fala, meu garouto

Em 06/09/05, Fernando Henrique<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

>  Na índia foi possível perceber que 80 % do que fiz no grupo, quando ainda
> era um grupo, foi feito de forma entusiastica e superficial demais pra dar
> certo... 

não sei se existe medida do "demais", mas posso dar certeza de
que se os objetivos de 2003 (quaisquer que fossem) tivessem
continuado até hoje, tu não tava mais com a gente (e acho que
nem eu). 

não temos nenhuma resposta, todo o nosso processo é de
aprender, chamar mais gente, reaprender, chamar mais gente...

>  Desenvolvi uma distro sozinho para uma comunidade, pééééé. Errado, o
> correto deveria ter usado a comunidade e desenvolvido (ou não) com a
> comunidade....

quando chove o correto é abrir o guarda-chuva ou jogar ele fora?

>  Enfim, fiz tudo de forma superficial, não tive os impactos que esperava...
> e algumas coisas que fiz para a metareciclagem vingaram fora da
> metareciclagem, não sei falar a lingua do meta.

ainda bem. pe-eu pe-sei pe-a pe-ling pe-gua pe-do pe-pe.
pe-ser pe-ve?

vsf, mano. não existe metalíngua.

> metareciclagem sem computadores, mas ai não sei se pode ser chamado de
> metareciclagem.

do breviário do metarecicleiro independente:
"metareciclagem is not about computers".

traz essas reflexões mais e mais pra cá. vamos (des)(cons)truindo.

f
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