Em 22/02/07, Shine<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

> Acho muito gratificante ter mulheres com destaque na área de exatas. No
> entanto, o que precisamos ter em mente é melhorar a acessibilidade delas e
> principalmente a capacidade delas nesse campo. Infelizmente acho que existe
> uma tendência de se olhar mulheres como uma presença feminina em um campo de
> atuação predominantemente masculino, ao invés de se apreciar também os
> méritos delas como cientistas de uma forma sincera, com elogios e críticas
> construtivas.

Se me permitem um prognóstico, com o crescimento da tecnologia,
acredito que a forma de interação será um dos fatos fundamentais para
a sua popularização. Prova disso está nos constantes aperfeiçoamentos
em design de produtos, aspectos de usabilidade e a agregação de
serviços em dispositivos móveis. E para uma clientela que se importa
menos com os aspectos técnicos (vide leigos) de um produto, um bom
relacionamento humano para lidar com este público será fundamental.

Eis a grande força das mulheres: maior contato e melhor relacionamento
humano, coisas que definitivamente faltam em muitos profissionais
especialmente aqueles especializados em Suporte Técnico. E vou mais
além: minha pretenção é justamente atuar em Suporte Técnico. E baseado
nestes conceitos, tenho mais medo de ter que competir contra as
mulheres por uma vaga no mercado a que contra os homens.

> Falando em notícia, lembram daquele reitor que afirmou que as mulheres não
> tem aptidão para ciências exatas? Pois é, agora Harvard tem uma reitora:
> http://www.estadao.com.br/educacao/noticias/2007/fev/11/122.htm?RSS

Uma coisa é não ter tendência; outra é não ter aptidão. &;-D

-- 
Att., Ednei Pacheco,
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