Luiz Sem saber o que significa "~", tudo isso é vago, como na maior parte dessas discussões filosóficas. É o "não" intuitivo? O que significa ele? Ou é o 'ñao' clássico? Quem sabe o intuicionista? Ou um paraconsistente? Não dá, assim não dá (pelo menos para mim). Abraço D
________________________________ Décio Krause Departamento de Filosofia Universidade Federal de Santa Catarina 88040-940 Florianópolis, SC -- Brasil deciokrause[at]gmail.com www.cfh.ufsc.br/~dkrause ________________________________ Em 10/03/2013, às 16:23, Luis Rosa escreveu: > (pessoal, peco desculpas por escrever sem os acentos da lingua portuguesa) > > JM, acho que da pra dizer que sim. > pelo menos aqui nos states o pessoal usa o termo 'strawman' para referir a > um tipo de argumento em que o arguidor mal-interpreta a posicao da pessoa > que esta sendo atacada. certamente, dizer que um pessoa afirma ~P com base > no fato de que essa pessoa afirma que nao ha evidencia para P eh uma > ma-interpretacao da posicao desta pessoa. > > abraco! > > > 2013/3/10 <[email protected]> > >> Enviar submissões para a lista de discussão Logica-l para >> [email protected] >> >> Para se cadastrar ou descadastrar via WWW, visite o endereço >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >> ou, via email, envie uma mensagem com a palavra 'help' no assunto ou >> corpo da mensagem para >> [email protected] >> >> Você poderá entrar em contato com a pessoa que gerencia a lista pelo >> endereço >> [email protected] >> >> Quando responder, por favor edite sua linha Assunto assim ela será >> mais específica que "Re: Contents of Logica-l digest..." >> >> >> Tópicos de Hoje: >> >> 1. Re: Digest Logica-l, volume 85, assunto 8 ([email protected]) >> 2. Re: You are not one of us; ergo, your argument is invalid >> (Luis Rosa) >> 3. Re: You are not one of us; ergo, your argument is inva (Famadoria) >> 4. Re: You are not one of us; ergo, your argument is invalid >> (Joao Marcos) >> >> >> ---------------------------------------------------------------------- >> >> Message: 1 >> Date: Sat, 9 Mar 2013 16:14:50 -0300 >> From: [email protected] >> To: [email protected] >> Subject: Re: [Logica-l] Digest Logica-l, volume 85, assunto 8 >> Message-ID: <[email protected]> >> Content-Type: text/plain;charset=iso-8859-1 >> >>> Enviar submissões para a lista de discussão Logica-l para >>> [email protected] >>> >>> Para se cadastrar ou descadastrar via WWW, visite o endereço >>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>> ou, via email, envie uma mensagem com a palavra 'help' no assunto ou >>> corpo da mensagem para >>> [email protected] >>> >>> Você poderá entrar em contato com a pessoa que gerencia a lista pelo >>> endereço >>> [email protected] >>> >>> Quando responder, por favor edite sua linha Assunto assim ela será >>> mais específica que "Re: Contents of Logica-l digest..." >>> >>> >>> Tópicos de Hoje: >>> >>> 1. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação >>> (Valeria de Paiva) >>> 2. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação >>> (Elaine Pimentel) >>> 3. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação >>> (Marcelo Finger) >>> 4. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação (Tony Marmo) >>> 5. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação (Famadoria) >>> 6. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação (Famadoria) >>> 7. Re: medindo o nível de dificuldade de uma derivação (Famadoria) >>> >>> >>> ---------------------------------------------------------------------- >>> >>> Message: 1 >>> Date: Thu, 7 Mar 2013 06:54:41 -0800 >>> From: Valeria de Paiva <[email protected]> >>> To: Elaine Pimentel <[email protected]> >>> Cc: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área >>> de LOGICA <[email protected]> >>> Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma >>> derivação >>> Message-ID: >>> <CAESt=XvcijyYGw=Ajb8jcG0029tniD=jXNdGwznA3kn8Z0w= >> [email protected]> >>> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1 >>> >>> alo todos, >>> Pois e', eu tambem acho que