Sim, mas a comunidade filosófica acha que a filosofia tem procedimentos 
próprios de avaliação, com o que não concordo. Todos os filósofos bons que 
conheço publicam em boas revistas, além obviamente de livros por editora 
consagradas, mas aqui muita gente acha que basta publicar livros em português, 
que não recebem resenhas críticas, pois não é nosso hábito. Qualquer crítica é 
levada para o lado pessoal. Ademais, o português não é lido nem em  Buenos 
Aires. Textos em português devem ser dirigidos para alunos, não para expressar 
teses filosóficas, pois não serão lidos por quem deveriam.
Temos ainda um longo caminho, com gente colocando pedras na frente.
D



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Décio Krause
Departamento de Filosofia
Universidade Federal de Santa Catarina
88040-900 Florianópolis - SC - Brasil
http://www.cfh.ufsc.br/~dkrause
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Em 18/12/2013, às 23:58, Joao Marcos <[email protected]> escreveu:

>>> PS: Infelizmente, a preocupação da CAPES e do CNPq com *impacto* é
>>> quase nula.  Só importa mesmo a ^quantidade^ de papers publicados "nos
>>> lugares certos".
>> 
>> O teu PS está mudando. Já se olham sim os veículos. Queiramos ou nâo, os
>> índices de impacto virão.
> 
> Inch'allah!
> 
> De todo modo, *produzir* é condição ^necessária^ para ser citado.
> 
> Torçamos para que com o inchaço da produção irrelevante brasileira,
> cresça junto também a produção de relevo.
> JM
> 
> -- 
> http://sequiturquodlibet.googlepages.com/
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