TESTE CIENTÍFICO MEDE INTELIGÊNCIA UNIVERSAL
Método pode ser aplicado em Homens, animais, máquinas e até em
extraterrestres
2011-01-26
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/Os autores baseiam-se em exercícios interactivos/
*Uma equipa de investigadores espanhóis e australianos publica um artigo
na revista **«Artificial Intelligence»*
<http://www.springer.com/computer/ai/journal/10462>*, onde apresentam o
método para medir a inteligência que pode servir para o ser humano,
animais, máquinas ou, segundo estes cientistas, até extraterrestres.*
*Durante a sua realização, o ‘**Teste de Inteligência Anytime*
<http://users.dsic.upv.es/proy/anynt/>*’ pode ser interrompido a
qualquer momento, daí o nome. Contudo, os investigadores defendem que
quanto mais tempo se investir nele, maior será a aproximação à
inteligência do indivíduo – adulto ou criança – em estudo. Pode ser
aplicado a qualquer sistema da actualidade ou do futuro, com diferentes
níveis de inteligência ou velocidade.*
O grupo espanhol da Universidade Complutense de Madrid e da Universidade
Politécnica de Valência e australiano, da Universidade de Monash, em
Clayton aplicaram conceitos matemáticos e computacionais para poderem
englobar todas as condições.
Os autores baseiam-se em exercícios interactivos em ambientes cuja
dificuldade seja estimada calculando a ‘complexidade de Kolmogórov’
(medem a quantidade de recursos computacionais que se necessitam para
descrever um objecto ou informação).
A aplicação mais directa deste projecto diz respeito ao campo da
inteligência artificial. Até agora, não se podiam comprovar se os
sistemas actuais são mais inteligentes do que os que existiam há 20
anos, por exemplo, mas a existência de testes com estas características
pode permitir uma avaliação sistemática do progresso.
O novo método tem ainda a capacidade para comparar sistemas inteligentes
futuros que possam demonstrar una inteligência superior à humana. No
entanto, tal como a maioria dos avanços, tem implicações e este teste
universal afecta outras disciplinas. Pode ter impacto nas ciências
cognitivas, já que depende de uma base matemática.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=47107&op=all
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