Salve Naninnho!!!
quanto mais segmentam mais a gente se espalha!!!!
bj
Glauco
Hernani Dimantas <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
quanto mais segmentam mais a gente se espalha!!!!
bj
Glauco
Hernani Dimantas <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
ehhehehehe, soh... do vqv, do xemelê, da apropriação da tecnologia e da catalisação pela rede... é nóis fazendo arte! em 2006 tem mais, né? Tô esquentando os tamborins...
bom ano pra todo mundo
bjs
hdhd
On 12/28/05, Paulo Bicarato <[EMAIL PROTECTED]> wrote:Professor Sergio Rodrigues explica que lá na gringolância *meta* virou a palavra da moda. Mas nóis é vanguarda faz tempo, né não?:-PBicarato===Meta
28.12.2005 | O veterano jornalista americano William Safire tem uma coluna na revista dominical do "New York Times" chamada On Language isto é, "Sobre a Linguagem". Foi uma das minhas inspirações quando, alguns anos atrás, apostei que daria pé tentar no Brasil uma abordagem mais jornalística e menos professoral dos assuntos de língua. Sim, é verdade: Safire é republicano e, pior, bushista. O que não compromete em nada a qualidade de seus escritos sobre língua.
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Ele está em grande forma na coluna desta semana ( aqui , em inglês, mediante cadastro gratuito). Trata de uma palavra que, se ainda não chegou por aqui, tem tudo para dar as caras em 2006. Afinal, é a última moda entre pseudo-intelectuais americanos e essas coisas, como se sabe, são contagiosas.
"Minha fixação hoje é a rebelião separatista dos prefixos", escreve Safire. "Esses ex-modificadores, que já foram colados modestamente no início de uma palavra, ganharam vida própria. Todo mundo quer ser substantivo. O resultado disso é que estamos entrando no meta."
O meta? Isso mesmo: arrisquei por minha conta o gênero masculino para que a palavra não seja confundida com aquela outra, tradicional, que quer dizer objetivo. E o que significa o meta? Bom, isso ainda não está inteiramente claro. Segundo Roger Kimball, editor da (conservadoríssima) revista de arte "The New Criterion", citado por Safire, trata-se de uma forma de "taquigrafia verbal que expressa não uma profundidade mas uma ausência de pensamento".
Em outras palavras: sabe "metalinguagem", "metáfora", "metamorfose" e outros vocábulos desse tipo? Pois é o meta é por aí. Uma coisa assim meio cabeça, muito louca, entende? Uma coisa é certa: se, apesar da nebulosidade semântica, o meta colar no Brasil, não será o primeiro dos prefixos separatistas a fazer sucesso em nosso vocabulário. Retrô, super e pseudo, entre outros, já desbravaram esse terreno faz tempo.
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