On 8/16/06, André Déo <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
        Meninas não sei se já postaram,
        Mas estava vendo uns lances de Treinamento CISCO e achei os links abaixo, ae por coincidência conversa vai, conversa vem e uma menina da minha sala disse que está fazendo esse curso na Fundação Bradesco aqui de Campinas - Detalhe NA FAIXA.


Outro detalhe: até o ano passado, a Fundação Bradesco trabalhava apenas com softwares proprietários. E ao abrir a página deles na internet, de cara me veio um aviso de atenção, pedindo pelo Internet Explorer. Alguém tem informações atualizadas sobre os sistemas utilizados nos cursos?

Também não sei se chegou a circular nesta lista este artigo:

http://www.apc.org/espanol/news/index.shtml?x=4617709

Nele, é feita uma analogia sobre a monografia de Yuwei Lin, "Inclusion, Diversity and Gender Equality: Gender Dimensions
of Free / Libre Open Source Software Development"
, onde pode-se encontrar uma desconcertante cifra de apenas 1% de mulheres desenvolvedoras de software livre em 2002, e atualizada para o dobro, mas ainda minúsculo número de 2% em 2005, na OSCON de Oregon, USA.

Em contraste a isso, tem-se a cifra de 25% de mulheres desenvolvendo softwares proprietários.
 
Ou seja, há descaradamente muito mais problemas de gênero em ambientes abertos que em ambientes fechados. Irônico, não? As causas até são fáceis de enumerar sem muito esforço, porém o que se faz para combate-las ainda é muito pouco. E se o ingresso no mundo do SL já é difícil, mais ainda é sua permanência. O que fazer para que as mulheres não desistam? Eis uma grande questão.

hasta,
fabs
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Fabianne Balvedi
Linux User #286985
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