Pois é, quando a gente aqui do M. Planejamento inventou de fazer parceria com o Cultura Digital incluindo acessibilidade digital, "we had a dream".... tinha a ver com isso. foi assunto recorrente nas oficinas que rolaram nos encontros de conhecimentos livres dos pontos de cultura do primeiro semestre. palm botou umas pirações dele no estudiolivre a respeito.
On 7/4/06, Felipe Fonseca <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
E aí, quando a gente faz um protótipo metareciclado disso? já rolou conversa... http://www.mail-archive.com/[email protected]/msg03676.html f On 7/4/06, eiabel <[EMAIL PROTECTED]> wrote: > Do pensamento para o monitor do micro > > Invenção mostra uma uma nova realidade para os paralíticos > > Fonte:Jornal do Commercio, 26-06-2006 > Marlowe Hood > > Usando um gorro eletrônico, o cientista austríaco Peter Brunner olha fixamente para a tela de um computador portátil e aí, sem nem mesmo pestanejar, começa a compor, letra a letra, uma mensagem que aparece em uma tela gigante acima de sua cabeça. "O-L-Á", escreve, usando apenas o poder do > pensamento, surpreendendo o público presente: cientistas e curiosos reunidos > em Paris por ocasião da segunda edição do salão de Pesquisa e Inovação. > Peter Brunner e dois de seus colegas do centro público de pesquisas de Wadsworth (em Nova York) puseram à prova na capital francesa uma nova forma de comunicação entre cérebro e computador. > > Graças às dezenas de eletrodos inseridos no gorro eletrônico, este assombroso equipamento capta sinais elétricos emitidos pelo cérebro e os digitaliza para que o computador seja capaz de traduzi-los. Sem intervenção de nervos ou músculos, a interface "oferece uma possibilidade de comunicação e de autonomia para as pessoas que sofrem paralisias totais" e que não podem > nem falar, nem se movimentar, explicou Eric Sellers, outro cientista do centro de Wadsworth. > > Os cientistas trabalham há 20 anos na conversão do pensamento em ação, > mas só agora conseguiram, quando a tecnologia começa a sair dos laboratórios > para se tornar em aparelhos em serviço ao homem. De agora em adiante, o poder da mente sobre a matéria não vai pertencer de forma exclusiva ao circo > ou à ficção científica, com seus "quase magos" capazes de torcer colheres só > com o olhar. > > Com esta nova forma de comunicação cérebro-computador será possível > melhorar consideravelmente a qualidade de vida de 100 milhões de pacientes no > mundo, 16 milhões dos quais são vítimas de paralisia cerebral e pelo menos > cinco milhões mais com ruptura da medula espinhal, antecipou o doutor Sellers. > Além disso, 10 milhões de pessoas também sofrem de paralisia total depois > de um acidente vascular cerebral, informou. > > Aplicações da nova invenção vão mais além da escrita > > As aplicações possíveis da nova invenção vão mais além da escrita: só é uma questão de tempo para que a tecnologia seja utilizada para guiar cadeiras de rodas, previu Sellers. "Já somos capazes de fazê-los. Mas o problema é complexo e, por enquanto, não seria muito certo", acrescentou. > > O terror do aprisionamento de uma mente lúcida em um corpo paralisado > foi cruamente retratado no fim dos anos 1990 pelo jornalista francês Jean-Dominique Bauby em suas memórias "O Escafandro e a Borboleta", ditadas > por meio de piscadelas com seu olho esquerdo. > > O sistema implantado em Wadsworth se baseia no algoritmo que analisa as ondas emitidas pelo cérebro, como em um eletroencefalograma, e marca os > picos de intensidade correspondentes a esforços mentais definidos. Quando o > doutor Brunner se concentra para escrever o "F" de "folha", ele fixa sobre a > tela uma fileira de letras e símbolos, iluminados rapidamente e de forma aleatória. > > Cada vez que uma fileira, vertical ou horizontal, contém a letra "H", seu cérebro emite um sinal ligeiramente mais forte. O computador precisa de 15 segundos para determinar a letra vislumbrada, mas os resultados melhoram com a prática. > > Um neurobiólogo americano de 48 anos, vítima da doença de Charcot - uma enfermidade degenerativa das células nervosas - pode continuar trabalhando > graças a este programa, apesar de não conseguir nem mover os olhos. "Redige > propostas de subvenções, envia correio e é capaz de usar o teclado do computador em casa", disse. Inclusive escreveu uma mensagem expressamente > para a demonstração de Paris, projetada pelo doutor Sellers. > > Dirigindo-se a Altran, a sociedade francesa que acertou em 2005 seu prêmio > anual à equipe americana, escreveu: "Sou um pesquisador em neurociência que > não poderia viver sem esta interface. Teclo esta mensagem com meu eletroencefalograma graças à amável autorização do programa de pesquisas sobre o sistema de comunicação cérebro-computador do centro de Wadsworth". > > donde veio? > De: [EMAIL PROTECTED] > Para: [EMAIL PROTECTED] > Data: Tue, 4 Jul 2006 12:44:55 -0300 > Assunto: [Cegos] Do pensamento para o munitor do micro > > > _______________________________________________ > Lista de discussão da MetaReciclagem > Envie mensagens para [email protected] > http://lista.metareciclagem.org > -- FelipeFonseca .''`. : :' : `. `'` `- Orgulhoso ser MetaRecicleiro http://fff.hipercortex.com http://metareciclagem.org _______________________________________________ Lista de discussão da MetaReciclagem Envie mensagens para [email protected] http://lista.metareciclagem.org
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