Se é que eu entendi o email original, o cluster que ele usa e o cluster que tu construíste possuem objetivos diferentes.
A idéia do LVS (Linux Virtual Server) é que tu tenhas uma máquina que redirecione requisições para um dentro de um conjunto de vários (n > 1) servidores. Assim tens o trabalho dividido dentro do teu conjunto de servidores - balanceamento estático de carga ou balanceamento de requisições. No caso do heartbeat, a idéia é aumentar a disponibilidade. As requisições que chegam não são divididas dentro de um conjunto de servidores. Se um servidor cair, outro toma seu lugar, incluindo serviços. São extremamente comuns arranjos mistos: clusters para balanceamento de carga que possuem alguns elementos (como o nodo redirecionador) em alta disponibilidade. Outra alternativa é, como neste caso, o uso de LVS, heartbeat e drbd, que são ferramentas complementares, para obter HA em diferentes elementos - em conjunto com o balanceamento. Abraço, Luis On Thu, Jul 13, 2006 at 08:53:43AM -0300, Flavio Menezes Reis wrote: | Mas é que eu construi um cluster como trabalho de conclusão de curso e | algums aplicativos para medição de performance e monitoramento de nós | e, utilizando NAT, apenas uma máquina com o VIP (digamos a Primária) | e quando da falha desta, com o uso do hearbeat, a máquina Secundária | "levanta" o VIP em sua interface de rede como alias. | | Não tive problemas de performance e nem nada. | | Abraços | | Em 13/07/06, Luis Claudio R. Goncalves<[EMAIL PROTECTED]> escreveu: | >Olá! | > | >Eu ando um pouco enferrujado em LVS, mas lembro que era necessário possuir | >o | >endereço de serviço (ou IP Virtual) em uma interface para facilitar a | >geração | >dos pacotes de resposta e diminuir o overhead de controle. Se não fosse | >assim, | >o LVS teria que gerenciar números de sequência, sliding windows e todos os | >outros flags e contadores de uma conexão TCP. | > | >Na documentação original podes ver métricas sobre o throughput obtido com | >máquinas extremamente pequenas (386 com 16MB, por exemplo). | > | >A questão do ARP era basicamente que a dita interface não deveria | >responder ARP | >para que aquele endereço não ficasse, em nenhum momento, vinculado a | >nenhuma | >máquina específica - o que atrapalharia, ou inviabilizaria, o | >balanceamento. | >Pensa no efeito de cache de DNS quando se tentava fazer balanceamento de | >carga | >com DNS round-robin. | > | >Abraços, | >Luis | > | >On Thu, Jul 13, 2006 at 08:26:46AM -0300, Flavio Menezes Reis wrote: | >| Olá! | >| | >| Só ainda não entendi a tua necessidade de teres o mesmo número de IP | >| Virtual em cada máquina (por exemplo na interface lo como alias) | >| escondidas do ARP. | >| | >| Bom, mas o importante é que esteja funcionando contigo. Qual técnica | >| para balanceamento de carga estás utilizando, NAT, DR ou TUN? Porque | >| me parece que o problema do ARP aparece para o balanceamento de carga | >| e não para a alta disponibilidade e heartbeat | >| | >| Até logo | >| | >| Em 12/07/06, Claudinei Matos<[EMAIL PROTECTED]> escreveu: | >| > Flavio Menezes Reis wrote: | >| > > Bom dia! | >| > > | >| > > Eu não entendo nada de LTPS, mas pelo que vejo está tentando fazer um | >| > > balanceamento de carga comum. | >| > > | >| > > Logo de início tu diz que está utilizando o DRBD para distribuição | >de disco? | >| > > | >| > > Quando tu falas em ter um Virtual IP está certo, que é o que flutua | >| > > entre entre os computadores do heartbeat... agora cada nó tem um RIP | >| > > diferente. | >| > > | >| > > Sinceramente não consegui entender muito bem o teu problema, seria | >| > > interessante que tu dispusesse mais informações. | >| > > | >| > > No arquivo haresource, o primeiro IP que aparece é o VIP que será | >| > > atribuído ao primário pelo script IPAddr. Como este arquivo de | >| > > configuração é igual também no secundário, quando o Primário falha, | >| > > este IP é atribuído ao Secundário pelo hearbeat (failover). | >| > > | >| > > Até logo. | >| > > | >| > > []'s | >| > > | >| > > | >| > Olá, acho que eu não expliquei muito bem o meu problema, mas na verdade | >| > a minha dúvida era quanto a atribuição do endereço do VIP nos RIPs. | >| > Pesquisando um pouco mais eu vi que cada RIP deveria ter uma interface | >| > (lo, dummy, tun) configurada com o IP do VIP e que no caso essa | >| > interface deveria ser escondida do ARP (echo 1 > | >| > /proc/sys/net/ipv4/conf/lo/arp_ignore) para que as demais máquinas na | >| > rede só enxerguem o VIP. | >| > Sendo assim configurei cada RIP para "subir" um alias para a interface | >| > lo sendo que o heartbeat se encarrega de substituí-la (subir ou baixar) | >| > pelo alias na interface de rede (eth) correspondente quando houver a | >| > troca do VIP (failover). -- [ Luis Claudio R. Goncalves lclaudio _at unix _dot sh ] [ Fingerprint: 4FDD B8C4 3C59 34BD 8BE9 2696 7203 D980 A448 C8F8 ] [ Linux-HA Developer - LateNite Programmer - Gospel User - Bass Player ] [ Fault Tolerance - Real-Time - Distributed Systems - IECLB - Is 40:31 ] _______________________________________________ Linux-HA mailing list [email protected] http://listas.linuxchix.org.br/mailman/listinfo/linux-ha
