Não é verdade, posso dar *n* contra exemplos Bertrand Russell mais de um século atrás escreveu um belo ensaio sobre o sentido da vida e a inevitabilidade da morte, "A Free Man's Worship"
http://www.philosophicalsociety.com/Archives/A%20Free%20Man's%20Worship.htm Owen Flanagan em um livro recente desenvolve, com farto amparo empírico, uma investigação sobre o que fazem vidas serem significativas em "The Really Hard Problem: Meaning In a Material World" e nomeia tentativamente como "eudaimonics" o nosso estudo científico interdisciplinar de well-being: http://www.amazon.com/Really-Hard-Problem-Material-Bradford/dp/026206264X Steven Luper possui uma breve antologia "The Philosophy Of Death", também disponível traduzida em português: http://www.amazon.com/Philosophy-Death-Steven-Luper/dp/0521709121 http://www.travessa.com.br/A_FILOSOFIA_DA_MORTE/artigo/65220fa8-4b65-4237-970d-5158f3ca5146 Thomas Hurka, Alasdair MacIntyre, Robert Merrihew Adams, Richard Taylor já digressaram muito, de pontos de vistas muito diferentes, sobre o que constitui uma vida que valha a pena de ser vivida. No extremo, temos David Benatar, um utilitarista sul-africano que defende que nenhuma vida valha a pena de ser vivida. Vida e morte foram investigadas imensamente por filósofos da tradição anglo-austro-americana, em especial em filosofia moral. Abraços. 2011/12/5 Francisco Antonio Doria <[email protected]> > As questões básicas são a vida e a morte, e sobre elas a filosofia > analítica não diz nada. Esse meu ponto. > > -- > fad > > ahhata alati, awienta Wilushati > _______________________________________________ > Logica-l mailing list > [email protected] > http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l > _______________________________________________ Logica-l mailing list [email protected] http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
