... o homem não pode ser reduzido à sua feição técnica
de homo-faber, nem à sua feição racionalista de
homo-sapiens. É preciso considerar, na feição do
homem, o mito, a festa, a dança, o canto, o êxtase, o
amor, a morte, o despropósito, a guerra...é preciso
não rejeitar como ruído, resíduo, desperdício,
afetividade, o nervoso, a desordem, o acaso. O homem
verdadeiro encontra-se na dialética do sapiens-demens
...

Edgar Morin


        


        
                
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