pois eh kiki, cana aqui eh de fuder... tudo que eh viagem por ai fico reparando... eh impressionandte como os caras conseguem manter, durante a epoca de chuva, enormes campos de terra soh com cana... nao nasce mais nada na porra da teca, seca, seca, sugada pela cana e agrotoxico.
Em Seg, 2006-07-10 às 20:18 -0300, Kiki Mori escreveu: > bacana doutô... > > Pero lembrando tb que nem só de maracatu rural vive o cortador de cana > da zona da mata... alguém já passeou pelos canaviais de qq região pra > ver a condição dessa galera? a criançada comendo reboco de parede pra > matar a fome? o tanto de cana que se produz em escala > agribusiness-selvagem? > > e agora que a soja está desvalorizando tão falando de soja-combustível > também, que tem uma relação área-plantada X poder energético bem > reduzido. > > falando em soja, lá em santarém é trincheira: > http://amazoniavivasantarem.blogspot.com/2006/06/frente-frente-ambientalista-e.html > > aliás, comer proteína de soja ao invés de peixe lá é que é > ambientalmente péssimo!! > > essa tal de humanidade é difícil... soluciona um problema cria > otro... > > > > > On 7/6/06, ricardo ruiz <[EMAIL PROTECTED]> > wrote: > po, eu tambem nao como carne, uso software livre, alugo carro > a alcool e procuro ao maximo possivel boicotar produtos > estadunidenses... sou um cara ético! > > "Na atualidade, a produção mundial de silício metálico é de > aproximadamente 1 milhão de toneladas/ano [1], sendo a maior > parte aplicada em química fina a base de silicone, > microeletrônica e tecnologia da informação, e ligas especiais. > Uma parcela ínfima deste total de silício produzido (~1%), é > hoje utilizado para a produção de células solares. Entretanto, > existe uma forte tendência de aumento acentuado no consumo de > silício baseado numa explosão da geração de energia elétrica > via foto-conversão solar. Por exemplo, a estimativa de suprir > energia solar para 200 milhões de novos consumidores a cada > ano, equivalente a geração diária de 600 GWh, corresponderia a > uma produção adicional da ordem de 1,2 milhões de > toneladas/ano de silício metálico [2]. > > Para a obtenção do silício através do processo de redução > carbotérmica do quartzo (dióxido de silício), faz-se uso dos > insumos básicos, quartzo, carbono em forma de carvão vegetal > ou mineral, lascas de madeira, e energia elétrica. Embora > exista um complexo sistema de equações químicas envolvidas > neste processo, a principal equação para a produção de silício > é: > > Assim sendo, a principal emissão neste caso é o CO, que se > oxida em contato com o ar transformando-se em CO2 (dióxido de > carbono), numa proporção de cerca de 4,2 kg de CO2 por kg de > silício produzido. Outras emissões secundárias de grande > impacto ambiental, como é o caso do dióxido de enxofre, pode > ocorrer quando se utiliza o carvão mineral. Por outro lado, a > utilização do carvão vegetal apresenta grandes benefícios > ambientais, em virtude do seqüestro de CO2 e liberação de > oxigênio no ar no ciclo de fotosíntese da planta, somando-se > ao fato da quase não existência de emissão de enxofre. Por > estas razões, e devido ao crescente controle para minimização > de emissões de CO2, de acordo com o protocolo de Kyoto, existe > na atualidade, uma forte tendência de substituição do carvão > mineral por carvão vegetal nas atividades industriais de > redução carbotérmica de minério. Em pouco tempo, o carvão > vegetal deverá se tornar uma importante "commodity" no mercado > internacional. > > Presentemente, os principais produtores de silício no mundo > são: Brasil, Estados Unidos, China, e Noruega. Entretanto, > numa situação de uma demanda repentina causada por uma > explosão no consumo de silício para energia solar, o Brasil é > o único país do mundo com capacidade de suprir esta > necessidade. Entretanto, a questão mais importante é "qual o > grau de insustentabilidade que esta atividade iria acarretar > ao país, e em termos globais?". O Programa QITS tem > desenvolvido diversos estudos neste sentido visando atender > aos vários aspectos de sustentabilidade nesta atividade > estratégica, tais como preservação dos recursos quartzíferos, > minimização dos impactos ambientais causados nos diversos > estágios de extração dos recursos naturais e do processamento > primário, redução de emissões, e reutilização dos resíduos > gerados." > > > http://www.proceedings.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=MSC0000000022000000100009&lng=pt&nrm=iso > > > esse link parece interessante mas nao abri o documento: > > http://scholar.google.com/url?sa=U&q=http://www.patiopaulista.sp.gov.br/downloads/218/ladonegro.doc > > > pode tentar alguma coisa aqui: > > http://scholar.google.com/url?sa=U&q=http://www.teclim.ufba.br/curso/monografias/novas/dissertacao_meau_gardenia.pdf > > tem a republica da china falando isso: > http://most.cn/eng/pressroom/t20050315_19730.htm > > nao sei isso lhe vai ser util, mas vale dar uma olhada: > > http://scholar.google.com/scholar?hl=pt-BR&lr=&client=firefox&q=cache:yLq7hE5-Z40J:teses.eps.ufsc.br/defesa/pdf/1167.pdf+lixo+tecnol%C3%B3gico+tonelada > > peguei eses links ai na busca do google, nos artigos e na > busca normal. > > vale procurar umas palavras chaves por lah pra tentar > tambem... coloquei silicio, producao, lixo, essas coisas, em > ingles e portugues... > > vai que vai, e, se puder, informe à lista a continuação dessa > pesuisa > > > > On 7/6/06, Francisco José Alves <[EMAIL PROTECTED]> > wrote: > > Beleza, gente. Aquela frase no fim dos meus e-mails é uma > expansão do ditado que ouvi um dia, que falava apenas da sogra > e da onça. Expandi para o álcool e para o soft. livre para > ilustrar a apatia e resistência que as pessoas têm a mudanças. > Muitos me dizem que o soft. livre e o álcool são legais, mas > quando ofereço-me para instalar o GNU/Linux para eles a coisa > muda de figura. Ou então acontece de um cara que sempre fala > bem do álcool vai à loja e aparece com um carro a gasolina. > FIco puto com isso. > Álcool é renovável, quando a cana cresce pega CO2 do ar, com > petróleo tira-se carbono das profundezas. Essa é a diferença. > Independentemente do preço para mim comprar ou converter o > veículo que vier a ter para álcool é uma questão de ética. > Como recusar-se a comer carne ou a usar soft. proprietário. > > Bem, e o que interessa, a quantidade de recursos naturais > gasta na fabricação dos computadores, com referências? Preciso > disso para colocar num projeto de extensão universitária. > > > ______________________________________________________________ > Novidade no Yahoo! Mail: receba alertas de novas mensagens no > seu celular. Registre seu aparelho agora! > > > > _______________________________________________ > Lista de discussão da MetaReciclagem > Envie mensagens para [email protected] > http://lista.metareciclagem.org > > > > > > > -- > ++ vote ++ > ==MUSSUM== > Cacilds! - 51 > +-+- > > _______________________________________________ > Lista de discussão da MetaReciclagem > Envie mensagens para [email protected] > http://lista.metareciclagem.org > > > > _______________________________________________ > Lista de discussão da MetaReciclagem > Envie mensagens para [email protected] > http://lista.metareciclagem.org
_______________________________________________ Lista de discussão da MetaReciclagem Envie mensagens para [email protected] http://lista.metareciclagem.org
