No site do Poro tem várias matrizes para se imprimir, xerocar e distribuir (e/ou colar):
http://poro.redezero.org/


abraços,
marcelo
http://virgulaimagem.redezero.org/



Stalker escreveu:
Vanessa Fort wrote:
Oi Braulio!
Tudo bem?
Aqui quem fala é Vanessa.
Desculpe a intromissão. Mas fale um pouco dessa proposta de galeria de arte
copyleft...fale  um pouco sobre isso!
Parte do seguinte:

1 A arte fica conceitual ou proposicional, como prefiro, seguindo a Lygia Clark: não é desmaterializada, mas materializada baratíssimo, com coisas (meta)recicladas

2 Quem consegue viver de arte vendendo objeto é só quem tá fazendo para combinar com o sofá ou com o estuque

3 Quem consegue viver de arte fazendo exposição ou sendo comprado por museu, faz isso por fazer bem seu filme: a tal "reputação" que os metarecs costumam falar, que no caso dos artistas contemporâneos, é feito com algumas idéias provocativas, alguma argumentação muita mistificação, muito tráfico de influência, eventualmente favores sexuais e facilitação de acesso a substâncias altermentes... e muita, muita, muita empáfia.

4 Pra isso, é bem melhor que os objetos circulem difundindo "o conceito" e identificando o autor (essa antiguidade que o copileft caridosamente preservou)

5 Então, abre-se um espaço físico (no centro boêmio de belzonte, por exemplo...) no qual o default é copyleft. Tudo que estiver exposto lá pode ser reproduzido (desde que carregue essa coisa arqueo-moderna, a autoria) e acrescentado, mantendo-se no mesmo regime copyleft. (Na verdade, copyleft é um nome de fantasia né gente: tem uma pá de licenças que seguem essa lógica de generosidade intelectual)

6 Quem quiser botar preço no objeto e vendê-lo (ah, a aura da mão do Autor para quem quiser pagar), faça-o e venda-o (e pague uma parte para a galeria). Mas se o público quiser bater fotos, desenhar um diagrama, xerocar, e fazer em casa, tudo bem. Mas vai ter que seguir a licença depois (e também pagar a galeria), se amealhar algum com isso.

7 Quem quiser (ou aceitar o convite, se for o caso) expor e deixar o objeto para quem quiser levar, também tudo bem.

8 Quem quiser deixar cópias par ao público pegar e colar (ou usar como decalque, máscara de stencil, matriz de xerox) por aí, melhor ainda.

9 E vende-se a quinquilharia de tralha metareciclada (tipo colar com de cabeças e vídeo cassete, brochips &c.)

Em termos gerais, é isso. Eu que tenho que estudar mais sobre esses novos direitos autorais. Gostou? Quer ajudar?

beijo!
Vanessa Fort

Em 18/06/06, Stalker <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:

Cara, você não respondeu da primeira, acho que pensou que era virus ou
spam... :-(
É o Bráulio, estamos montando um esporo em BH (com Dri, CHGP et alii), e
estamos levando a proposta de uma galeria de arte copyleft. Dê notícia,
Fí!


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