDE (sem mencionar uma aparente e triste falta de apoio por parte da comunidade Linux em geral) portanto, não poderei utilizá-lo no momento. Acabei encontrando coisas interessantes como o GNU stow, também. De qualquer forma, acho que qualquer coisa que eu faça, será muito trabalho para criar algo que não sei ao certo se existe uma demanda relevante. Talvez o mínimo mesmo que eu possa fazer seja criar um SRPM. -- +Thiago Silva On Saturday 18 March 2006 12:04, you wrote: > Thiago Silva <[EMAIL PROTECTED]> writes: > > Cheguei a usar o rpmbuild no trabalho a coisa de um ano atras e, pelo que > > lembro, não vejo nenhuma utilidade em criar pacotes SRPM, em termos de > > melhorar a disponibilidade do software. > > Eu acho que ajuda muito para quem usa o RPM como gerenciador de pacotes. > > > Certamente, está claro para mim o papel de pacotes binários nessa > > questão, entretanto, não estou certo da possibilidade de criar RPMs > > genéricos (para multiplas distros). Digo isso pois lembro de experiências > > ao criar pacotes de softwares que utilizavam KDE para Mandrake, Gentoo e > > Conectiva, onde o $KDEDIR não era o mesmo e, portanto, acabei criando 3 > > pacotes RPM diferentes do mesmo produto. > > Por isso o SRPM ao invés do RPM. > > O ideal é ter pacotes para algumas distribuições -- e versões destas --, > mas aí você tem que pesar o que vale ou não para você. > > > Pois bem, > > > > 1: Em que implica (se implica) a disponibilização de pacotes SRPMs para > > softwares que não fazem parte de uma distribuição? > > Facilita a geração do RPM e permite que as pessoas mantenham o uso do > sistema de gerenciamento de pacotes. Isso evita, também, que abandonem os > teus programas e partam para o uso de outros onde há pacotes. > > > 2: Existe um modo de criar pacotes binários genéricos? > > Use tudo estaticamente. Teu pacote ficará enorme, mas vai funcionar em > qualquer lugar.
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