No texto acima onde se lê "lógicas clássicas" leia-se "lógicas clássicas ou
não-clássicas", faltou esse disjunto quando digitei.

Em sáb, 19 de set de 2020 11:53, Tony Marmo <[email protected]> escreveu:

> Vamos por partes.
> Pessoas que trabalham com lógicas clássicas pressupõem que certas fórmulas
> são ou não antologias em um determinado sistema conforme o sistema é
> definido. Assim, de fato, o que é um antologia clássica não o é
> necessariamente em sistemas com três ou mais valores, por exemplo.
>
> Um paradoxo é algo um tanto diferente disso. E depende como se vê a noção
> de paradoxo.
>
> Para ter um paradoxo não é necessário, todavia, que a lógica seja
> clássica. O paradoxo do mentiroso, por exemplo, continua sendo um paradoxo
> mesmo do ponto de vista de outras lógicas não-clássicas. E não é preciso
> para esses casos haja mecanismos que recuperem o "classicismo" do sistema.
>
> Como assim? É que dizer que uma asserção ser verdadeira equivale a ser
> falsa não é a mesma coisa que dizer que ela seja nem falsa nem verdadeira.
>
> Em sáb, 19 de set de 2020 08:51, Eduardo Alejandro Barrio <
> [email protected]> escreveu:
>
>> Hola a todos,
>>
>> Este martes 22 a las 12;00 (Argentina-Brasil) Lucas Rosenblatt
>> (IIF-SADAF-CONICET) presentará "Paradoxicality without Revenge"
>>
>> Abstract: In a recent paper Julien Murzi and Lorenzo Rossi have suggested
>> that revisionary approaches to truth breed revenge paradoxes when they are
>> coupled with the thought that they can recapture classical reasoning in
>> certain circumstances. What's novel about the paradoxes that they put
>> forward is that they cannot be dismissed so easily by non-classical
>> theorists. The concepts used to generate the paradoxes---those of
>> paradoxicality and unparadoxicality---are concepts that these theorists
>> need in order to offer a diagnosis of the truth-theoretic paradoxes that is
>> congenial to the idea of classical recapture. My goal in this paper is to
>> ascertain whether Murzi and Rossi's objection succeeds. If it does, then
>> that means that non-classical theorists should abandon the idea of
>> classical recapture, and thus that the revisions required to confront the
>> semantic paradoxes are much more drastic than they have anticipated. I will
>> argue, however, that the objection can be resisted. In particular, I will
>> provide a formal fixed-point semantics for a language extended with a
>> paradoxicality predicate. In this way, non-classical theorists can, to some
>> extent, represent the concept of paradoxicality without falling prey to
>> revenge paradoxes of the sort discussed by Murzi and Rossi.
>> Los datos de la reunión son:
>>
>> Unirse a la reunión Zoom
>> https://us02web.zoom.us/j/81539805085?pwd=RWVoTGF3TU9vZGtpbXBZMHB6NWUwZz09
>>
>> ID de reunión: 815 3980 5085
>> Código de acceso: 954398
>> Un saludo, Eduardo
>>
>> --
>> Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "LOGICA-L" dos
>> Grupos do Google.
>> Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele,
>> envie um e-mail para [email protected].
>> Para ver essa discussão na Web, acesse
>> https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/de3786e4-58c7-44fe-b726-30331c694177n%40dimap.ufrn.br
>> <https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/de3786e4-58c7-44fe-b726-30331c694177n%40dimap.ufrn.br?utm_medium=email&utm_source=footer>
>> .
>>
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