Um abraço
Diego
2006/7/6, Marcus Colacino <[EMAIL PROTECTED]
>:
Eiabel
Voce escrevendo sobre isso me recordei desse texto abaixo, colei so uma parte
O CONHECIMENTO DOS POBRES
Por pelo menos meio século, o paradigma de desenvolvimento tem sido dominado
pela idéia de que o papel do Estado ou da sociedade civil é de apenas prover o que as
pessoas pobres necessitam, ou seja, recursos materiais e oportunidades de ganhos
em habilidades ou recursos ou emprego. As estratégias têm deixado de considerar
uma fonte na qual as pessoas pobres são freqüentemente mais ricas: seu próprio
conhecimento. Tanto assim, que o léxico desenvolvimentista na última década tem
adotado uma expressão com bastante entusiasmo: 'dêem recursos às pessoas pobres'
- como se conhecimento não fosse um recurso, ou como se as pessoas pobres não
tivessem conhecimento.
Os sistemas de conhecimento que permitem às pessoas economicamente pobres
sobreviverem, especialmente em ambientes de alto risco, têm envolvido uma
combinação do secular com o sagrado, do reducionismo com o holismo, de opções de
curto com as de longo prazo, de estratégias especializadas e diversificadas em
material coletivo ou individual, ou em buscas não-materiais. A ética ambiental dessas
comunidades também tem refletido estas misturas.
Quanto maior a tensão física, tecnológica, de mercado, ou socioeconômica, maior a
probabilidade de que as comunidades e indivíduos em desvantagem gerem
alternativas criativas e inovadoras para uso como recurso (Gupta, 1988, 1991). Essas
inovações, sejam elas originadas na tradição ou utilizando percepções modernas, são
desenvolvidas tanto por comunidades como por indivíduos. Na verdade, uma ênfase
excessiva nas comunidades, em oposição aos indivíduos, pode ter contribuído para a
difusão diferenciada com relação ao potencial empreendedor das pessoas ricas em
conhecimento, mas economicamente pobres. Inovações em sub-conjuntos
tecnológicos, culturais ou institucionais, freqüentemente permanecem isoladas e
desconectadas apesar da existência de uma rede de conhecimento informal
razoavelmente robusta.
Uma rede extensiva de conhecimento que conecta inovação, empreendimento e
investimentos em um contexto institucional, é o que parece ser a abordagem mais
viável para o desenvolvimento sustentável no futuro. O ponto de partida para a Rede
Honey Bee, que começou há oito anos, foi o seguinte: nós, vindos de fora, não
deveríamos fazer com que os pobres se queixassem quando tirássemos seu
conhecimento, assim como as flores não se queixam quando polinizam. A sociedade
para Pesquisa e Iniciativas para Tecnologias Sustentáveis e Instituições (SRISTI)
sustenta a Rede Honey Bee unindo seis 'Es'- ética, eqüidade, excelência, meioambiente
(environment), educação e eficiência em empreendimentos. (Gupta, 1991,
1995 a, 1996 a).
Precisamos garantir que as pessoas ricas em conhecimento e economicamente pobres
não sejam roubadas da única fonte na qual são ricas – seu conhecimento –
transformando nossas normas éticas e institucionais, incluindo as que lidam com o
direito de propriedade intelectual (IPRs) do indivíduo bem como comunidades do setor
informal face a face com o setor formal.
Se alguem quiser o PDF completo envio via email
Marcus ColacinoEm 06/07/06, eiabel < [EMAIL PROTECTED] > escreveu:pegando o vácuo do Djahdjah, gostaria de colaborar para o entendimento do que é CULTURA, que é bem diferente de artista:
Como é sabido, etimologicamente, a palavra cultura deriva de "colere" que, por sua vez, significa cultivar, habitar, criar e preservar. Nas sociedades da Antiguidade Oriental, o termo associava-se ao cuidado da terra, referindo-se ao manejo que o homem tinha da natureza (cultura do arroz , do café, da soja). O filósofo grego Aristóteles, na Antiguidade Clássica, já definia cultura como aquilo que não é natural, que não pertence ao mundo da natureza ou não decorre de leis físicas e biológicas. Posteriormente, o Iluminismo, movimento intelectual do século XVIII, colocou a razão como tema central de sua teoria e, a partir de então, o homem passou a ser visto como animal racional. Já no século XX, "emerge o tema da cultura e o homem passa a perceber-se como um animal cultural."
Atualmente, os antropólogos e cientistas sociais consideram que a cultura refere-se ao modo de vida de um povo, em toda a sua extensão e complexidade. Assim, o conceito de cultura procura designar uma estrutura social no campo das idéias, dos símbolos, das crenças, dos costumes, dos valores, artes, linguagem, moral, direito, leis, etc., e que se traduz nas formas de pensar, sentir e agir de uma dada sociedade.