Doria se enganou nessa. eu tenho as obras >>> completas do Goedel and por via das duvidas dei uma "googlada", mas nao >>> achei nada..sem contar que os metodos de descricao de provas nao eram >>> muito >>> sofisticados. o calculo de sequentes 'e dos anos 30 e a deducao natural >>> so' >>> mostrou que funcionava mesmo nos anos 60, ne? >>> >>> mas eu nao concordo com Elaine qdo ela diz: >>>> Se considerarmos >>>> a lógica clássica proposicional, então não há muito a dizer: >>>> derivações normalizadas não utilizam lemas e são "minimais". Então eu >>>> diria que a complexidade é a mesma. >>> tem muita coisa a se dizer sim e a complexidade nao deve ser a mesma. >>> De um olhada no trabalho do Sam Buss em k-provabilidade usando os logic >>> flow graphs dele, >>> http://www.math.ucsd.edu/~sbuss/ResearchWeb/kprove/paper.pdf... >>> >>> acho que a medida de numero de usos de regra do absurdo 'e so' pra >>> comecar... >>> >>> Mas concordo plenamente com Elaine que o assunto 'e fascinante!! >>> abracos, >>> Valeria >>> >>> >>> 2013/3/7 Elaine Pimentel <[email protected]> >>> >>>> Oi, João! >>>> >>>> Eu não conheço nenhum teorema de Gödel que trate do assunto (de fato, >>>> não acredito que exista...). >>>> >>>> Sobre a sua pergunta, acho que é super interessante. Se considerarmos >>>> a lógica clássica proposicional, então não há muito a dizer: >>>> derivações normalizadas não utilizam lemas e são "minimais". Então eu >>>> diria que a complexidade é a mesma. Se uma fórmula é um teorema >>>> intuicionista, então o uso da dupla negação vai resultar em uma >>>> derivação não normal, por exemplo. >>>> >>>> Já se passamos para a lógica de primeira ordem, temos a complicação do >>>> existencial, pois é o único conectivo em cálculo de sequentes para o >>>> qual a regra de introdução é não "invertível". Ou seja, você pode >>>> decompor (pensando de baixo para cima) qualquer fórmula cujo conectivo >>>> principal não seja um existencial que a "demonstrabilidade" fica >>>> invariante. Então, para qualquer fórmula "demonstrável" -- para que >>>> você não fique bravo comigo :) -- existe uma derivação mínimal dada >>>> por "multifocusing" e portanto a complexidade pode ser medida apenas >>>> pelo número de diferentes aplicações da regra existencial. >>>> >>>> Não sei como transformar isso para dedução natural, mas acredito que >>>> basta definir uma classe de equivalência de derivações (normalizadas) >>>> em dn para cada derivação "multifocused" em cálculo de sequentes. >>>> >>>> Eu acho esse assunto fascinante :) >>>> >>>> Abraço, >>>> >>>> Elaine. >>>> >>>> 2013/3/7 Joao Marcos <[email protected]>: >>>>> Sobre derivações em dedução natural? >>>>> >>>>> JM >>>>> >>>>> 2013/3/6 Famadoria <[email protected]>: >>>>>> Tem um teorema de Gödel sobre isso. >>>>>> >>>>>> Sent from my iPhone >>>>>> >>>>>> On 06/03/2013, at 19:38, Joao Marcos <[email protected]> wrote: >>>>>> >>>>>>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais >>>>>>> intuição do que eu sobre este assunto. >>>>>>> >>>>>>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de >>>>>>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural. A gente faz em >>>>>>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a >>>> regra >>>>>>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se >>>> você >>>>>>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais >>>> complexa", >>>>>>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim", e >>>>>>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode >>>>>>> até ter custado mais, mas é mais confiável"... >>>>>>> >>>>>>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o >>>> nível >>>>>>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro, >>>>>>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida, >>>>>>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de >>>>>>> aplicações da regra do absurdo clássico. A Valeria me chamou a >>>>>>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras >>>>>>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero de >>>>>>> regras do absurdo. >>>>>>> >>>>>>> E