Já que vocês estão discutindo Borges, sugiro o Livro da Areia, e O Jardim
dos Caminhos que se Bifurcam (este último inspirou Hugh Everett).

2009/1/27 BEZIAU Jean-Yves <[email protected]>

> Rocha, nao conheci essa versao - pode me dar a referencia exata do artigo?
> Se voce - ou alguem da lista - conhece outras versoes, pode me communicar,
> agradeco.
> JYB
>
>
> *******************************************************
>
>
> Na área da Inteligência Artificial, o argumento entrou, pelas mãos de
> Allen e Newell, com o nome de "Paradoxo da Biblioteca do British Museum":
>
>   Se você pegar um grupo de macacos, colocá-los a digitar teclas de
>   um teclado de modo aleatório, e der tempo suficiente, você terminará
>   obtendo toda a coleção de livros disponíveis na biblioteca do
>   British Museum.
>
> Não importa se realmente é um paradoxo, ou não. Importa é que é uma versão
> "computacional" do argumento.
>
> Fico aguardando seu artigo.
>
> Abraços,
>
> Rocha
>
>
>
> > Rocha
> >
> > Conheco muito bem o argumento que voce esta avancando
> > é uma coisa muito conhecido
> > exprimido pelo Borges com a biblioteca de babel
> > e foi exprimido de muitas outras maneira diferentes
> >
> > atraves dessas variacoes tem sempre a mesma ideia:
> > o cunjunto de todas coisas resulta de combinacao de alguns elementos
> > primitivos
> >
> > filosoficamente é uma ideia bem grosseira
> >
> > estou escrevendo no momento um artigo sobre isso
> > depois mandarei para voce
> >
> > JYB
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