No entanto, ainda hoje, a palavra "cultura" tem sido empregada cotidianamente como sinônimo de erudição ou para designar o mero acúmulo de conhecimentos, mas, graças à contribuição da Antropologia, o moderno conceito de cultura não está mais restrito ao campo das belas-artes, da filosofia e da erudição, tão ao sabor das elites letradas deste país.
Devemos compreender "cultura" como o conjunto de manifestações espontâneas, que se moldam no cotidiano das relações sociais de uma determinada coletividade que, uma vez incorporadas ao seu 'modus vivendi', a caracteriza e a distingue das demais.
Cada cultura prolifera em suas margens. São como bolhas no pântano, sol que explode e que se apaga na superfície da sociedade.
No imaginário oficial são exceções ou marginalismo.
A ideologia proprietária isola o criador ou a obra. Mas eles germinam, e o modelo aristocrático e museográfico faz-se cego, pois este modelo (aristogrático e museográfico) tem como origem um luto, os valores são os mortos mais do que os vivos, a apologia do "não perecível". Porém, a criação é perecível, ela passa, pois é ato.
A "Conferência Mundial sobre Políticas Culturais", realizada no México em 1982, declarou, acertadamente, que "a cultura hoje pode ser considerada o conjunto dos traços distintivos, espirituais e materiais, intelectuais e afetivos, que caracterizam a sociedade ou um grupo social. Além das artes e das letras, engloba modos de vida, os direitos fundamentais do ser humano, os sistemas de valores, as tradições e as crenças", por exemplo.
Assim, considerando a cultura como todo um modo de vida na conceituação antropológica mais ampla, podemos tirar uma importante conclusão, qual seja, de que a cultura deve ser pensada como direito, criação e fio condutor que perpassa os diversos aspectos da vida humana e todas as áreas e ações da sociedade e dos governos.
Desse modo, um outro conceito de cultura ganha significado, onde a mesma deixa de ser encarada como concessão do Poder Público, como adereço, algo diletante, "perfumaria" e privilégio de poucos.
A Cultura hoje deve ser vista sob a ótica da Cidadania.
Entender a cultura como direito de cidadania implica reconhecer que somos sujeitos históricos e culturais, produtores de cultura e, como tais, temos direito de criar, inventar, produzir, bem como de ter acesso aos bens culturais de nossa sociedade e à memória coletiva, esteio de nossa identidade cultural.
Na verdade, a cultura não se reduz ao mundo dos eventos e do efêmero, ao campo das artes e da erudição e às leis do mercado, como hoje apregoam os neoliberais de plantão.
O mundo da cultura diz respeito à totalidade das experiências sociais e, neste sentido, interessa a todos como direito de cidadania.
Sabemos que o capitalismo tem revelado uma histórica capacidade de, como dizia Marx, centralizar os bens para disponibilizá-los para acumulação, e deseja que os bens culturais sejam mercadorias como as outras, que possam ser comprados e vendidos e que os que têm mais riqueza assim possam ser os senhores do significado das coisas.
A maioria das mercadorias, que o mercado impõem-nos, não explicam o valor da vida humana, o valor dos afetos, o valor da solidariedade, o valor do país, o valor da sociedade, o valor da música, da literatura, da arte. Só nos dão os preços, dizendo que eles definem o valor de cada coisa. Mas os bens culturais não são mercadorias como as outras. São eles que permitem que uma pessoa se pense como ser humano, que um país possa refletir sobre o significado de sua história, que o mundo possa refletir sobre o seu sentido e o da vida das pessoas.
A cultura serve, entre outras coisas, para que as pessoas possam pensar o significado e valor das coisas. Os bens culturais não podem deixar de ter valor comercial. Afinal, eles são imaginados, planejados, criados por artistas, artesões, elaboradores, pessoas, que estão embutindo valores sociais e econômicos em seus cultivos.
Ultimamente, tenho assistido inúmeros debates a respeito da postura de grupos de rap (percussores do hip hop em nossa cidade, em nosso país). Vozes que "defendem"(?) que tais grupos, ao serem aceitos pela indústria cultural, não merecem mais respeito nem consideração. Algo como: agora eles bebem chandom, não mais cachaça.
Essas vozes soam, em meus ouvidos, como defensoras de um 'socialismo da miséria', como a do nosso presidente que, na maior cara de pau, teve coragem de propor ao povo que andassem mais de bicicleta. Enquanto isso, a corte palaciana continua esbanjando gasolina, com dinheiro público, em seus vectras e audis potentes e velozes.
Não podemos aceitar a ideologia do socialismo da miséria... Penso que o grande responsável pela nossa "fome" seja o maldito sistema limitado e disposto a destruir qualquer coisa com a qual nos identifiquemos.
