eu voto de colocar um filtro de spam pra toda e qqer mensagem que tenha "vale a pena ler", "muito bom" ou "leiam, importante" no subject!
On 2/17/06, Daniel Duende Carvalho <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > Fabulazinha estúpida e mal escrita. Este senhor Aristides não tem vergonha > de publicar uma porcaria destas, à guisa de fábula moral, só com o intuito > de flautear suas descrenças? Orwell, La Fontaine, Andersen e eu estamos > agravados com esta porcaria! > > Eu adoro gatos e estou apenas aprendendo a gostar de cachorros, mas de > advogados e pessoas mal intencionadas eu já estou cheio. > > > Abraços do Daniel Duende, que é verde e gosta de ornitorrincos. > > > > > > On 2/17/06, Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > > Puta merda, hein? > > > > Tudo a ver com MetaReciclagem isso aí, caçador. > > > > Melhor que isso só aquele natal com jesus. > > > > Faz o seguinte, manda esse tipo de mensagem > > só pra widebiz, vai! > > > > f > > > > On 2/17/06, FORÇA & LUZ Instal - DATATEXTO Design & Info > > <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > > > > > > > > > > > > > > > Sutil feito uma pata de elefante. > > > ******** > > > > > > A fábula do Gato Barbudo > > > > > > Um fazendeiro plantava milho e armazenava o milho no > > > paiol. Com o milho, o fazendeiro alimentava as > > > galinhas, os cavalos, as vacas, ovelhas e todos os > > > outros bichos da fazenda. Os bichos da fazenda, por > > > sua vez, garantiam ao fazendeiro o seu sustento. > > > Os ratos insistiam em roubar o milho armazenado no > > > paiol. > > > Quem cuidava do paiol era um cachorro. Um cachorro > > > preto e grande. Quem cuidava do paiol antes do > > > cachorro cuidar do paiol era o pai do cachorro e, > > > antes do pai do cachorro assumir a sua função, quem > > > cuidava do paiol era o avô do cachorro. E sempre foi > > > assim, a família do cachorro cuidando do paiol, e não > > > deixando que os ratos comessem todo o milho. > > > Era um trabalho duro: os ratos não acabavam nunca e, > > > chovesse ou fizesse sol, lá estavam para roubar uma > > > espiga aqui, outra ali. O cachorro não tinha folga e > > > para fazer frente à rapidez dos ratos, mantinha os > > > músculos em forma e os reflexos ligeiros. > > > Em compensação, o cachorro adorava o seu trabalho. > > > Afinal, se não fosse por ele, os ratos já teriam há > > > muito tempo comido todo o milho e acabado com a comida > > > dos demais bichos. Em reconhecimento ao seu trabalho, > > > a bicharada elegeu o cachorro o presidente da fazenda. > > > E claro que o mando do presidente não era perfeito, > > > discussões surgiam, a insatisfação aparecia. Mas, de > > > uma coisa todos podiam ter certeza: quem trabalhasse, > > > ganhava o seu quinhão. > > > Um dia, apareceu na fazenda um gato. Um gato magro e > > > bigodudo. Tão bigodudo que, tivessem barba os gatos, > > > esse poderia ser um gato barbudo. O cachorro, como > > > todo cachorro que se preza, ciente da sua função e do > > > valor do seu trabalho, latiu para o gato, quis que o > > > gato fosse embora. O cachorro sentia que aquele bicho > > > de ar debochado, malicioso, sem muito gosto para o > > > trabalho, não poderia ser grande coisa. O fazendeiro > > > não ouviu o que o cachorro quis dizer, e o gato foi > > > ficando, foi ficando, foi ficando... > > > O gato, que não trabalhava (que, aliás, nunca tinha > > > trabalhado), tinha bastante tempo para conversar com > > > os outros bichos da fazenda. E chegava de mansinho > > > junto da bicharada, magrinho, fraquinho, e começava a > > > miar. Os outros bichos, muito bonzinhos, paravam para > > > escutar o que o gato tinha para dizer: > > > - Miau, miau, ai, ai. O que vai ser de mim. Não existe > > > lugar nesta fazenda para um bichinho como eu, tão > > > injustiçado, tão fraquinho! Veja, não posso trabalhar, > > > o sistema é tão injusto! Só por que não nasci forte > > > como o senhor, Seu Cavalo, só por que não posso dar > > > leite como Dona Vaca, não posso trabalhar! O Seu > > > Cachorro, o dono do poder, não avalia essas > > > contingências históricas e me mantém mergulhado nessa > > > penúria... > > > - Mas, Seu Gato, e aquele trabalho que lhe ofereceram > > > na casa, como guardião da dispensa? > > > - Não aceitei, Seu Cavalo. Na verdade, prefiro > > > continuar minha luta por condições mais dignas! > > > No fim, depois de tanta ladainha, os bichos começaram > > > a acreditar no gato. A sentir pena do gato. > > > E o gato, que se dizia injustiçado. > > > Que se fazia passar por vítima. > > > Que era explorado pelo Sistema e, principalmente, pelo > > > cachorro que lhe negava tais milhos. > > > Conquistou a simpatia dos bichos. > > > E fez com que os bichos acreditassem que ele, tão > > > sofrido, tão maltratado, iria garantir a todos > > > melhores condições de vida. > > > Tanto miou, tanto fez, que um dia os bichos revoltados > > > com a situação de absoluta miserabilidade do gato e > > > com a injustiça social