o que acham os colegas? Como vocês comparariam, em princípio, o >>>>>>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução >>>>>>> natural? >>>>>>> >>>>>>> Abraços, >>>>>>> Joao Marcos >>>>> >>>>> -- >>>>> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ >>>>> _______________________________________________ >>>>> Logica-l mailing list >>>>> [email protected] >>>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>>> >>>> >>>> >>>> -- >>>> Elaine. >>>> ------------------------------------------------- >>>> Elaine Pimentel - DMat/UFMG >>>> >>>> Address: Departamento de Matematica >>>> Universidade Federal de Minas Gerais >>>> Av Antonio Carlos, 6627 - C.P. 702 >>>> Pampulha - CEP 30.161-970 >>>> Belo Horizonte - Minas Gerais - Brazil >>>> Phone: 55 31 3409-5970/3409-5994 >>>> Fax: 55 31 3409-5692 >>>> >>>> htps://sites.google.com/site/elainepimentel/ >>>> -------------------------------------------------------- >>>> _______________________________________________ >>>> Logica-l mailing list >>>> [email protected] >>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>>> >>> >>> >>> >>> -- >>> Valeria de Paiva >>> http://www.cs.bham.ac.uk/~vdp/ >>> http://valeriadepaiva.org/ >>> >>> >>> ------------------------------ >>> >>> Message: 2 >>> Date: Thu, 7 Mar 2013 12:16:32 -0300 >>> From: Elaine Pimentel <[email protected]> >>> To: Valeria de Paiva <[email protected]> >>> Cc: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área >>> de LOGICA <[email protected]> >>> Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma >>> derivação >>> Message-ID: >>> < >> cahqvs+xvtnzz1ztphanwitortchlruey0ctsg7gcheyntzq...@mail.gmail.com> >>> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1 >>> >>> Oi, Valéria! >>> >>> >>>> mas eu nao concordo com Elaine qdo ela diz: >>>>> Se considerarmos >>>>> a lógica clássica proposicional, então não há muito a dizer: >>>>> derivações normalizadas não utilizam lemas e são "minimais". Então eu >>>>> diria que a complexidade é a mesma. >>>> tem muita coisa a se dizer sim e a complexidade nao deve ser a mesma. >>>> De um olhada no trabalho do Sam Buss em k-provabilidade usando os logic >>>> flow >>>> graphs dele, >>>> http://www.math.ucsd.edu/~sbuss/ResearchWeb/kprove/paper.pdf... >>> >>> O trabalho dele é em lógica de primeira ordem... E a dificuldade é >>> justamente unificação. Continuo achando que no caso proposicional não >>> há diferença, se considerarmos apenas provas normalizadas. >>> >>>> Mas concordo plenamente com Elaine que o assunto 'e fascinante!! >>> >>> :) >>> >>> Elaine. >>> ------------------------------------------------- >>> Elaine Pimentel - DMat/UFMG >>> >>> Address: Departamento de Matematica >>> Universidade Federal de Minas Gerais >>> Av Antonio Carlos, 6627 - C.P. 702 >>> Pampulha - CEP 30.161-970 >>> Belo Horizonte - Minas Gerais - Brazil >>> Phone: 55 31 3409-5970/3409-5994 >>> Fax: 55 31 3409-5692 >>> >>> htps://sites.google.com/site/elainepimentel/ >>> -------------------------------------------------------- >>> >>> >>> ------------------------------ >>> >>> Message: 3 >>> Date: Thu, 7 Mar 2013 10:25:14 -0500 >>> From: Marcelo Finger <[email protected]> >>> To: Joao Marcos <[email protected]> >>> Cc: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área >>> de LOGICA <[email protected]> >>> Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma >>> derivação >>> Message-ID: >>> <CABqmzx0FKtrHX-eZr9+ar=x2Je831C_dxZzWsczf7Fc= >> [email protected]> >>> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1 >>> >>> Oi João. >>> >>> Eu uma vez tive uma discussão com o Ruy Excel sobre um assunto similar: o >>> grau de interesse de um teorema. A gente informalmente discutiu que o >>> nível de interesse é a razão entre o tamanho da menor prova conhecida >>> (usando a regra que v quiser) e o tamanho do teorema. Quanto maior esta >>> razão , maior o interesse. O problem é que isso relativiza o interesse >>> pelo sistema de dedução utilizado. >>> >>> []s >>> >>> Marcelo >>> >>> >>> 2013/3/6 Joao Marcos <[email