Dídimo, dos que vc cita só tenho dúvida quanto a Carnap, como já disse
noutro mail. A questão do sentido da vida está intimamente ligada à da
felicidade ou da vida boa e à da salvação. Salvação não tem necessariamente
um sentido místico; pode significar, por exemplo, a libertação dos medos em
geral, e, em particular, do medo da morte. A filosofia sempre tratou dessas
questões e por princípio. Quem não faz isso, não faz filosofia no sentido
tradicional, de Sócrates, Platão, Aristóteles, Descartes, Kant et al., mas
outra coisa. O que estou tentando dizer a vocês é que não há razão nenhuma
para considerar como filosofia tudo o que os [auto]denominados filósofos
fazem. Talvez Carnap não seja um filósofo no sentido tradicional; talvez ele
até gostasse disso. Abraço, edg


2008/9/30 Dídimo Matos <[EMAIL PROTECTED]>

>  olá Edson,
>
> Como vai? E como vão os estudos Lullianos?
>
> Tudo depende de o que ta chamando de grande filósofo. Acho que a maioria
> dos grandes filósofos não tratou desses temas, a não ser que tudo que se
> fale de ética tenha a ver com isso. Mas, não creio que essa seja a idéia.
> Onde Hume tratou do sentido da vida? Ou Locke? Ou Rosseau? Ou Carnap?
>
> Poderia explicar melhor o que quer dizer com sentido da vida?
>
> Abraço a todxs*,
> Dídimo Matos
> http://didimomatos.zip.net
>
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