Um fraterno abraço
Elenara iabel
De: [EMAIL PROTECTED]
Para: [EMAIL PROTECTED] ,"Lista do projeto MetaReciclagem" [email protected],"submidialogia conferência" [EMAIL PROTECTED]
Cópia:
Data: Sun, 2 Jul 2006 15:42:35 -0300
Assunto: [MetaReciclagem] do processo e do produto
então,
isso merece um texto e reflexão mais desenvolvidos. mas depois de participar do issumit e observar seus elitismos e vícios do espetáculo, depois de duas boas conversas com pajé, e da leitura de alguns textos, refleti bastante sobre todo esse processo de uma possível cooptação desses novos valores da "cultura livre".
Todos nós sabemos da habilidade do capital transformar quaisquer subversão e tentativas de rupturas estruturais do modelo de produção em motores da sua própria re-afirmação. Foi assim com o Che, foi assim com 68. Estamos caminhando para isso com o código aberto? Ou com a tal da cultura livre?
Não podemos negar que o Creative Commons encantou e encanta muitos de nós pela sua praticidade e poder de divulgação dessas idéias. Mas ao mesmo tempo ele reafirma um direito individual clássico do liberalismo iluminista dizendo ao autor que ele é dono de sua obra e que ele deve escolher os direitos que quer sobre ela. Isso me leva a pensar sobre as diferenças entre o software livre, ou software de código aberto e essas obras supostamente livres. As diferenças entre a GPL e o CC.
A primeira diferença que me vem a cabeça é a origem das iniciativas. Uma decorre da outra, claro. Impossível negar que todo esse movimento de cultura livre começa no software livre. Mas suas origens são diferentes, até porque, claro, suas características são diferentes. Mas mesmo assim, a diferença de suas gêneses são significativas. O software livre começa na produção, ali mesmo na prática da escrita de códigos, como uma necessidade para os programadores continuarem sua verve. A condição coletiva para os programadores não era uma tendência como o remix ou sampling, mas uma prática concreta que se materializava e se materializa em softwares que sempre estarão abertos em um processo virótico e infinito. A GPL é linda. Sua escrita é política e poética (já que não foi feita por advogados) e seu foco é no processo e não no índividuo, porque ali se manifestavam preucupações com a continuidade daquela produção que as corporações tentavam boicotar. Por isso admiro muito o Stallman. Mesmo ele sendo grosso,antipático e cheio de marra (talvez não seja intencional, mas assim ele evita sua mitificação, e assim foge da cooptação do espetáculo). Emfim, a GPL e o software livre e de código aberto decorrem de um processo coletivo já praticado e criado por quem o faz.
O CC não. Primeiro e já dito, ele é focado no índividuo, no processo de criação individual que é (ou era) a prática mais comum na feitura de "bens" culturais. Ele nasce da tradição do liberalismo americano e do ordenamento jurídico baseado na propriedade individual (quem leu o livro Cultura Livre do Lessig vê isso claramente no seu discurso). Segundo: ele é criado pelos próprios intermediários, aqueles que não produzem, que criticam a si mesmos como intermediários mas não querem largar a mão do osso (algo de estranho aí, não?). Não dá pra negar que ele é prático. Mas a praticidade não muda a prática. A prática é mudada na prática.
Pra resumir, no CC a proteção é do autor e a obra é um produto. Na GPL a proteção é da prática, e a obra, que no caso é um software, vai além de um produto, é um processo. Aí, uma questão que pode se colocar são as diferenças entre a produção de um obra artística e uma obra "técnica" como o software, mas não acho essa separação válida, e o PD acaba com qualquer tentativa de afirmá-la. Temos assumir que em geral os programadores são mais legais que os artistas.
Ao invés de debater isso, o interessante aqui, eu acho, é essa diferença entre processo e produto. Que se dá na prática e não na praticidade. E o bacana do digital é essa possibilidade de processualizar as coisas. Em vez de pensar em acabar produtos, pensar em iniciar processos. Vários exemplos. Um que é muito claro na minha cabeça é a mimoSa. A mimoSa começou como um produto artístico vendido a uma galeria de arte virtual. Ela poderia ser um belo produto a ser apreciado por todos. Um carrinho de feira que é um computador que grava mídias na tentativa de modificar a realidade da representação. Genial. Mas a mimoSa não é isso, a mimoSa não é o carrinho de feira. A mimoSa é o processo, são as oficinas, é o blog que qualquer um pode postar (isso é arte? ou temos que achar outro nome). Outro exemplo bom é a metaReciclagem: poderia virar uma ONG, mas não virou, virou um processo aberto de re:apropriação de tecnologia. Exemplos mil: O Estúdio Livre é um processo, está em desenvolvimento contínuo, é um wiki em que todos podem alterar o conteúdo, seu desenvolvimento é aberto (discussões a parte, estamos desenvolvendo as metodologias desse processo, e essa discussão faz parte do processo). Já o OverMundo é um produto de um ou dois índividuos, pronto, com um custo de desenvolvimento de 2 milhões de reais. Software livre é um processo, software proprietário um produto. Rádio Livre é um processo, não existe cartilha de rádio livre, ela nunca acaba em si mesmo, ela tá aí, sendo feita por várias pessoas.