protected]> >>> >>>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais >>>> intuição do que eu sobre este assunto. >>>> >>>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de >>>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural. A gente faz em >>>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a regra >>>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se você >>>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais complexa", >>>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim", e >>>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode >>>> até ter custado mais, mas é mais confiável"... >>>> >>>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o nível >>>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro, >>>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida, >>>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de >>>> aplicações da regra do absurdo clássico. A Valeria me chamou a >>>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras >>>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero de >>>> regras do absurdo. >>>> >>>> E o que acham os colegas? Como vocês comparariam, em princípio, o >>>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução >>>> natural? >>>> >>>> Abraços, >>>> Joao Marcos >>>> >>>> -- >>>> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ >>>> _______________________________________________ >>>> Logica-l mailing list >>>> [email protected] >>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>>> >>>> >>> >>> >>> -- >>> Marcelo Finger >>> Department of Computer Science, Cornell University >>> >>> on leave from: >>> Departament of Computer Science, IME >>> University of Sao Paulo >>> http://www.ime.usp.br/~mfinger >>> >>> >>> ------------------------------ >>> >>> Message: 4 >>> Date: Thu, 7 Mar 2013 16:42:52 -0300 >>> From: Tony Marmo <[email protected]> >>> To: Joao Marcos <[email protected]>, Lista acadêmica brasileira dos >>> profissionais e estudantes da área de LOGICA < >> [email protected]> >>> Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma >>> derivação >>> Message-ID: >>> <CAEsiyHS+-E3Pu84Q2zAZfLx1rYp5gH7SPexfU--Fdd4RG2M= >> [email protected]> >>> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1 >>> >>> Caro João, >>> >>> Tenho muita simpatia pela pergunta, mas é aquela velha história do >>> pescador >>> que se encanta mais pela rede do que pelo mar. Contar o número de regras >>> usadas e de passos pode ser um meio para medir uma derivação, porém será >>> um >>> entre vários meios de medição. E segundo, para medir será preciso >>> considerar sempre a menor derivação "correta" (latu sensu) dentre as >>> possíveis derivações. >>> >>> Na verdade a minha simpatia pela pergunta deve-se a que ela não se limita >>> a >>> dedução natural, mas traduz a ideia de que a lógica sempre trabalha com >>> economia ou simplicidade, que essas são características fundamentais da >>> disciplina. >>> >>> >>> Em 6 de março de 2013 19:38, Joao Marcos <[email protected]> escreveu: >>> >>>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais >>>> intuição do que eu sobre este assunto. >>>> >>>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de >>>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural. A gente faz em >>>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a regra >>>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se você >>>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais complexa", >>>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim", e >>>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode >>>> até ter custado mais, mas é mais confiável"... >>>> >>>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o nível >>>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro, >>>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida, >>>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de >>>> aplicações da regra do absurdo clássico. A Valeria me chamou a >>>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras >>>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero de >>>> regras do absurdo. >>>> >>>> E o que acham os colegas? Como vocês comparariam, em princípio, o >>>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução >>>> natural? >>>> >>>> Abraços, >>>> Joao Marcos >>>> >>>> -- >>>> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ >>>> _______________________________________________ >>>> Logica-l mailing list >>>> [email protected] >>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>>> >>> >>> >>> ------------------------------ >>> >>> Message: 5 >>> Date: Thu, 7 Mar 2013 17:22:20 -0300 >>> From: Famadoria <[email protected]> >>> To: Joao Marcos <[email protected]> >>> Cc: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área >>> de LOGICA <[email protected]> >>> Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma >>> derivação >>> Message-ID: <[email protected]> >>> Content-Type: text/plain; charset=utf-8 >>> >>> Não usou dedução natural e nem precisa; poderíamos codificar em linguagem >>> binária a dedução. E se aplica o teorema de Goedel sobre o comprimento >> das >>> provas. >>> >>> Sent from my iPhone >>> >>> On 07/03/2013, at 08:01, Joao Marcos <[email protected]> wrote: >>> >>>> Sobre derivações em dedução natural? >>>> >>>> JM >>>> >>>> 2013/3/6 Famadoria <[email protected]>: >>>>> Tem um teorema de Gödel sobre isso. >>>>> >>>>> Sent from my iPhone >>>>> >>>>> On 06/03/2013, at 19:38, Joao Marcos <[email protected]> wrote: >>>>> >>>>>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais >>>>>> intuição do que eu sobre este assunto. >>>>>> >>>>>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de >>>>>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural. A gente faz em >>>>>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a regra >>>>>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se você >>>>>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais complexa", >>>>>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim", e >>>>>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode >>>>>> até ter custado mais, mas é mais confiável"... >>>>>> >>>>>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o nível >>>>>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro, >>>>>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida, >>>>>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de >>>>>> aplicações da regra do absurdo clássico. A Valeria me chamou a >>>>>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras >>>>>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero de >>>>>> regras do absurdo. >>>>>> >>>>>> E o que acham os colegas? Como vocês comparariam, em princípio, o >>>>>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução >>>>>> natural? >>>>>> >>>>>> Abraços, >>>>>> Joao Marcos >>>> >>>> -- >>>> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ >>> >>> >>> ------------------------------ >>> >>> Message: 6 >>> Date: Thu, 7 Mar 2013 17:26:02 -0300 >>> From: Famadoria <[email protected]> >>> To: Elaine Pimentel <[email protected]> >>> Cc: Lista acadêmica brasileira dos profissionais e estudantes da área >>> de LOGICA <[email protected]> >>> Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma >>> derivação >>> Message-ID: <[email protected]> >>> Content-Type: text/plain; charset=utf-8 >>> >>> Existe: sobre o comprimento das provas. Na verdade Goedel apenas o >>> enunciou em 36; foi provado nos anos 50. Usei-0 num artigo de 91, >>> Undecidability and incompleteness in classical mechanics. É equivalente a >>> um teorema de M. Blum em computação. >>> >>> Sent from my iPhone >>> >>> On 07/03/2013, at 08:52, Elaine Pimentel <[email protected]> >>> wrote: >>> >>>> Oi, João! >>>> >>>> Eu não conheço nenhum teorema de Gödel que trate do assunto (de fato, >>>> não acredito que exista...). >>>> >>>> Sobre a sua pergunta, acho que é super interessante. Se considerarmos >>>> a lógica clássica proposicional, então não há muito a dizer: >>>> derivações normalizadas não utilizam lemas e são "minimais". Então eu >>>> diria que a complexidade é a mesma. Se uma fórmula é um teorema >>>> intuicionista, então