Caro prof. Walter,
vc conhece algum estudo neste sentido relacionado ao jogo de poker. Ou a
outros tipos de jogos, que envolvam barganha ou simulação de atitudes.

sds,
Yuri

2009/12/30 Dídimo Matos <[email protected]>

>  Temos interesse no texto sim.
>
> Abraços,
> Dídimo Matos
> http://didimomatos.zip.net
> http://twitter.com/didimogeorge
> _______________________
> As explicações científicas são reais e completas,
> tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
> tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
> precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.
>
>  *From:* Walter Carnielli <[email protected]>
> *Sent:* Wednesday, December 30, 2009 2:22 PM
>  *To:* [email protected]
> *Subject:* [Logica-l] A lógica dentro da "Lógica do Engodo"
>
> Caro Julio Fontana:
>
> o fato de voce nao cair em engodos, e ser um "contra-exemplo" soh
> significa que cair  em  engodos nao eh deerministico.  Mas hah uma
> probabilidade alta  de ataques  vencedores, dependendo como se
> configuram os fatos.
>
> O que eu apresentei na conferencia MBR09 Brazil  ("On deceiving: a
> logical analysis on bullshit attacks") , e que o Fabio Reynol tentou
> descrever  (e  o fez  muito bem, a meu ver) foi que o  classico
> Principio da Caridade  da argumetnaccao,    mais a  noccao de
> consistencia  maximal ,  importantissima na  logica, se  unem  numa
> perigosa estrategia de engodo  que leva  muitas pessoas
> *racionalmente* a cair .
>
> A  logica estah ai, na   noccao de consistencia  maximal, e  a
> argumetnaccao esta no Priincpio da Caridade.
>
> O texto vai ser  submetido aa  publicaccao, mas se v. tiver interesse
> posso disponibilizar uam versao previa,
>
> Feliz Ano Novo,
>
> Walter  Carnielli
>
>
>
> > Subject: [Logica-l] Lógica do Engodo
> > To: [email protected]
> > Message-ID: <[email protected]>
> > Content-Type: text/plain; charset="iso-8859-1"
> >
> > Gostaria de fazer alguns comentários sobre o texto de Fábio Reynol.
> >
> > Sou um contra-exemplo de uma pessoa que faça tal inferência. Caso me
> ofereçam uma assinatura de revista grátis já desconfio. Normalmente rejeito.
> >
> > Caso resolva fazer a assinatura peço todas as informações por escrito. Eu
> leio os contratos.
> >
> > Depois, caso não esteja especificado de forma clara que o contratante
> deve proceder ao cancelamento da assinatura após três meses para não ser
> cobrada a assinatura, o contratado ofendeu o princípio da prestação de
> informação ao consumidor. Basta entrar na justiça que muito possivelmente se
> ganha a ação.
> >
> > Qual a relação com a lógica? Nenhuma, sou descrente quanto a essa
> associações. O vendedor pode utilizar um argumento lógico que ele chegou por
> ensaio e erro. Mesmo um operador do Direito experimentado não utiliza
> argumentos lógicos conscientemente.
> >
> > A lógica não é a arte que ensina a raciocinar....
> >
> >
> > Julio Fontana
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