Basta codificar em binário e considerar a ( incomputável) mais curta 
codificação possível. 

Sent from my iPhone

On 07/03/2013, at 16:42, Tony Marmo <[email protected]> wrote:

> Caro João,
> 
> Tenho muita simpatia pela pergunta, mas é aquela velha história do pescador
> que se encanta mais pela rede do que pelo mar. Contar o número de regras
> usadas e de passos pode ser um meio para medir uma derivação, porém será um
> entre vários meios de medição. E segundo, para medir será preciso
> considerar sempre a menor derivação "correta" (latu sensu) dentre as
> possíveis derivações.
> 
> Na verdade a minha simpatia pela pergunta deve-se a que ela não se limita a
> dedução natural, mas traduz a ideia de que a lógica sempre trabalha com
> economia ou simplicidade, que essas são características fundamentais da
> disciplina.
> 
> 
> Em 6 de março de 2013 19:38, Joao Marcos <[email protected]> escreveu:
> 
>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais
>> intuição do que eu sobre este assunto.
>> 
>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de
>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural.  A gente faz em
>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a regra
>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se você
>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais complexa",
>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim", e
>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode
>> até ter custado mais, mas é mais confiável"...
>> 
>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o nível
>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro,
>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida,
>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de
>> aplicações da regra do absurdo clássico.  A Valeria me chamou a
>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras
>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero de
>> regras do absurdo.
>> 
>> E o que acham os colegas?  Como vocês comparariam, em princípio, o
>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução
>> natural?
>> 
>> Abraços,
>> Joao Marcos
>> 
>> --
>> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/
>> _______________________________________________
>> Logica-l mailing list
>> [email protected]
>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
> _______________________________________________
> Logica-l mailing list
> [email protected]
> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
_______________________________________________
Logica-l mailing list
[email protected]
http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l

Responder a