4 de Junho João Marcos ligado a um artigo de Keith Devlin que
pergunto: "Will Cantor’s Paradise Ever Be of Practical Use?"

http://devlinsangle.blogspot.com.br/2013/06/will-cantors-paradise-ever-be-of.html


Eu acho que Devlin comete um erro grave ao equiparar os números muito
grandes com as magnitudes do infinito:"View the infinite as a
theoretical simplification of the very large finite. (Economists
sometimes make a similar simplifying assumption about economies.)"

Por esta razão, as especulações imprecisas de Devlin sobre aplicações
práticas de infinidades incontáveis previstas em seu blog não são
confiáveis.

Além disso, eu acredito que é muito inútil considerar as miragens de
infinidades incontáveis em maneira de Cantor como entidades divinas ou
celestiais. Meu ceticismo em relação ao Cantorianismo é explicada
inter alia na seção 8 de Librationist Closures of the Paradoxes
<http://www.logika.umk.pl/llp/214/2-214p.pdf>.

Um ponto de vista mais radical do que o meu é expresso duma forma mais
divertida pelo combinatorialisto Doron Zeilberger: Herren Geheimrat
Hilbert und Prof. Dr. Cantor, I'd like to be Excused from your
"Paradise": It is a Paradise of Fools, and besides feels more like
Hell <http://www.math.rutgers.edu/~zeilberg/Opinion68.html>

Abraços

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Dr Frode Bjørdal
Professor of Philosophy
Universitetet i Oslo    Universidade Federal do Rio Grande do Norte


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