Bem caras...

Sei lá o que rolou no Olidão, mas essa saída do Feju e do Júlio (e antes a do Fernando) só mostra a fragilidade dessas parcerias com o governo, em qualquer uma das suas expressões. Uma vez conversávamos que se o governo nos desse o transporte das máquinas e dos techs para qualquer lugar do país, faríamos um bom trabalho de inclusão digital a custo baixíssimo.

Na semana que passou, andei trocando idéia com um tiozão lá da Santa Efigênia, que é administrador de um prédio comercial na rua dos Andradas. Ele estava cheio de máquinas por lá. E também uma penca de salas vazias. Eu peguei o que dava para guardar no Local Humanista (que já está saturado de novo) e disse a ele que não levaria mais coisas porque estava sem lugar para guardar (por que o Feju me disse que o chefe deles no Olidão não queria deixar as máquinas entrarem nem saírem).

O cara foi gente boa e ofereceu uma ou duas salas no prédio para a gente fazer o trabalho por lá. Disse que ia conversar com a esposa e a cunhada (que são as herdeiras do prédio) mas que achava possível. Nessa semana vou trocar uma idéia com ele e ver o que rolou.

Falei com o MarcBraz na quinta e ele me mandou o e-mail do Claudinei Silva e a resposta do Ruiz, em que os dois comentavam a possibilidade de se ter um esporo alí na região. Bem... essa pode ser a chance.

É um puta desperdício e uma idiotice administrativa forçar a saída desses caras (Feju e Julio), mas por outro lado eu acho bacana. Acho que a gente pode começar a matutar um jeito de arranjar uma grana para o nego compartilhar o conhecimento em todo esse Brasilzão, ao invés de ficar no esquema "cola aí no Olidão".

O Recicla não funcionou assim mas, não seria possível conseguir com uma transportadora qualquer (e com o governo) o transporte de equipamentos e techs para lugares em que esse tipo de atividade possa deslanchar?

Acho que esse é um problema que vale a pena resolver.

Como manter a independência da coisa e como potencializar o que estamos fazendo?

Do nosso lado, estamos matutando como tornar a implementação mais simples e rápida possível. Para que não seja necessário um super-tech para dar o Start na coisa. Conforme a empreitada fosse mais complexa, pediríamos um help aos caras.

É bem provável que comece a rolar um esporo no Morro Doce, na Zona Oeste. Já temos máquinas e sala. Agora estamos em busca dos techs locais e de gente que goste de pesquisar e compartilhar conhecimento.

Vamo que vamo?
Sempre.

Abraço

Djair


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