lelex,
obrigado,estou lendo e vendo os links,darei retorno.
abs
regis

On 8/22/06, eiabel <[EMAIL PROTECTED] > wrote:
Regis,
sei lá se tem haver com o que tu busca, mas numa aula de design a gente brincou de Malievitch, a brincadeira era reproduzir formas e cores que se vê na telinha de determinado programa... a interface, muito louco, eu me senti a versão feminina da Malevitch, teve uma do windowns que ficou muito parecida

tem esses domínios aqui que a prof. passou prá turam, talvez possa contribuir um pouco mais
http://www.rhizome.org/
http://www.pixelsumo.com/
http://www.artificial.dk/
http://www.wifi-art.com/

tem uma cara, Christiane Paul, curadora de arte digital do Whitney Museum (EUA), em seu livro Digital Art -Thames & Hudson, 2003, no capitulo 2 ela faz uma breve descricao dos aspectos inerentes à arte digital bem como as suas principais subdivisoes formais. Uma das principais caracteristicas apontadas por ela é a interatividade, não a interatividade do "aponte e clique", mas que a arte digital é a unica em que a obra muda literalmente diante dos olhos do usuario.
Em relação a Net art, qto seus aspectos formais, ela separa a Net art em: projetos em hipertexto que experiementem narrativas não-lineares; projetos de ativismo que usam a rede como palco e canal de distribuicao; performances com horarios e duracao definidos. Com relação ao conteudo e aos temas abordados, a autora fala em uma constante tensão entre os artistas e a web comercial.
Ao convencionalismo da rede, um das reações mais evidente é a Browser art, que consiste na criação de navegadores alternativos que reescrevem as convenções para se explorar a web.
Entre os pioneiros da web arte, seja como realizadores, seja como divulgadores, Paul cita o site The Thing (Wolfgang Staehle), a lista Nettime, o coletivo Net.Art (Oliana Lialina, Alexei Shulgin, heath Bunting, Vuk Cosic, jodi), e o site Rhizome. criticos e curadores dos primeiros momentos da web arte incluem-se Tilman Baumgartel, Josephine Bosma, Benjamin Weil (ada'web)
Entre as obras destacadas, ha CNN Interactive Just Got More Interactive, de Thomson & Craighead; WebStalker, de I/O/D; Netomat, de Maciej Wisniewski; e Riot, de Mark Napier. Exemplos de Internet art tem, também, os ambientes multiusuarios (MUD, MOO, VRML), em que usuarios interagem com outros usuarios e/ou objetos em ambientes virtuais. O projeto (comercial, da Time Warner) The Palace acabou gerando performances de teatro virtual da dupla Adriene Jenik e Lisa Brenneis, autoras de Desktop Theatre, adaptando coisas como Esperando Godot, de Beckett. As intervencoes funcionavam tambem como investigacoes da identidade online.

Qto a Som e Musica, ela cita uma ídola minha, hehehe, a Laurie Anderson. e outros dois trabalhos, coisa mais recente que emprega computação, internet, noções de rede, do Golan Levin com seu software de criação musical interativa  Audiovisual Environment Suite (1998--2000), programa que une design e som, em tempo real e o projeto Telesymphony (2001), quando realizou uma performance usando celulares do publico, que receberam senhas para que registrassem e programassem seus aparelhos e posteriormente se sentassem em assentos especificos, além desse tem Ping, de Chris Chafe (2001), que faz musica com os sons de dados trafegando na Internet...é coisa de maluco, heheh.
besos
lele
ah! as fotos quem tem é o Mateus, eu só tenho uma tua com o Ben, vou te mandar, ok?

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