Em 04/08/05, Djair Guilherme<[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > Também rola a gente começar a agitar um material informando sobre a > metodologia e sobre alguns comprometimentos que os esporos precisariam > ter com o conceito. Como sempre, vou citar o MH: "Faço algo a você para > que você faça a outros". Isso já coloca o nego em situação de compartilhar.
Sim. A idéia é definir um grupo de comprometimentos, simples, coerentes, que validam qualquer instância a se chamar de esporo. Replicar conhecimento, trabalhar com software livre, buscar a transformação social através da re-apropriação de tecnologia, desmistificando-a, podem ser alguns deles. > Ter um espaço virtual (como esse) para discutir o que estamos fazendo é > mais produtivo que um curso on-line. Em alguns casos, e pra algumas pessoas, sim. Mas não perdemos nada flexibilizando a linguagem pra quem não gosta de listas... > O ideal é uma orientação > presencial, no início; Mas, por exemplo, não é possível sair alguém daqui uma vez por semana pra conversar com o Regis em Arraial. Uma coisa online pode estender os poucos contatos presenciais. > A metodologia de um roadshow pode acabar colocando o sujeito em situação > de espectador do meta. Isso não é bom, porque pode reforçar o > clientelismo. Também depende da maneira como a gente montar isso. A presença do Xsl4v3, do Jeff e até minha no IP foram exemplos de instâncias itinerantes que resultaram em algo (mesmo que esse algo tenha sido quase nada, no meu caso). Depende mais do posicionamento do replicador do que da idéia de replicação móvel. > Para isso, é bom colocar os negos em situação de resolver as coisas, > mesmo que isso seja mais lento um pouco. Eu acho que de uma forma ampla a gente propõe essa autonomia. Mas até quebrar os vícios das pessoas, é necessário um processo mais aprofundado, que ocasionalmente vai funcionar através da lista, mas nem sempre. Chegar por esses três caminhos é abrir mais possibilidades. > Ninguém tem nada a dizer quando as coisas funcionam. O problema é quando > elas não funcionam. Mas temos que incentivar a documentação nos dois casos. A estrutura tá toda aí, todos usam software livre, do qual uma das bases é a documentação. Ainda assim, poucos relatam como conseguiram fazer qualquer coisa. > distintos, durante mais tempo. Não sei se é um bom modelo ir ao local, > agitar uma vivência de metareciclagem, sair fora esperando que o sujeito > acompanhe as paradinhas pelas listas e siga tocando a coisa. "bom" é um conceito amplo. esse modelo, de alguma forma, funciona. mas obviamente temos que propor outros. e a idéia não é simplesmente pegar pessoas do centro econômico e levar pras perifas, mas promover intercâmbios efetivos. fazer as pessoas circularem, uma desterritorialização forçada. talvez até mais pelo aprendizado pessoal do que efetivamente resultados em cada canto. > Senão continuamos ocasionais. Frutos do aleatório. Não fala mal do aleatório não, que eu sou apóstolo do caos. :) ff _______________________________________________ Metarec mailing list [email protected] http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec
