Problema é que estatuto tem que se adequar,
e ong tem que ter presidente e conselho fiscal.
E por mais que decidamos fazer as coisas de
outro jeito, ter um só que assina o cheque
distorce relações.

Mas qsf, talvez eu venha a concordar. Ter uma
ongue mais perto é uma possibilidade, desde
que ela não pretenda tornar-se A metareciclagem
como um todo, e entre como não mais que outro
ator dessa peça.

Mas melhor é cada cinco de nós (os quase duzentos)
ter uma ongue própria. Fazer o grande ringue das
ONGs metarecicleiras. Só pra deixar claro.

f

On 4/11/06, Stalker <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> Coletivos feito o metarrec são caros. Mas também tem muita facilidade de
> gerar recursos. É o caso de ser onívoro em termos de recursos: aceitamos
> tudo, reciclamos tudo, entregamos para todos.
>
> Achei muito boa a idéia de vender produtos, serviços, ter rede de
> sponsors, projetos via governos, estado, autarquias, fundações, projetos
> culturais, marketingue social e cultural...
>
> ... mas vcs não acham que aquela recusa (motivada) em criar uma ong não
> precisa ser repensada? Ter cnpj facilita navegar no hemisfério do
> cartório (toda a latinidade!). Quando encalhou (e foi um megabode) a
> idéia de ong, a coisa travou pelo coletivo não dar conta de diferenciar
> tática (a ong) da estratégia (horizontalidade, transdisciplinaridade,
> autonomia, consenso, tecnopolítica). A ong não é para ser o metarec,
> apenas para viabilizá-lo.
>
>
> Estou entrando com esse papo (podem me chamar de ongueiro, reaça,
> reformista... sei que não sou!) porque tou achando que para esporificar
> o metarec por aqui, vamos precisar... por que delegar isso ao agente
> cidadão ou a outra ong, se podemos ter nossa própria ong plataforma
> (plataforma, não estrutura)? será que o estatudo duma ong assim não
> podia ser feito de maneira a esvaziar o cartelismo do modelo de organização?
>
>
>
>
>
>
>
>
> Djair Guilherme wrote:
> > Ô moçada, eu acho que rolaria se autosustentar e pagar um aluguelzinho
> > para um meta-lab.
> > A sede que a gente aluga no MH sai uns 700 paus, só de aluguel. Tem
> > água luz e telefone. Tudo deve sair uns 1000.
> > A gente racha isso entre umas quinze a vinte pessoas e o telecentro a
> > 1 real paga o telefone e o speedy (com quatro máquinas).
> >
> > Tem mês que atrasa conta e etc... mas estamos lá a dois anos (quase
> > três). Fizemos duas reformas nesse esquema, construímos alguns móveis
> > metarecs (com portas de armário e cabos de vassoura que achamos na
> > rua) e estamos bem com a coisa toda.
> >
> > Vai lá umas coisas que eu acho que a gente podia vender para segurar
> > um espaço destes:
> >
> >   1. Oficinas, cursos, workshops... Compartilhar o que sabemos a um
> >      preço acessível (ver que acessibilidade é essa é um ponto a ser
> >      discutido);
> >   2. Cds com distros customizadas.
> >   3. Apostila do Meta.
> >   4. Metareciclagem. De computador, de chocolate, de móveis, de tudo...
> >   5. Videoaulas em VCD.
> >
> > E por aí vai...
> >
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FelipeFonseca
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           `- Orgulhoso ser MetaRecicleiro
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