É aí, acredito, que pode estar a chave pra escapar ou pelo menos pensar essa cooptação capitalista. Na produção de processos abertos despersonlizados. No interesse público e não no individual. Na desapropriação da propriedade. É aí que o CC caminha para essa cooptação. A GPL iniciou um processo fantástico de colaboração. O CC parece estar na busca de disseminar sua marca, de ser um produto para o novo milênio. Será que ele está iniciando um processo? Ou cooptando um processo que já existe? É uma questão a ser respondida. Mas o Isummit pode dar o tom dessa resposta. Ao se preucupar mais com status das pessoas a serem convidadas para participar do que pelo interesse coletivo, ao assumir que um bom clipping na imprensa corporativa é mais importante que a integração de novos atores no "processo", ao produzir um evento que se assemelha mais a um evento de uma multinacional gastando recursos com hóteis e refeições luxuosas (sim, a produção de eventos é política), ao se aliar com uma empresa das que mais restringiu o acesso ao conhecimento nos últimos anos e tenta sempre boicotar os processos abertos ao monopolizar o mercado com práticas sujas, o CC caminha para se tornar um produto, e não um processo.Talvez não precisemos deixar de usá-lo pela sua praticidade por enquanto. Mas vale a reflexão e o aviso para os advogados: Sejam Mais Criativos! Porque é muito fácil e tentador se tornar um produto, e é assim que todas as inovações e rupturas são cooptadas.
Caminhos? outras licenças, gepelização das obra culturais (eu pilho, se a Globo quer usar a minha música que libere a sua novela), licenças modificáveis, emfim, podemos pensar sobre isso.
Essa reflexão é um processo, então tô colocando no wiki pra quem quiser me ajudar. => http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=Reflex%C3%B5es+sobre+o+Icommons
de repente sai um texto coletivo daqui...
> On 7/1/06, Uirá <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
> nossa! isso eh muito bom...
um repositório de liceças...
>
> On 7/1/06, giuliano d. bonorandi < [EMAIL PROTECTED] > wrote:
> por mim a gente cria uma licença nova.
licenças livres, todo mundo pode modificar a minha licença...
>
> On 6/30/06, Jean Habib < [EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
>
> On 6/29/06, Fernando Freire < [EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
>
> On 6/29/06, Jean Habib < [EMAIL PROTECTED] > wrote:
> Opa! dando meu ponto de vista!
>
> On 6/29/06, Fernando Freire < [EMAIL PROTECTED]> wrote:
>
>
>
> On 6/29/06, Leo germani < [EMAIL PROTECTED] > wrote:
>
>
>
>
>
>
> sampling - vc pode usar apenas trechos para fazer coisas novas, mas não pode distribuir na íntegra
>
>
não pode distribuir na íntegra, fazemos isso no site, então não podemos disponibilizar essa licença....
>
>
Acho q tem uma confusão aí. Quem não pode distribuir na íntegra é o cara que baixar do EL. Ele pode baixar na íntegra pra ele, mas não pode passar isso pra frente na íntegra.
>
>
pois é. mas acho que nem o el pode distribuir na íntegra, porque temos o esquema de streaming, né? por favor me corrijam se estiver errado...
>
>
vc está errado. no caso do estúdiolivre o cara q sobe a obra é tomado como detentor dos direitos da obra, pogo o site, um mecanismo automatizado, não pode ser interpretado como aquele que distribui a obra, quem distribui eh quem subiu a obra. agora o lance do stream, esse sim eu num entendi onde vc quis chegar.. qualeh o ponto?
>
>
quis chegar no ponto de que acho que os "responsáveis" pelo portal estão distribuindo o conteúdo no sentido de disponibilizar pra qualquer um a obra na íntegra. não é por issoq ue vários sites de música só tocam trechos das faichas?
>
>
o lance de tocar so alguns trechos das musicas, obras, eh q essas coisas ja tem direito autoral reservado, o que em tese poribe a reprodução, distribuição, e blablabla, mas para as obras que vão ser licenciadas via EL é meio obvio que o cara queria q toque a musica inteira, pq ele não ta so licenciando, ele ta distribuindo sua obra tbm.. talvez seja o caso de prever isso na licença qdo o cara ta subindo pelo EL - que o site estudiolivre.org está autorizado a fazer a distribuição da obra na integra, independente da licença que for escolhida.
sim? nao? talvez?
>
>
>
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Jean Habib
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