E aí, amigos, preciso de SOCORRO. Recebi o duvidoso privilégio de coordenar o CDD do ponto de cultura de Divinópolis. Temos R$ 14700 para comprar 10 máquinas. Que vão ser usadas para ensinar uso de aplicativos de sl e para começar a formação de programadores de sl. E também para acesso a web de uma biblioteca pública de uma cidade de aproximadamente 300 mil habitantes.
(Tá certo que leitura não é a maior tara dos conterrâneos de Adélia Prado e GTO, mas existe uma enorme demanda represada de acesso aberto à web...) A solução pensada é entrar firme numa campanha metarrecicleira para conseguir mais máquinas e montar redes de terminais burros (ou semi-burros) pindurados em metade dessas máquinas novas e de maior capacidade de processamento. Assim, além de sofware, o CDD também iria propiciar a apropriação de competências de manutenção e bricolagem de hardware. E, no aprendizado de mobilização social metarrecicleira (campanha de doações, logística de transporte e armazenamento, mobilização de voluntários para a reciclagem das máquinas, planejamento de instalação de lan-houses populares / esporos metarrecicleiros nos bairros periféricos e cidades do entorno de Divinópolis) gerar tecnologia de gestão para metarec em cidades médias... onde está mais da metade dos brasileiros. As perguntas que vos faço são: Que máquinas comprar? Quais são os parâmetros de escolha de máquinas para esse uso (virar "cabeça de rede", experimentação de sl, acesso público)? Até que ponto valeria a pena gastar mais grana com menos computadores mais potentes? É issaí. Abraços metarrecicleiros, Stalker.
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