o uso da dupla negação vai resultar em uma >>>> derivação não normal, por exemplo. >>>> >>>> Já se passamos para a lógica de primeira ordem, temos a complicação do >>>> existencial, pois é o único conectivo em cálculo de sequentes para o >>>> qual a regra de introdução é não "invertível". Ou seja, você pode >>>> decompor (pensando de baixo para cima) qualquer fórmula cujo conectivo >>>> principal não seja um existencial que a "demonstrabilidade" fica >>>> invariante. Então, para qualquer fórmula "demonstrável" -- para que >>>> você não fique bravo comigo :) -- existe uma derivação mínimal dada >>>> por "multifocusing" e portanto a complexidade pode ser medida apenas >>>> pelo número de diferentes aplicações da regra existencial. >>>> >>>> Não sei como transformar isso para dedução natural, mas acredito que >>>> basta definir uma classe de equivalência de derivações (normalizadas) >>>> em dn para cada derivação "multifocused" em cálculo de sequentes. >>>> >>>> Eu acho esse assunto fascinante :) >>>> >>>> Abraço, >>>> >>>> Elaine. >>>> >>>> 2013/3/7 Joao Marcos <[email protected]>: >>>>> Sobre derivações em dedução natural? >>>>> >>>>> JM >>>>> >>>>> 2013/3/6 Famadoria <[email protected]>: >>>>>> Tem um teorema de Gödel sobre isso. >>>>>> >>>>>> Sent from my iPhone >>>>>> >>>>>> On 06/03/2013, at 19:38, Joao Marcos <[email protected]> wrote: >>>>>> >>>>>>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais >>>>>>> intuição do que eu sobre este assunto. >>>>>>> >>>>>>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de >>>>>>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural. A gente faz em >>>>>>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a >>>>>>> regra >>>>>>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se você >>>>>>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais >>>>>>> complexa", >>>>>>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim", e >>>>>>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode >>>>>>> até ter custado mais, mas é mais confiável"... >>>>>>> >>>>>>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o nível >>>>>>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro, >>>>>>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida, >>>>>>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de >>>>>>> aplicações da regra do absurdo clássico. A Valeria me chamou a >>>>>>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras >>>>>>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero de >>>>>>> regras do absurdo. >>>>>>> >>>>>>> E o que acham os colegas? Como vocês comparariam, em princípio, o >>>>>>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução >>>>>>> natural? >>>>>>> >>>>>>> Abraços, >>>>>>> Joao Marcos >>>>> >>>>> -- >>>>> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ >>>>> _______________________________________________ >>>>> Logica-l mailing list >>>>> [email protected] >>>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>>> >>>> >>>> >>>> -- >>>> Elaine. >>>> ------------------------------------------------- >>>> Elaine Pimentel - DMat/UFMG >>>> >>>> Address: Departamento de Matematica >>>> Universidade Federal de Minas Gerais >>>> Av Antonio Carlos, 6627 - C.P. 702 >>>> Pampulha - CEP 30.161-970 >>>> Belo Horizonte - Minas Gerais - Brazil >>>> Phone: 55 31 3409-5970/3409-5994 >>>> Fax: 55 31 3409-5692 >>>> >>>> htps://sites.google.com/site/elainepimentel/ >>>> -------------------------------------------------------- >>>> _______________________________________________ >>>> Logica-l mailing list >>>> [email protected] >>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>> >>> >>> ------------------------------ >>> >>> Message: 7 >>> Date: Thu, 7 Mar 2013 17:28:39 -0300 >>> From: Famadoria <[email protected]> >>> To: Tony Marmo <[email protected]> >>> Cc: Joao Marcos <[email protected]>, Lista acadêmica brasileira dos >>> profissionais e estudantes da área de LOGICA < >> [email protected]> >>> Subject: Re: [Logica-l] medindo o nível de dificuldade de uma >>> derivação >>> Message-ID: <[email protected]> >>> Content-Type: text/plain; charset=utf-8 >>> >>> Basta codificar em binário e considerar a ( incomputável) mais curta >>> codificação possível. >>> >>> Sent from my iPhone >>> >>> On 07/03/2013, at 16:42, Tony Marmo <[email protected]> wrote: >>> >>>> Caro João, >>>> >>>> Tenho muita simpatia pela pergunta, mas é aquela velha história do >>>> pescador >>>> que se encanta mais pela rede do que pelo mar. Contar o número de regras >>>> usadas e de passos pode ser um meio para medir uma derivação, porém será >>>> um >>>> entre vários meios de medição. E segundo, para medir será preciso >>>> considerar sempre a menor derivação "correta" (latu sensu) dentre as >>>> possíveis derivações. >>>> >>>> Na verdade a minha simpatia pela pergunta deve-se a que ela não se >>>> limita a >>>> dedução natural, mas traduz a ideia de que a lógica sempre trabalha com >>>> economia ou simplicidade, que essas são características fundamentais da >>>> disciplina. >>>> >>>> >>>> Em 6 de março de 2013 19:38, Joao Marcos <[email protected]> escreveu: >>>> >>>>> Gostaria de fazer uma consulta simples entre os colegas com mais >>>>> intuição do que eu sobre este assunto. >>>>> >>>>> Um aluno me perguntou como poderia fazer para "comparar o nível de >>>>> dificuldade de duas derivações", em dedução natural. A gente faz em >>>>> sala de aula aquelas asserções ingênuas, do tipo "se você usou a regra >>>>> do absurdo clássico, trata-se de uma derivação não trivial", "se você >>>>> usou regras com descarte, a derivação é potencialmente mais complexa", >>>>> "se você precisou usar lemas, a derivação não é tão básica assim", e >>>>> até "se você construiu sua derivação de forma construtiva, ela pode >>>>> até ter custado mais, mas é mais confiável"... >>>>> >>>>> Pois bem, minha primeira sugestão ao aluno foi que comparasse o nível >>>>> de dificuldade de duas derivações executando dois passos: primeiro, >>>>> converta estas derivações para uma forma *normalizada*; em seguida, >>>>> conte o número de nós destas versões normalizadas, e o número de >>>>> aplicações da regra do absurdo clássico. A Valeria me chamou a >>>>> atenção em privado para a necessidade de considerar também outras >>>>> variáveis, como o numero de regras usadas, e não somente o numero de >>>>> regras do absurdo. >>>>> >>>>> E o que acham os colegas? Como vocês comparariam, em princípio, o >>>>> *nível de dificuldade* de duas derivações, digamos, em dedução >>>>> natural? >>>>> >>>>> Abraços, >>>>> Joao Marcos >>>>> >>>>> -- >>>>> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ >>>>> _______________________________________________ >>>>> Logica-l mailing list >>>>> [email protected] >>>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>>> _______________________________________________ >>>> Logica-l mailing list >>>> [email protected] >>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>> >>> >>> ------------------------------ >>> >>> _______________________________________________ >>> Logica-l mailing list >>> [email protected] >>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>> >>> >>> Fim da Digest Logica-l, volume 85, assunto 8 >>> ******************************************** >>> >> >> >> >> >> ------------------------------ >> >> Message: 2 >> Date: Sat, 9 Mar 2013 15:20:14 -0500 >> From: Luis Rosa <[email protected]> >> To: logica-l <[email protected]> >> Subject: Re: [Logica-l] You are not one of us; ergo, your argument is >> invalid >> Message-ID: >> < >> caockfccqnn23crj6yro7hhk8beh3zybzjexb2q+g5xhhaas...@mail.gmail.com> >> Content-Type: text/plain; charset=ISO-8859-1 >> >> JM, escrevi um post para o nosso blog de epistemologia, incitado justamente >> por essa pagina que voce postou aqui: >> http://fsopho.wordpress.com/2013/03/09/some-fallacies/ >> >> nao quero desconsiderar dados da psicologia cognitiva, mas acredito que >> podemos evitar bias e fallacies. =] >> >> abracao a tod@s >> >> -- >> *Luis Rosa * >> @fsopho // prof <https://sites.google.com/site/fsopho/> // lattes >> <http://lattes.cnpq.br/9235142514779816> >> FsOpHo Epistemology Blog <http://fsopho.wordpress.com/> >> Blog Distropia <http://distropia.wordpress.com/> >> Greek van Peixe - Gamer Rock <http://greekvanpeixe.com/> >> >> >> ------------------------------ >> >> Message: 3 >> Date: Sat, 9 Mar 2013 22:24:14 -0300 >> From: Famadoria <[email protected]> >> To: Luis Rosa <[email protected]> >> Cc: logica-l <[email protected]> >> Subject: Re: [Logica-l] You are not one of us; ergo, your argument is >> inva >> Message-ID: <[email protected]> >> Content-Type: text/plain; charset=utf-8 >> >> A gente tem que ter cuidado com LOE e ALOE. Um exemplo: EPR data de 1935, >> mas só foi evidenciado por Alain Aspect em 1981. E o resultado de Aspect é >> notoriamente contraintuitivo. >> >> Sent from my iPhone >> >> On 09/03/2013, at 17:20, Luis Rosa <[email protected]> wrote: >> >>> JM, escrevi um post para o nosso blog de epistemologia, incitado >> justamente >>> por essa pagina que voce postou aqui: >>> http://fsopho.wordpress.com/2013/03/09/some-fallacies/ >>> >>> nao quero desconsiderar dados da psicologia cognitiva, mas acredito que >>> podemos evitar bias e fallacies. =] >>> >>> abracao a tod@s >>> >>> -- >>> *Luis Rosa * >>> @fsopho // prof <https://sites.google.com/site/fsopho/> // lattes >>> <http://lattes.cnpq.br/9235142514779816> >>> FsOpHo Epistemology Blog <http://fsopho.wordpress.com/> >>> Blog Distropia <http://distropia.wordpress.com/> >>> Greek van Peixe - Gamer Rock <http://greekvanpeixe.com/> >>> _______________________________________________ >>> Logica-l mailing list >>> [email protected] >>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >> >> >> ------------------------------ >> >> Message: 4 >> Date: Sun, 10 Mar 2013 10:37:13 -0300 >> From: Joao Marcos <[email protected]> >> To: Luis Rosa <[email protected]> >> Cc: logica-l <[email protected]> >> Subject: Re: [Logica-l] You are not one of us; ergo, your argument is >> invalid >> Message-ID: >> <CAO6j_LjRZEmNaDdTYaSwAN= >> [email protected]> >> Content-Type: text/plain; charset=UTF-8 >> >> Luis, será que a falácia PMWMA não seria uma especialização da >> "falácia do espantalho"? >> >> Parabéns por ter esperança no alcance do raciocínio crítico, e pelo >> interessante post. >> Joao Marcos >> >> >> 2013/3/9 Luis Rosa <[email protected]>: >>> JM, escrevi um post para o nosso blog de epistemologia, incitado >> justamente >>> por essa pagina que voce postou aqui: >>> http://fsopho.wordpress.com/2013/03/09/some-fallacies/ >>> >>> nao quero desconsiderar dados da psicologia cognitiva, mas acredito que >>> podemos evitar bias e fallacies. =] >>> >>> abracao a tod@s >>> >>> -- >>> *Luis Rosa * >>> @fsopho // prof <https://sites.google.com/site/fsopho/> // lattes >>> <http://lattes.cnpq.br/9235142514779816> >>> FsOpHo Epistemology Blog <http://fsopho.wordpress.com/> >>> Blog Distropia <http://distropia.wordpress.com/> >>> Greek van Peixe - Gamer Rock <http://greekvanpeixe.com/> >>> _______________________________________________ >>> Logica-l mailing list >>> [email protected] >>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >> >> >> >> -- >> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ >> >> >> ------------------------------ >> >> _______________________________________________ >> Logica-l mailing list >> [email protected] >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >> >> >> Fim da Digest Logica-l, volume 85, assunto 10 >> ********************************************* >> > > > > -- > *Luis Rosa * > @fsopho // prof <https://sites.google.com/site/fsopho/> // lattes > <http://lattes.cnpq.br/9235142514779816> > FsOpHo Epistemology Blog <http://fsopho.wordpress.com/> > Blog Distropia <http://distropia.wordpress.com/> > Greek van Peixe - Gamer Rock <http://greekvanpeixe.com/> > _______________________________________________ > Logica-l mailing list > [email protected] > http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l _______________________________________________ Logica-l mailing list [email protected] http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
