Me dêem linceça para cair de para quedas no assunto.

Dalton quando diz que a escrita não é o único elemento
estruturante do pensamento e avança no sentido de
propor o MINDMAPS (não sei o que seja )pois resgatam a
SINAPSES(não sei o que seja ). Entendo sua intensão
seja no sentido de ir adiante.
Porem concordo plenamente com o Daniel quando diz que
“Essa tecnologia digital é toda desdobramento complexo
da escrita”.

Então lembre de uma amiga militante que diz que temos
que fazer e avançar, mas porem temos de retroceder
para que mais gente avance, não propondo um curso de
alfabetização rs rs rs (o que não seria mau).

Esse lance de retroceder (que é o que vocês podem
estar neste momento fazendo comigo para explicar
muitas coisas que ainda não sei) é um trabalho de
paciência, complicado as vezes.

Marcelo deu o exemplo:

“para quem respira o uso simbólico da rede, como
muitos aqui, a coisa rola quase naturalmente. mas e
quem nunca viu um computador pela frente, mas imagina
como ele é e como "atua"?”

Concerteza é uma grande e longa jornada, usando suas
palavras.

Daniel faz uma sugestão que é resumindo

Excitar o comportamento hipertextual (linkar, linkar,
linkar),


Registrar e compartilhando entre todos;

Vincular, a todos tornando as relações parte do
conjunto simbólico que está sendo cultivado.

Começando pela lingüística básica

e

Compartilhar ferramentas usadas na oficina.

Não sei se tem haver com o que quis dizer mais
concordo com essa forma.

R.V.

--- Daniel Pádua <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

> Fala meu povo du doido!
> 
> Curtindo o papo "oficina de colaboração"...
> 
> Essa tecnologia digital é toda desdobramento
> complexo
> da escrita. A gente começou a escrever binário com
> lápis elétrico
> em papel de silício. Em cima disso, escrevemos texto
> corrido
> usando eletricidade/magnetismo, e etc. O texto da
> programação
> gera o software. O hipertexto da interface folheia
> as páginas
> e páginas da eletricidade domada. E até a
> manipulação de
> imagens no computador transforma-as em objetos
> encadeados,
> assim como as letras de um alfabeto na construção de
> uma
> palavra.
> 
> Acho que o foco desse colaborar (numa oficina) é:
> 
> - excitar o comportamento hipertextual (linkar,
> linkar, linkar),
> seja como for gerado esse hipertexto
> (mindmap/wiki/computador,
> post-it, oralmente, etc.); (E AQUI sugiro perceber o
> contexto
> linguístico do grupo da oficina ANTEs de propor a
> maneira
> tecnológica de se gerar o hipertexto. como seria
> isso de
> trocar o drupal por voz + cérebro + tinta, por
> exemplo?)
> 
> - registrar essa atividade hipertextual de maneira
> que as
> conexões estabelecidas mantenham-se compartilhadas
> entre todos;
> 
> - vincular esse hipertexto compartilhado aos
> indíviduos que
> o geraram, como maneira de tornar as relações parte
> do
> conjunto simbólico que está sendo cultivado.
> 
> ....
> Começando essa colaboração em níveis linguísticos
> básicos, talvez facilite o entendimento da dinâmica
> usando complexidades tecnológicas maiores.
> 
> *** Mais foco na sensação de compartilhamento do que
> no potencial compartilhador das ferramentas usadas
> na oficina.
> 
> Bom, é minha opinião.
> Beijos e abraços do sapão,
> dpadua
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