reinante na fazenda, resolveram > > > destituir o cachorro. > > > E de nada adiantou o cachorro insistir que cuidar do > > > paiol não era para qualquer um. Que ele havia treinado > > > muito para assumir essa função. Que os ratos não eram > > > mole, e não dariam trégua assim tão fácil. > > > Afastaram o cachorro e, por unanimidade, colocaram no > > > seu lugar o gato. > > > Os bichos sabiam que o gato dantes nunca havia > > > trabalhado. Que não tinha sequer se preparado para > > > assumir a função mais importante na fazenda. > > > Mas acreditaram que o gato, por ter sofrido mais do > > > que ninguém com a política do cachorro, traria ordem e > > > moralidade à administração do paiol. > > > No começo, tudo foi festa: no lombo de Seu Cavalo, > > > viajava o gato para outros sítios e fazendas, falando > > > sobre a sua conquista. Contava aos outros bichos que > > > agora a fazenda vivia uma nova realidade. Tanta era a > > > festa, tanta era a euforia, tanta era a esperança, que > > > os bichos não perceberam que mais e mais gatos não > > > paravam de chegar. > > > Gatos de todos os jeitos. Gatos vindos de todas as > > > partes. > > > Gatos, que em comum com o gato-presidente, nunca > > > tinham trabalhado na vida. > > > E o gato-presidente, que curiosamente chamava todos os > > > demais gatos de companheiros, precisava arranjar uma > > > função para essa gataiada. > > > Então, um dia, quando Seu Cavalo apareceu para puxar o > > > arado, percebeu que, no seu lugar, um bando de gatos > > > ocupava os arreios. E Dona Vaca, que produzia o melhor > > > leite da região, foi expulsa da estrebaria pelos > > > companheiros do gato-presidente. E as galinhas, no > > > galinheiro não moravam mais: nos poleiros, gatos e > > > mais gatos fingiam estar botando ovos. > > > E o gato-presidente remunerava prodigamente todos os > > > seu companheiros. Afinal, um trabalho em prol da > > > coletividade desempenhavam... > > > Como era de se esperar, o gato-presidente (que nunca > > > havia trabalhado na vida) não conseguia cuidar do > > > paiol. Os ratos logo perceberam a situação: atacavam, > > > como nunca haviam feito, o milho da fazenda. > > > Tão complicada ficou a situação que o gato-presidente > > > precisou conversar com o seu conselheiro. Um gato de > > > óculos, que miava de um jeito esquisito, puxando > > > demais os "erres": > > > - Miarr, presidente. A coisa tá feia. Em nome da > > > governabilidade da fazenda, temos que nos aliar aos > > > ratos! > > > - Companheiro, os fins justificam os meios! Devemos > > > passar aos demais bichos uma imagem de ordem e > > > tranqüilidade! > > > E os gatos fizeram um pacto com os ratos: os ratos > > > fingiam que não roubavam o milho, os gatos fingiam que > > > caçavam os ratos. Dessa forma, a bicharada acreditava > > > que os ratos estavam sendo combatidos, e os ratos, que > > > por baixo do pano recebiam suas espiguinhas e mantinham > > > os gatos no poder. > > > Entretanto, o milho foi acabando. E os bichos, que > > > haviam acreditado na conversa do gato-presidente, com > > > fome, começaram a ficar insatisfeitos. > > > E foram todos reclamar com o gato-presidente. > > > Tarde demais. O paiol já estava infestado de ratos, > > > ratos por toda parte, ratos em tudo. Ratos e gatos, > > > gordos, barbudos, aproveitando tranqüilamente o que > > > havia sobrado de milho no paiol enquanto o resto da > > > bicharada, os bichos que sabiam trabalhar, que davam > > > duro, ficaram sem comida. > > > * ** ** > > > Obs: Qualquer semelhança dos gatos da fábula com os > > > gatos de verdade é fantasiosa. Os gatos são animais > > > simpáticos, que, como nós, ocupam seu lugar na ordem > > > natural das coisas. Diferentemente de muito petista > > > que existe por aí... > > > > > > Aristides Athayde é advogado, professor de Direito > > > Internacional da Faculdade de Direito de Curitiba. > > > ________________________________ > > > > > > > > > ******************************** > > > FORÇA & LUZ Instaladora > > > DATATEXTO Design & Info > > > R. Urussanga, 57 - Bairro. Bom Jesus > > > 89.500-00 - Caçador - Santa Catarina - Brasil > > > Fone 49 9975-6263 - 3563-4029 > > > site: www.datatexto.cjb.net > > > E-mail: [EMAIL PROTECTED] > > > MSN: [EMAIL PROTECTED] > > > VOIP Skype: Almir Balvedi Medeiros > > > venda - instalação - manutenção > > > rede elétrica - telefonia - PABX - VOIP - informática - dados - > Cabeamento > > > estruturado - Bina e Anti-Grampo - Digitação e editoração eletrônica - > > > criação - impressos - softwares - consultoria de sistemas hardwares - > sites > > > para internet - Backup em CD à domicilio - gravação de áudio e dados - > AULA > > > DE INFORMÁTICA A DOMICILIO > > > ************************ > > > "Essa mensagem é destinada exclusivamente ao seu destinatário e pode > conter > > > informações confidenciais, protegidas por sigilo profissional ou cuja > > > divulgação seja proibida por lei. 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